JOÃO BATISTA, o último profeta de Jesus e também do Espiritismo.

10 04 2014

     O ultimo profeta para anunciar a vinda do Messias foi João Batista. Sua missão de profeta da vinda do Salvador até hoje é marcante. Mais que isso, Jesus claramente deixou registrada a questão da reencarnação sendo João Batista, o Elias num passado distante. E dessa forma João Batista torna-se parte da anunciação da vinda da Doutrina Espirita – o Consolador. Eu explico…

Pois mesmo com o anúncio da vinda da Codificação Espírita por Jesus, precisávamos de um registro de reencarnação nas escrituras. E o caso de João Batista – Elias é o registro, é a prova da existência da reencarnação documental.

Assim Jesus profetiza a vinda da Doutrina Espírita …

JOÃO 16,7 – “Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. “

JOÃO 15,23 – “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim;”

E com a vida de João Batista relata a positividade da reencarnação, uma das leis de mais resistência por parte de muitos. Vejamos abaixo.

A REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA *

A identificação dos dois personagens como sendo o mesmo espírito está bem claro nas escrituras. O retorno de Elias foi anunciado pelo anjo Gabriel: “[...] o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração; e tua mulher Isabel te dará a luz um filho, e por-lhe-ás o nome de João. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; e irá adiante dele com o espírito e a virtude de Elias, a fim de reconduzir os corações dos pais para os filhos” (Lucas 1:13).

Outra passagem que assinala a identificação do profeta como sendo o próprio João Batista é quando os apóstolos Pedro, Tiago e João perguntaram a Jesus, após a Transfiguração, sobre a volta de Elias: “Por que, pois, os escribas dizem que é preciso que Elias venha antes? Mas Jesus lhes respondeu: é verdade que Elias deve vir e restabelecer todas as coisas; mas eu vos declaro que Elias já veio, e não o conheceram, mas trataram como lhes aprouve. É assim que eles farão sofrer o Filho do Homem. Então seus discípulos compreenderam que era de João Batista que lhes havia falado”. (Mateus 17:10)

Aqui se trata da reencarnação de Elias na figura de João, explicação esta vista pelos apóstolos com muita naturalidade, justamente por estarem familiarizados com a realidade da reencarnação e esta fazer parte de sua crença religiosa, o judaísmo.

As palavras de Jesus confirmam tal fato em Mateus, referindo-se a João como o próprio Elias (espírito): “E, desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus adquire-se à força, e os violentos arrebatam-no. Porque todos os profetas e a lei, até João, profetizaram. E, se vós o quereis compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos para ouvir, ouça” (11:12).

Conclusão

Podemos verificar que Jesus na Bíblia deixa claro a vinda do Espiritismo e registra fatos que conciliam com as revelações por ela alcançadas, como lei da causa e efeito e a mais polêmica que é a reencarnação. Se bem que basta verificarmos nossas boas e más tendências desde o berço, para percebermos que tivemos vivências anteriores a esta vida. É bem lógico.

 LINKS……………………

http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Mod-2-Rot-3-Jo%C3%A3o-Batista-o-precursor1.pdf

http://entendendooespiritismo.blogspot.com.br/2009/04/joao-batista-o-precursor.html

* Parte extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 24, páginas 48-52

 

 





Pesquisa sobre Ansiedade.

2 04 2014

Em pesquisa sobre o assunto com base na Doutrina Espírita – verifiquei dois artigos importantes que retratam a ansiedade. Um com dicas e outro com explicações provenientes de psicografias de  plano espiritual – mais precisamente do espírito Joanna de Angelis. Ainda uma palestra – vídeo muito interessante para complementar o assunto.

Percebi ainda nos meus estudos a grande importância do acompanhamento psico-clínico-terapêutico especializado como base principal de auxílio na recuperação.

Quanto a Doutrina Espírita, dispõe de imediato, de fonte de conhecimento para o otimismo raciocinado nas leis do Criador. Com o  estudo sistematizado da obra Espírita trabalhamos diretamente nossa fé, pois temos a disposição respostas como – de onde vimos, quem somos realmente e para onde vamos… São questões primárias que muitos ainda desconhecem. Todo conhecimento é fator importante no combate ao medo, fonte primária da ansiedade. Seguindo os passos dos ensinamentos de Jesus iluminados pela Doutrina Espírita todos temos condições de lutar de igual contra o fantasma da ansiedade. O caminho certamente não é fácil! Necessário se faz usar do escudo do perdão (e auto perdão) e da espada da caridade para que possamos seguir em frente sem quedas bruscas. A confiança não existe por acaso. Ela é treinada, trabalhada e deve ser mantida pelo conhecimento, estudo e ação na caridade. Felizes aqueles que acreditam sem nunca me terem visto, já nos dizia Jesus a Tomé ao duvidar de sua existência após sua crucificação.  Sejamos felizes exercitando nossa fé, dia a dia, pois se colhemos frutos amargos agora, nós mesmos o plantamos em momentos anteriores. Sigamos com coragem em nós mesmos trabalhando nosso íntimo sempre em paralelo a orientação médica-psicológica.

