Personalidade Criativa-Operante X Deficit de Atenção (DDA).

28 05 2007

Muitas pessoas falam pouco, tiram notas baixas, são chamadas de “desatentas”, mas surpreendem em determinadas tarefas ou ações, quando algo desperta sua atenção…

Assim considero uma pessoa com personalidade Criativo-Operante.

Em mais detalhes, seriam indivíduos em que a criatividade supera objetivos e a vontade própria. A criatividade é quem comanda, de tão forte, ela está acima da até mesmo da vontade consciente. Não adianta querer estudar algo que não se goste, a criatividade ataca desligando o foco e direcionando o pensamento para outras ideias.

Portanto, para estudar assuntos que fogem do interesse, deve-se desenvolver métodos de estudos que se adaptem ao funcionamento criativo. Já em estudos que agradam – o foco torna-se aliado da criatividade, gerando pontos de vista até então pouco explorados e um desenvolvimento acima do normal.

Alguns consideram esses tipos de pessoas como portadores do síndrome do Déficit de Atenção.

Acrescento aqui um esclarecimento. É claro que existe casos realmente de Deficit de Atenção que necessitam de medicamento para se adaptarem ao meio em que vivem…

Contudo o foco desse artigo é para os muitos casos em que as crianças e ou adolescentes por pressão da sociedade são tarjados como DDA.

Logo, o intolerável no meu ponto de vista é utilizar-se de medicação controlada em diagnósticos frágeis – principalmente para crianças indefesas – pois ainda não tem o livre-arbítrio de optar ou não por uso de medicamento.

Na maioria dos casos a criança é medicada para melhorar os estudos por pressões externas. Contudo, irremediavelmente a brincadeira sempre será o principal foco da criança. Isso não é culpa delas, pois todas são assim em algum grau.

Na realidade, os pais, os métodos de ensino e toda a sociedade é que devem mudar… e tomar remédios de reflexão para darem mais atenção a elas.

Os pais, portanto, tem a tarefa primordial de descobrir qual o foco de interesse da criança em crescimento e não querer impor o seu foco pessoal. Quais os verdadeiros dons dos filhos? Quais suas aplicabilidades perante a sociedade?

E quanto ao estudo do necessário e obrigatório ao desenvolvimento do conhecimento intelectual, deve-se buscar formas de ensino alternativas, utilizando o lúdico, jogos educativos, associações, brincadeiras e reforço.

Não adianta comparar com colegas da mesma idade.

Hoje em dia até mesmo um computador pode ser encomendado com uma configuração especial para seu uso direto da fábrica, diferente de todos os outros que são vendidos. Imagine então um ser-humano, único de espírito, físico e mente – definitivamente não é possível comparar crianças !

Cada um deve ter o seu próprio método de ensino e aprendizagem e os pais são os maiores responsáveis por descobrir e iniciar a pratica correta do despertar lúdico.

Sociedade dos Poetas Mortos Um filme obrigatório para todos os pais e educandos: “Sociedade dos Poetas Mortos”.

Posteriormente os professores também deveriam ensinar de forma individual, porém a Educação está totalmente defasada em seus métodos. Salvo algumas grandes iniciativas particulares, como a escola LUMIAR;

Obviamente também exitem professores de redes particulares e públicas que fazem de sua vida uma realização para o bem coletivo, pois são professores por vocação superando limites, contudo se encontram numa sala geralmente com mais de 20 crianças…

Mas nem tudo é problema dos pais e professores. É claro que uma criatividade operante, tem suas consequências negativas para o próprio indivíduo no seu dia-a-dia. Por sua força criativa predominar – se paga um preço: a falta de foco nos detalhes, esquecimento constante de objetos e procedimentos do dia-a-dia e outras pequenas tarefas por não ser de interesse da mente criativa – ela simplesmente deixa para segundo plano, não gravando na mente.

Cabe a cada um criar suas regras, desenvolver medidas de auxílio como:

1) Fazer tudo “agora”. Não deixar nada pra depois ! Essa é a base de tudo.

2) Se tiver que deixar para depois, anotar num bloquinho de bolso. Deixar outro bloquinho ou quadro de avisos em casa.

3) A noite fazer um balanço de prioridades e passar para o bloquinho de bolso tudo que for urgente.

4) Anotar as metas do ano à parte e todos os dias escrever a grande meta no dia seguinte da agenda de bolso.: ex: comprar um carro, passar num concurso, passar de ano, …

5) Frase de auto-estima na mão junto com as prioridades. Ex. “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim”. Chico Xavier. Trabalhar na persistência.

6) Cortar as atividades inúteis que atraem tanto sem reações para a construção de um futuro produtivo: bate papos, jogos de computador pelas noites, coleções de fotos e filmes suspeitos, excessos diversos. Todo excesso é prejudicial – até beber água. O criativo operante é o ser dos excessos. Deve-se estar vigilante para trocar essas atividades por outras e nunca ficar ocioso. Estudos em grupo, pesquisas na internet, aprender novas línguas, e até palavras cruzadas com um dicionário ao lado é ótimo para criar atenção.