Abaixo o material obtido na internet.

O pensador russo Gurdjieff, que no inicio do século passado já falava em autoconhecimento e na importância de se saber viver, traçou algumas regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Segundo os especialistas em comportamento humano, quem consegue praticar a metade dessas lições, com certeza terá mais harmonia íntima e menos stress.

As regras são as seguintes:
– Faça pausas de 10 minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você. Reflicta sobre suas atitudes.
– Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou, querer agradar a todos é um desgaste enorme.
– Planeie seu dia sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
– Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam seus quadros mentais, você se exaure.
– Esqueça de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua actuação, a não ser você mesmo.
– Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimonias.
– Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
– Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perde de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
– Tente descobrir o prazer de fatos quotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem achar que isso é o máximo a se conseguir na vida.
– Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias, em caso de conflitos espere um pouco e depois retorne com diálogo e ação.
– Saiba que a família não é você, ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
– Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, as vezes a trave do movimento e da busca.
– É preciso ter sempre alguém em quem se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de 100 quilómetros .
– Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância subtil de uma saída discreta.
– Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falarem de bom, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
– Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é óptimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor de cada um destes momentos.
– A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
– Uma hora de intenso prazer substitui com folga três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca as oportunidades de se divertir, porém esteja consciente do que é diversão para você.
– Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: A Intuição, A Inocência e A Fé.
– Por fim, entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que fizer de você mesmo.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/licoes-para-combater-a-ansiedade-e-o-stress/#ixzz2uODyeYcI

Psicogênese da Ansiedade

Texto do Espírito Joanna de Angelis, retirado do livro “Conflitos Existenciais”.
São muitos os fatores predisponentes e preponderantes que desencadeiam a ansiedade.
Além das conjunturas ancestrais defluentes dos conflitos trazidos de existências transatas, a criança pode apresentar, desde cedo, os primeiros sintomas de ansiedade no medo inato do desconhecido – denominado por John Bowlby como vinculação – e do não familiar. Em realidade, essa vinculação apresenta um lado positivo que é o de oferecer-lhe conforto e segurança, especialmente junto à mãe com a qual interage em forma de prazer. Desde o nascimento, havendo esse sentimento profundo, a criança prepara-se para uma sólida interação com a sociedade, e demonstra-o, desde o princípio, quando qualquer alegria ou satisfação proporciona-lhe um amplo sorriso, apresentando-se calma e confiante.
Quando, porém, isso não ocorre, há uma possibilidade de a criança não sobreviver ou atravessar períodos difíceis, em face do medo inespecífico que seria originado pela ausência da mãe, que os psiquiatras identificam na condição de ansiedade livre flutuante.
O paciente apresenta um medo exagerado, e porque não sabe de quê, fica ainda com mais medo, formando um ciclo vicioso. Dessa ansiedade, as aparentes ameaças externas, mesmo que insignificantes, tornam-se-lhe demasiadamente grandes, culminando, na idade adulta, com uma dependência infantil.

Quando uma criança é severamente punida pelos pais – que se apresentam como predadores cruéis – há maior necessidade de apego, tornando-a mais dependente, buscando refúgio, neles mesmos, que são os fatores do seu medo.

Esse medo do desconhecido, ainda, segundo Bowlby, impõe uma vinculação familiar que, ao ser desfeita, amplia a área da ansiedade.

Certamente, o fenômeno tem as suas raízes profundas na necessidade de reparação da afetividade conflitiva que vem de outras existências espirituais, quando houve desgoverno de conduta, gerando animosidade (nos atuais pais) e necessidade de apoio (no Espírito endividado, que ora se sente rejeitado).

A vinculação com o pai produz segurança, a separação proporciona angústia.
No período inicial, essa vinculação pode ser transferida para outrem, quando na ausência da mãe, mais tarde, porém, como a criança já sabe que é a mãe, não a tendo, chora, perturba-se, inquieta-se, e transfere a insegurança para os outros períodos da existência.
Essa ansiedade básica ou fundamental representa a segurança que resulta de sentir-se a sós, num mundo hostil, em total desamparo, levando-a a um tormento, no qual nunca está emocionalmente onde se encontra, desejando conseguir o que ainda não aconteceu.
Como decorrência da instabilidade que a caracteriza, anseia por situações proeminentes, destaques, conquistas de valores, especialmente realização pelo amor, em mecanismos espetaculares de fuga do conflito…
A busca do amor faz-se-lhe, então, tormentosa e desesperadora, como se pudesse, através desse recurso, amortecer a ansiedade. No íntimo, porém, evita envolvimentos emocionais verdadeiros por medo de os perder e vir a sofrer-lhes as consequências.
Existe uma necessidade de identificação de pensamentos irracionais que, não poucas vezes, são os responsáveis pelo desencadeamento da ansiedade. Basta um simples encontro, algo que desperte um pensamento automático e irracional, e ei-la que se faz presente.
No inconsciente do indivíduo inseguro existe uma necessidade de auto-realização que, não conseguida, favorece-lhe a fuga pela ansiedade, normalmente produzindo-lhe desgaste no sistema emocional, por efeito gerando estresse no comportamento.
Na problemática dos conflitos humanos surge o recalcamento que, segundo Freud, resultaria da ansiedade intensa, de um estado emocional muito semelhante ao medo. Segundo ele, o medo da criança de perder o afeto dos pais, leva-a à ansiedade, que a induz a atitudes de inquietação e agressividade.
Considerando-se, ainda, conforme o eminente mestre vienense, que a ansiedade é muito desagradável à criança, ela se esforçará para ver-se livre. Não conseguindo, foge para dentro de si mesma, experienciando a insegurança por sentir-se impossibilitada de reprimir o que a desperta – o ato interdito.
Processos enfermiços no organismo físico igualmente respondem pelo fenômeno da ansiedade, especialmente se o indivíduo não se encontra com estrutura emocional equilibrada para os enfrentamentos que qualquer enfermidade proporciona.

O medo de piorar, de não se libertar da doença, recuperando a saúde, o receio da falta de recursos para atender às necessidades defluentes da situação, o temor dos comentários maliciosos de pessoas insensatas em torno da questão, o pavor da morte favorecem o distúrbio de ansiedade, que se agrava na razão direta em que as dificuldades se apresentam.

A ansiedade é, na conjuntura social da atualidade, um grave fator de perturbação e de desequilíbrio, que merece cuidados especiais, observação profunda e terapia especializada.
Desdobramento dos Fenômenos Ansiosos

A ausência de serenidade para enfrentar os desafios da existência, faz que o comportamento do indivíduo se torne doentio, cheio de expectativas, normalmente perturbadoras, gerando incapacidade de ação equilibrada e de desenvolvimento dos valores ético-morais corretos.

Ao mesmo tempo, avoluma-se na mente uma grande quantidade de ambições, de desejos de execução ou conquista de coisas simultaneamente, aturdindo, desorientando o paciente, que sempre se transfere de um estado psicológico para outro, muitas vezes alternando também o humor, ora risonho, ora sisudo. A necessidade conflitiva de preencher os minutos com atividades, mesmo que desconexas, diminui-lhe a capacidade de observação, confunde-lhe o pensamento e, quando, por motivo imperioso vê-se obrigado a parar, amolenta-se, deixando de prestar atenção ao que ocorre, para escorregar pelo sono no rumo da evasão da realidade.
Justifica que não está adormecido, mas de olhos fechados, realmente dominado por um estranho torpor, que é fruto do desinteresse pelo que acontece em volta, pelo que sucede em seu entorno, convocando-o a outras motivações que, não fazendo parte do seu tormento, infelizmente não despertam interesse.
O comportamento ansioso, não poucas vezes, é estimulado por descargas contínuas de adrenalina, o hormônio secretado pelas glândulas supra-renais, que ativam a movimentação do indivíduo, parecendo vitalizá-lo de energias, que logo diminuem de intensidade.
 Por essa razão, algumas vezes torna-se loquaz, ativo, alternando movimentações que o mantenham em intenso trabalho, nem sempre produtivo, por falta de coordenação e direcionamento. Noutras ocasiões, sofreia a inquietação e atormenta-se em estado de mutismo, taciturno, mas interiormente ansioso, tumultuado.
Quanto mais se deixa arrastar pela insatisfação do que faz, mais deseja realizar, não se fixando na análise das operações concluídas, logo desejando outros desafios e labores que não tem capacidade para atender conforme seria de desejar.
Na sua turbulência comportamental, os indivíduos tornam-se, não raras vezes, exigentes e preconceituosos, agressivos e violentos, desejosos de impor a sua vontade contra a ordem estabelecida ou aquilo que consideram como errado e carente de reparação.
Os seus relacionamentos são turbulentos, porque se desejam impor, não admitindo restrições à forma de conduta, nem orientação que os invite a uma mudança de comportamento.
Quando são atraídos sexualmente, tornam-se quase sempre passionais, porque supõem que é amor aquilo que experimentam, desejando submeter a outra pessoa aos seus caprichos e exigências, como demonstração de fidelidade, o que, após algum tempo de convivência, torna-se insuportável, em razão dessas descargas contínuas de epinefrina que respondem por essa necessidade de mudanças de conduta, pela instabilidade nas realizações.
 O quadro de ansiedade varia de um para outro indivíduo, embora as características sintomatológicas sejam equivalentes.
 Estressando-se com facilidade, em razão da falta de autoconfiança e de harmonia interna, o paciente tende a padecer transtornos depressivos, quase sempre de natureza bipolar, com graves ressonâncias nos equipamentos neuronais.
Passados os momentos de abstração da realidade, quando a melancolia profunda mergulhou-o no desinteresse pela vida e na tristeza sem par, o salto para a exaltação leva-o, com freqüência, aos delírios visuais e auditivos, extrapolando as possibilidades, para assumir personificações místicas ou histriônicas, poderosas e invejadas, cujas existências enganosas encontram-se no seu inconsciente.
Terminado o período de excitação, no trânsito para o novo submergir na angústia, torna-se muito perigoso, porque a realidade perde os contornos, e o desejo de fuga, de libertação do mal-estar atira-o nos abismos do autocídio.
Desfilam em nossa comunidade social inúmeros indivíduos ansiosos que se negam ao reconhecimento do distúrbio que os atormenta, procurando disfarçar com o álcool, o tabaco, nos quais dizem dispor de um bastão psicológico para apoio e melhor reflexão, nas drogas aditivas ou no sexo desvairado, insaciável, o que mais lhes complica o quadro de insanidade emocional.
O reconhecimento da situação abre oportunidade para uma terapia de auto-ajuda, pelo menos, ensejando-se receber de imediato o apoio do especialista.
Terapia para a Ansiedade