7) Preocupações exacerbadas não é bom. Ter fé baseado na certeza de que toda ação hoje gera reações no futuro!

8 ) Objetos que andam frequentemente contigo: numerá-los e fazer chamada toda vez que sair de um local: 1,2,3,4. (1-chave, 2-celular, 3-óculos, 4-pasta). Numere suas coisas, assim fica evita-se perdê-las.

9) No Estudo: Duas matérias ou mais alternando-as. Enjoa de uma passa para outra; Ler em voz alta; Fingir que está dando aula e ensinando a alguém; Fazer resumos em pequenas fichas de papelão e atrás colocar perguntas sobre o tema; Isolar-se; Um cafezinho é sempre útil, mas não para ficar polegando o copinho! Estudar em pé; Inove! Se estiver numa sala de aula faça perguntas ao professor crie emoção – ela vai fazer gravações eternas em sua mente! E o mais importante, aprender a gostar do que se está estudando… Mude de rumo caso necessário.

Quanto ao jovem ou adulto criativo operante – que a essa altura já se encontra “perdido no espaço” – ainda sugiro que procure fazer o que goste. Como nos diz um filósofo da antiguidade “Conheça-te a ti mesmo”.

Portanto acredito que a solução não seja o uso de remédios como a ritalina e outros para a finalidade de aumentar a atenção de imediato, mas sim um trabalho dos pais, quando criança, de direcionamento para uma atividade futura que desperte o foco dela acima de qualquer outra coisa.

E quanto ao adulto, fazer um mergulho interior, longe de qualquer influência, para que descubra realmente o que se gosta de fazer, o que procura, o que está certo e errado, e a partir daí mude sua vida, progressivamente, sem radicalismos, sem remédios e com muito prazer, para seu verdadeiro caminho na vida.

Se não puder estar fazendo o que goste de imediato, crie um hobby para compensar e aos poucos mude a sua direção.

Como nos diz Chico Xavier em uma de suas psicografias – Faça sempre o melhor que puder, e o melhor surgirá! Mas lembre-se, muitas vezes um péssimo engenheiro pode ser um professor extraordinário. Ter vocação é realização garantida.

Remédios? Sim, mas depois do trabalho educativo e pedagogo fracassar.

Sucesso e boa viagem interior ! Deixo abaixo alguns pontos interessantes sobre o assunto…

———————————-

(+) Áreas Favoráveis ao Criativo-Operante:

– Magistério;

– Marketing e Publicidade;

– Psicologia;

– Música;

– Artes em geral;

– Desenho Industrial;

 ——————————–

(-) Alguns inimigos do Criativo-Operante:

– Aulas e cursos onde não se verifica sua utilidade prática.

– Concursos públicos e vestibulares.

– Falar em público.

– Chaves da casa e do carro.

– Nome de pessoas.

– Decorar algo que não será de utilidade.

Sugestão de leitura nesse blog: categoria Educação e Reforma Íntima.(links ao lado)

———————– Uma abordagem espiritual …

Espiritualmente temos recursos para serem analisados que são fornecidos pelo estudo da Doutrina Espírita.

A lei da ação e reação nos revela que toda prática cometida no passado existirão reações no futuro. Muitas pessoas com falta de memória, distúrbios diversos podem ser causados por uso indevido da capacidade intelectual no passado. Note que não é regra, apenas uma das muitas possibilidades pelo estudo da Doutrina.

Quantas pessoas não utilizaram grande capacidade de planejamento, memória, intelecto para produzir armas, golpes, roubos, furtos, desvios de verbas, separações, etc. Todas essas ações prejudiciais ao próximo terão como resultado consequências negativas para quem o praticou numa vida futura.

Ou seja, numa próxima reencarnação deverá assim o produtor das ações negativas resgatar dívidas e muitas vezes nascer com doenças ou até mesmo pequenos incômodos como o deficit de atenção, tudo dependendo da gravidade das ações negativas produzidas no passado.

Nessa evolução intelectual que nos encontramos na atualidade, uma reflexão sobre a reencarnação pode ajudar a compreensão de sua realidade: Se Deus é igualmente bom para todos, como explica-se o nascimento de pessoas deficientes físicas? Ou como uns nascem na miséria e outras na riqueza? Na verdade quem provoca nascimentos carmáticos, com necessidades de sofrimento é somente o próprio indivíduo sofredor com a reencarnação.

E sobre nossas vidas passadas? Tudo é esquecido no processo de nascimento, restando somente tendências para determinadas atividades e carmas a serem quitados.

Assim sendo temos uma grande necessidade de vigilância da ações praticadas na atualidade para evitar possíveis comprometimentos em nossa própria saúde em vidas futuras.