Inquestionavelmente, todas as aflições e todos os desapontamentos que aturdem o ser humano procedem-lhe do Espírito que é, atado aos conflitos que se derivam das malogradas experiências corporais transatas.

O self, ao largo das vivências acumuladas, exterioriza as inquietações e culpas que necessitam de ser liberadas mediante a catarse pelo sofrimento reparador, a fim de harmonizar-se.
Quando isso não ocorre o ego apresenta-se estremunhado, inquieto, ansioso…
Especificamente, no distúrbio da ansiedade, esses fenômenos atormentadores sucedem-se, como liberação dos dramas íntimos que jazem no inconsciente profundo – arquivados nos recessos do perispírito – e afetam o sistema emocional.
A terapêutica libertadora há que iniciar-se na racionalização do tormento, trabalhando-o mediante a reflexão e a adoção do otimismo, de modo que lentamente a paciência e o equilíbrio possam instalar-se nas paisagens interiores.
Psicoterapeutas hábeis conseguirão detectar as causas atuais da ansiedade – remanescentes das causalidades anteriores – liberando, a pouco e pouco, o paciente, através da confiança que lhe infundem, encorajando-o para os cometimentos saudáveis.
Em alguns casos, quando há problema da libido, o psicanalista poderá reconduzir o indivíduo à experiência da vida fetal, ou da perinatal, ou infantil no lar, destrinçando as teias retentivas em torno da perturbação que não conseguiu digerir no período da ocorrência.
Transferindo os medos e as incertezas para o inconsciente, ei-los agora ressumando em forma de ansiedade, que poderá ser diluída após o trabalho de psicanálise nas suas origens.
O paciente, no entanto, como responsável pelo distúrbio psicológico, deve compreender a finalidade da sua atual existência corporal, instrumentalizando-se com segurança para trabalhar-se, adaptando-se ao esquema de saúde e de paz.
Nesse sentido, as leituras edificantes propiciadoras de renovação mental e emocional, as técnicas da Ioga disciplinando a vontade e o sistema nervoso, constituem valiosos recursos psicoterapêuticos ao alcance de todos.
Nunca esquecer-se, igualmente, que a meditação, induzindo à calma e ao bem-estar, inspira à ação do bem, do amor, da compaixão e da caridade em relação a si mesmo e ao próximo, haurindo alegria de viver e satisfação de auto-realizar-se, entregando-se aos desígnios divinos, ao tempo em que realizará a tarefa de criatura lúcida e consciente das próprias responsabilidades, que descobriu o nobre sentido existencial.
A ansiedade natural, o desejo de que ocorra o que se aguarda, a normal expectativa em torno dos fenômenos existenciais compõem um quadro saudável na existência de todos os indivíduos equilibrados.
O tormento, porém, que produz distúrbios generalizados, tais: sudorese abundante, colapso periférico, arritmia cardíaca, inquietação exagerada, receio de insucesso, produz o estado patológico, que pode ser superado com o auxílio do especialista em psicoterapia e o desejo pessoal realizado com empenho para consegui-lo.
As aflições defluentes da ansiedade podem ser erradicadas, portanto, graças aos cuidados especializados, adicionados à aplicação da bioenergia por meio dos passes e da água fluidificada que restauram o campo vibratório e revitalizam as células. Outrossim, o hábito da oração e o cultivo dos pensamentos dignificadores são o coroamento do processo curativo para o encontro da saúde e da paz.
Jesus, o Psicoterapeuta por excelência, asseverou, no Sermão da Montanha (Mat 5-4) Bem-aventurados os que choram – recuperando-se das culpas e das mazelas – porque eles serão consolados.

Fonte: http://psicologiaespirita.blogspot.com.br/search/label/Ansiedade

Vídeo sobre ansiedade a luz do Espiritismo -





A verdadeira e difícil missão

3 07 2013

reformaintima

Como EX-Católico achei muito interessante o texto abaixo do André Luiz (aquele espírito do Nosso Lar) onde resume o objetivo do Espiritismo. O texto toca justamente na ferida – a reforma íntima.

A RIGOR …

Espírito Santo – falange dos Emissários da Providência que superintende os grandes movimentos da Humanidade na Terra e no Plano Espiritual.

Reino de Deus – estado de sublimação da alma, criado por ela própria, através de reencarnações incessantes.

Céu – esferas espirituais santificadas onde habitam Espíritos Superiores que exteriorizam, do próprio íntimo, a atmosfera de paz e felicidade.

Milagre – designação de fatos naturais cujo mecanismo familiar à Lei Divina ainda se encontra defeso ao entendimento fragmentário da criatura.

Mistério – parte ignorada das Normas Universais que, paulatinamente, é identificada e compreendida pelo espírito humano.

Sobrenatural – definição de fenômenos que ainda não se incorporam aos domínios do hábito.

Santo – atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, a execução do próprio dever.

Tentação – posição pessoal de cativeiro interior a vícios instintivos que ainda não conseguimos superar por nós mesmos.

Dia de juízo – oportunidade situada entre dois períodos de existência da alma, que se referem à sementeira de ações e à renovação da própria conduta.

Salvação – libertação e preservação do espírito contra o perigo de maiores males, no próprio caminho, a fim de que se confie à construção da própria felicidade, nos domínios do bem, elevando-se a passos mais altos de evolução.

O Espiritismo tem por missão fundamental, entre os homens, a reforma interior de cada um, fornecendo explicações ao porquê dos destinos, razão pela qual muitos conceitos usuais são por ele restaurados ou corrigidos, para que se faça luz nas consciência e consolo nos corações. Assim como o Cristo não veio destruir a Lei, porém cumpri-la, a Doutrina Espírita não veio desdizer os ensinos do Senhor, mas desenvolvê-los, completá-los e explicá-los “em termos claros e para toda a gente, quando foram ditos sob forma alegóricas”.

A rigor, a verdade pode caminhar distante da palavra com que aspiramos a traduzi-la.

Renove, pois, as expressões do seu pensamento e a vida renovar-se-lhe-á inteiramente, nas fainas (afazeres) de cada hora.

* pelo Espírito André Luiz – Do livro: O Espírito da Verdade, Médium: Francisco Cândido Xavier





Nascemos para progredir e não para curtir a vida.

14 06 2013

“Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós, se faça vosso servo.

E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro, se faça vosso escravo.

Assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por uma multidão.” Jesus (Mateus 20.26)

Quais os frutos do “curtir” ?

Essas fortes palavras de Jesus são verdades difíceis de afinarmos com elas, afinal quem vai – nos dias atuais – querer deixar de viver a sua vida para ajudar ao próximo? O nosso pouco tempo livre é um dom muito precioso. Poucos querem servir, a maioria preferem serem servidos. Ou quando não, apenas curtir a vida. Na ala masculina então, pior ainda, pela educação machista que ainda se presencia nas famílias.

Mas essas palavras de Jesus deveriam ser fortes o suficiente para um despertar ativo contra nosso egoísmo nato. Não viemos ao mundo para apenas trabalhar para acumular renda para curtir a vida e comprar bens materiais ! Afinal onde está o nosso tesouro estará o nosso coração.

E mais uma vez Jesus nos dá a receita – vamos construir tesouros no Céu – com a caridade.

Pois bem, viemos ao mundo para crescer, aprender e progredir. Devemos ser um dia ser árvores e dar frutos… Contudo um dos principais problemas para essa árvore crescer é o veneno do egoísmo.

Como servir, se só pensamos em nós mesmos, em aumentar nossa renda financeira, em nosso trabalho cada vez mais insano, em ter mais e mais bens materiais pipocando nas promoções por e-mail…

Note, não sou contra a ambição. Devemos sim ter metas em nossas vidas, e metas bem claras de acordo com a vocação de cada um. Contudo o exagero e o desequilíbrio corrompe o sucesso verdadeiro.

Nascemos para progredir. Contudo não há crescimento sem o adubo da caridade. Não há verdadeiramente o sucesso sem a construção dos tesouros no Céu, afinal tudo o que é material deixaremos aqui após essa vida… Óbvio, mas não parece.

O progresso espiritual deve ser nossa maior busca, nossa maior dedicação para nós e para nossa família. Devemos viver nesse mundo material mais como espíritos do que como pessoas, mais pensando na multidão de pessoas necessitadas ao nosso redor do que almejando a riqueza absurda, mais praticando a caridade do que presos nas jaulas das enormes TVs de hoje, mais convidando para momentos de reflexão do que para festas e bares.

A Doutrina Espírita revela no “Livro dos Espíritos” todas as ordens evolutivas dos espíritos em uma classificação bastante interessante. Também relata noções importantes para compreendermos melhor a progressão espiritual, explicando detalhadamente que somos um espírito imortal e que nascemos para progredir. Afinal o conhecimento afasta os receios e nos dá força para melhor superarmos nossas dificuldades e medos.

Nos questionemos onde vamos estar daqui a 10 anos, daqui a 40 anos, daqui a 80 anos e também daqui a 200 anos. Nossa vida não acaba. Mas o egoísmo mata.

Bons estudos.





Qual decisão tomar ? Que caminho seguir na vida ? Os médiuns espíritas tem as minhas respostas?

1 06 2013

images _ Hoje fui questionado sobre a Doutrina Espírita a respeito de um possível auxílio sobre qual decisão a tomar nos problemas da vida. Teria algum setor ou médium espírita que forneceria respostas sobre os nossos problemas?

Analisando o Grupo Espírita a resposta foi negativa.

Apesar de saber que muitos médiuns são capazes pela vidência de descortinar muitos acontecimentos e prever o futuro certamente o médium seguidor da Doutrina de Jesus na Casa Espírita na maioria dos casos não o fazem e não o devem fazer.

Mas por que não auxiliar a muitos desvendando problemas futuros gratuitamente?

Primeiramente pelo simples fato de infringir a lei do merecimento. Nesta vida passamos por provas e expiações que muitas vezes poderiam ser abreviadas pelo alerta do médium atrapalhando a evolução espiritual do ser. Seria como fazer uma prova do ENEM com alguém “dando cola”, ferindo assim não apenas a ética natural, mas prejudicando outro candidato que poderia estar naquela vaga onde o candidato passou através de uma “cola”.

Seguidamente, dentre outros possíveis motivos, pela questão da influência de um possível obsessor espiritual ou mesmo espíritos com intenções duvidosas onde através do médium faria com que o indivíduo tomasse decisões equivocadas na sua vida por uma “fofoca espiritual”.

Afinal, nossas próprias dúvidas são oportunidades de aprendermos a trabalhar a nossa fé.

Dessa forma a verdadeira Casa Espírita não revela o futuro de ninguém. Não busca passar informações de cunho espiritual para ninguém sem que haja uma permissão de espíritos dirigentes da Casa. Algo cada vez mais raro nesses momentos decisivos que o planeta se encontra. Afinal o trabalho lá em cima é intenso.

Em resumo, a Casa Espírita apresenta dias de palestras, de estudos dirigidos e sistemáticos, reuniões mediúnicas de auxílio a espíritos atormentados, evangelização a crianças e jovens, tratamentos espirituais de cura, e talvez o  principal, sempre busca ofertar aos frequentadores a possibilidade do mesmo praticar a caridade a pessoas carentes.

Dessa forma uma pessoa com problemas pessoais e dúvidas sobre qual rumo a tomar certamente estará muito melhor preparada ao frequentar uma Casa Espírita. Além de contar com a opinião de pessoas que estudam a vida inteira os problemas humanos, também poderá por si próprio aprender a lidar melhor com as decisões pelos estudos da codificação Espírita. Sem contar na possibilidade de frequentar um ambiente espiritualmente  limpo.

Os Grupos Espíritas são velas acesas nas trevas desse planeta. Aliás, todo ambiente de cunho elevado provocam essa luz espiritual. E uma das maiores recomendações da Doutrina Espírita é fazer de nosso lar um ambiente de luz através do Culto do lar.

Espiritismo não é algo simples, não é uma consulta, é um caminho – o caminho seguro de Jesus – nos presenteado através da Codificação de Allan Kardec.

Jesus – “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim;” (JOÃO 15,23 )

É interessante mencionar que muitos tormentos que passamos por nossas vidas são provocados propositalmente para justamente para nos levar a alguma religião.

Infelizmente a Doutrina Espírita é muito confundida com outras religiões, como “Umbanda” e ritos diversos, inclusive com cartomantes. Para saber realmente o que é uma Casa Espírita escrevo clicando aqui.

Abaixo uma palestra sobre a Doutrina Espírita. E agradeço ao irmão que me questionou sobre essa matéria, e se por palavras não sou competente a transmitir informações, espero que por escrita possa ser melhor compreendido. Luz à todos.





A Felicidade não é desse mundo.

9 05 2013

Hoje meu pai me perguntou por que eu estava triste…

Na realidade não estava triste, mas também não estava eufórico. E lembrei Jesus …. A felicidade não é deste mundo….

…e me remetendo ainda a outro pensamento…

O papel mais pesado é sempre aquele que se reserva aos heróis e aos santos, porque esses atores infelizes vivem cercados pelas exigências do teatro inteiro, embora, no fundo, seja também personalidades frágeis e humanas !

Em minha vida pequena diante dos grandes heróis procurei a felicidade, primeiro com a família, na busca nas necessidades, comida farta, carro, eletroeletrônicos, casa bonita, bens. Nessa busca por essa felicidade familiar e material levantamos muros altos e com cercas elétricas…

Felicidade requer tempo e dedicação como tudo nesse mundo, pensei.

Assim, acho que equilíbrio é o foco e o desafio nessa peça principal dessa vida passageira. Mas como isso é difícil no mundo atual!

Depressão, mesmice, irritação, tédio, simples falta do que fazer…

Tudo isso provoca um estado de infelicidade. Aliado ao consumismo dos dias atuais, com as promoções via e-mail e sites de compras coletivas, a felicidade pode ser transformada em bens materiais muito facilmente. Contudo ao se adquirir o bem quase que imediatamente outro objeto passa a ser almejado…

E para que esse motor consumista possa dar vazão aos nossos desejos materiais começamos a trabalhar em outro emprego, acumulando jornadas abusivas.

Se isso está errado, onde está portanto a felicidade?

Socialmente temos grandes fontes de felicidade. No trabalho, no lazer, na prática de atividades físicas, no convívio com as pessoas da família e amigos, nos estudos.

Qualquer um pode assim ter fontes de momentos felizes. Mas chega no domingo a noite casado e com a rotina pesando,  sinto que esses ótimos momentos ainda não é a felicidade.

Um certo filósofo diz que a felicidade é não sentir dor.

Isso poderia ser até verdade no passado, mas nos dias atuais, muitos não sentem dor e entram em estado de depressão infeliz.

Seria então outro grande ponto de felicidade o desenvolvimento da vocação e realização do trabalho?

O trabalho é lei divina. Estar fazendo o que gosta ou pelo menos buscando e trabalhando hoje para a realização futuro é essencial. Quando se trata de trabalho não há sonho impossível, apenas persistência.

A vida é muito curta para ser pequena ! E desperdiçá-la em atividade improdutiva certamente trará infelicidade futura.

Contudo, conseguir trabalhar no emprego dos sonhos pode ser algo utópico. Nesses casos talvez possamos transformar os sonhos profissionais em hobby.

Mesmo assim, com a rotina, o que era emprego dos sonhos acaba se tornando uma diversão rotineira e monótona. Muitos entram num espiral de mudança de empresas para buscar novos desafios que nunca acabam. E mesmo em trabalhos emocionantes e duradouros, o tempo passa e envelhecemos.

Onde está a felicidade plena?

Fazendo algum tipo de caridade tive também momentos de muita felicidade. Mas também não podemos deixar a família de lado e o trabalho para viver para a caridade.

Percebo então, obviamente, que temos momentos de felicidade em muitas situações, porém são em sua maioria passageiras. Ter uma felicidade constante é um desafio talvez impossível neste momento.

Sendo assim, a felicidade plena realmente não é deste mundo. Neste mundo temos momentos felizes, certamente por ainda morarmos num planeta de provas e expiações. Aliado a esses momentos, podemos ter mais sensações de felicidade na paz de fazer sempre o que é certo com equilíbrio em tudo. Tendo ainda o cuidado de não confundir sensações de felicidade com egoísmo.

E nenhum conselho parece ser mais útil na busca da felicidade do que – “Ame o próximo como a ti mesmo.”

E ainda a resposta do Mestre na pargunta 922 de Allan Kardec:

922 A felicidade terrena é relativa à posição de cada um; o que e suficiente para a felicidade de um faz a desgraça de outro. Há, entretanto, uma medida comum de felicidade para todos os homens?

  R:   – Para a vida material, a posse do necessário; para a vida moral, a consciência pura e a fé no futuro.

E com você, onde está a sua felicidade verdadeira nos seus dias ?





Alerta máximo contra abusos infantis, a Doutrina Espírita revela o por quê.

11 09 2012

A cada dia que passa as crianças possuem acesso mais fácil a todo o tipo de informação. É um fato que devemos refletir muito.

As novelas comumente irradiando ambiente de tensão dentro do lar – geralmente ligada na sala onde também as crianças se dirigem, pois as mesmas querem estar perto de seus pais.

A sexualidade facilmente encontrada na internet em imagens eróticas também acessíveis a muitas crianças…

Sendo assim o esforço para uma educação moralmente digna e construtiva deve ser intensivo nos dias atuais. Os questionamentos são inúmeros e a influência dos amigos da escola  impulsionam modismos muitas vezes duvidosos.

Por mais cuidado que tomamos com nossas crianças, devemos prepará-los também a entrar em contato com crianças que não tenham o mesmo cuidado dado pelos seus responsáveis.

A Mãe desde muito era responsável pela moral e educação básica das crianças. Hoje em sua maioria no mercado de trabalho, grande parte do tempo das crianças estão nas mãos de babás, berçários, creches, avós e parentes.

Nos dias atuais portanto, a responsabilidade dos pais é muito maior quanto aos cuidados com os filhos perante a sociedade. Devemos ensinar claramente como a criança deve se comportar em situações impróprias. Falar diretamente para não deixar ninguém tocá-la nas partes íntimas, não tirar a roupa se alguém pedir, não beber nada oferecido por desconhecidos, não falar com estranhos, tendo cuidado inclusive de atentar para comportamentos estranhos com pessoas da própria família.

Ensinar a criança a agir em momentos de tentativas constrangedoras e invasivas é tarefa quase exclusiva dos pais e responsáveis diretos. Devemos além de falar como se comportar, dar exemplos, simular situações, e assim fazer a criança a tomar atitude contrária a qualquer tentativa de violência.

O maior número de abusos sexuais registrados são cometidos em crianças por parentes como registramos abaixo…

De acordo com um levantamento feito pelo Ministério da Saúde em 2011, a violência sexual em crianças de 0 a 9 anos é o segundo maior tipo de violência mais característico nessa faixa etária. Segundo esse levantamento inédito, foi concluído que das 14.625 notificações feitas sobre violência infantil, 35% delas representavam abuso sexual em crianças de até dez anos. Os números são do sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) do Ministério da Saúde.

Grande parte das agressões acontecem na residência da criança (64,5%). Dentre os meios utilizados para a agressão, o mais apontado foi a força corporal/espancamento (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

Dessa forma falar para os filhos para nunca tirar a roupa ou abaixar as calças para ninguém, somente para os pais, mães ou responsáveis diretos é o início básico de como a criança deve se comportar.

Ensinar igualmente que existe muitas pessoas e crianças que não tiveram a educação que ela recebe dos pais a fará compreender o por quê de seus colegas fazem coisas erradas.

A criança desde cedo precisa saber conviver com pessoas mal educadas e sobrepor sua boa educação como exemplo ativo.

Futuramente a criança quando jovem terá igualmente mais cuidados com sua privacidade no mundo moderno. O mundo virtual está cheio de armadilhas em que a antiga recomendação de – não se expor para ninguém – ainda será bastante válida !

Allan Kardec

 A Doutrina Espírita é a ciência que estuda o mundo espiritual. Através desse estudo profundo iniciado por Allan Kardec por volta de 1850 em Paris pela observação das mesas girantes e posterior constatação dos fatos espíritas repetidas vezes produziu-se uma grandiosa obra científica e filosófica com consequências obvias religiosas nos livros da Codificação Espírita.

E por meio de estudos dessas revelações espíritas pode-se facilmente verificar os perigos que todos nós estamos sujeitos pela falta de vigilância de nossos pensamentos.

Pois é através de nossos pensamentos diários que nos sintonizamos com determinados espíritos. Se pensamos em ajudar as pessoas atraímos para nós bons espíritos e com eles somos inspirados em muitos setores de nossas vidas para o bem.

Mas se pensamos em assuntos ligado ao sexo atraímos para nós espíritos grotescos com objetivos prejudiciais.

Obviamente se a pessoa tiver pensamentos constantes, com exposição a pornografia, aqueles espíritos prejudiciais ligados ao sexo podem iniciar processo de obsessão. Nesse ponto o indivíduo passa a ter pensamentos constantes de sexo e ter sua vida afetada por desordens. Rendimento profissional é reduzido tendo problemas de cansaço, falta de memória, perda de cabelo e desvios de comportamento…

Não é difícil observar essa influência espiritual, basta passar a analisar os nossos pensamentos, pois muitos deles não são produzidos por nós.

A vigilância então deve ocorrer ao passarmos a analisar as consequências das mesmas sugestões antes de transformá-los em realidade pela ação. E ter ciência de que dentro de nossos pensamentos – muitos não são nossos – é essencial!

E para afastar más influências espirituais, basta fazer o bem. É simples.

Com mais esse conhecimento podemos desde cedo proteger a criança dessas influências espirituais negativas colocando constantemente em atividade construtiva, esportes, novos aprendizados ocupando sua mente em detrimento à exposição nociva de programas de TV e internet.

O aprofundamento da questão pode ser feito com a leitura do Livro dos Espíritos, obra básica da codificação, principalmente no capítulo IX, questões 467 – 469.

Na condição de cristãos, estudantes ou apenas leitores iniciais da Doutrina Espírita, podemos ter a noção da gravidade do assunto. Nos dias atuais de exposição fácil a pornografia qualquer um da família ou próximo dela pode ter comportamento doentio por influência espiritual mais ativa e praticar algum tipo de abuso sexual.

As crianças, principalmente até os dez anos, devem ter liberdade vigiada a todo tempo, porque ainda estão em formação intelectual, moral e comportamental, aprendendo a reagir diante das manifestações sociais certas ou erradas.

– ## –

Abaixo uma palestra – Educação e Vivências – de Raul Teixeira onde engloba de forma única toda essência e reflexão sobre a educação do ser humano atual.








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 51 outros seguidores