Essa questão espiritual é um assunto de muita profundidade que pode estar sendo transmitida nessa publicação de forma simplista em demasia. Sugiro leitura completa da obra no download abaixo e nos demais artigos desse blog:

Download do Livro dos Espíritos – Allan Kardec

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25 responses

18 06 2007
danielvieira

Cara, eu concordo contigo em relação a ser contra os medicamentos nos casos de DDA, porém, creio que ao ser detectada a doença a pessoa deve ser trabalhada para conseguri conciliar as coisas.
Achei interessante a parte que você cita medidas de auxílio. Pq realmente, os remédios controlados acabam destruíndo a criatividade. Mas a sociedade recomenda pq ela “gosta” de nivelar todo mundo.

Não lembro onde ouvi isso, deve ter sido numa das aulas de filosofia. O professor falava que numa classe (desde o primário até a faculdade) o aluno mais inteligente é repudiado, “zoado” e essas coisas, assim como aqueles mais “avoados”. O que é diferente incomoda, queremos pessoas “normais” pois a sociedade precisa desses padrões para tentar manter-se.

Abraço cara,
Achei interessante o teu blog tb =]
Abs!

18 06 2007
Claudinho

Realmente tudo que foge do padrão incomoda.
Mas o indivíduo “avoado” tido como DDA pode ser um gênio. Tudo vai depender dele descobrir realmente qual sua habilidade e seus dons pessoais. Descobrindo a vocação correta, seu mergulho será profundo e brilhante.
Agora se uma pessoa com esse perfil estiver no local errado – o resultado será desastroso – creio que nem com tratamento e ritalina conseguirá estar no mesmo nível de outra pessoa que tenha o dom para aquela tarefa.
E estar no lugar certo é inicialmente responsabilidade dos pais, mas depois – a cartada final deve ser do próprio indivíduo.
Enfim, todos temos que trabalhar muito para melhorar nossos pontos fracos e fortalecer mais ainda os pontos fortes – afinal quem não tem defeitos?

Obrigado pelo interesse, sucesso e abs.

2 12 2007
Andre

Creio que não há meios para se diagnosticar cientificamente uma pessoa como sendo um portador de DDA (atual nomenclatura de uma suposta “doença” que pode ou não ser acompanhada de hiperatividade). Tenho a consciência, também, de que pessoas podem ter uma vida normal e até se projetarem como gênios sem que sequer sejam “diagnosticadas” como portadores deste transtorno. E ainda, para finalizar penso que, como pai de um DDA, a familia, os pais, a escola e a sociedade em geral, não estão preparados para suportar o convívio social com pessoas especiais, no caso dos DDAs, com naturalidade.

É mais simplista rotular um individuo como louco do que aceitar toda a loucura do inconsciente coletivo.

9 12 2007
Claudinho

Bonita conclusão. Espero que tenha sucesso na jornada da vida, com paciência, compreensão e amor na educação familiar. Igualmente espero que um dia as escolas e sociedade possam estar mais adaptadas não somente as pessoas especiais, mas também ao respeito da liberdade do aprender para todas as crianças e jovens poderem verdadeiramente participar e reter conteúdos para suas vidas.

13 02 2008
santiago

muy buena pagina
felicitaciones

1 10 2008
JANAINA

Olá, achei muito interessante a questão da participação da família; pois é ela que vai direcionar as medidas as quais irá tomar diante da carcterização do DDA. Porém é preciso que esta esteje preparada a enfrentar demasiadas conclusões na sociedade que dita ser inclusiva, mas ainda carrega muitos procedimentos que discriminam.
Não tenho muita experiência diante do tema, pois comecei uma pesquisa agora, devido a ter achado o tema interessante quero elaborar minha monografia. Será que você pode me dizer se este tema é abrangente e me indicar bibliografias…

1 10 2008
Claudinho

Algumas áreas da medicina já estão formalmente incluindo em suas análises o fator corpo físico aliado a alma (espírito) compondo o ser humano. Muitas das doenças que surgem em nossas vidas são reações de nossas próprias ações, geralmente relativo a excessos. Contudo, além disso, os excessos das vidas passadas quando não são completamente eliminados na vida material anterior ainda ficam registrados no espírito do ser, surgindo na vida atual como doenças. A homeopatia trata bem desse tipo de problema – criando pequenas frações que aos poucos suavizam essas reações.

A psicologia já acredito ser uma área mais carente ainda desse conhecimento. Remédios pesados são prescritos sem levar em conta o espírito. Existem excessões, mas raros profissionais tem esse conhecimento.

Daí a grande importância da família – ao querer solucionar o problema com medicamentos – ter muita cautela.

Assim ingressei na pesquisa desse assunto, de boca em boca virtual. Ou seja, entrei em comunidades de orkut, adicionei muitas pessoas no msn com problemas ditos DDA, conversei com famílias e crianças, com adultos – uma verdadeira pesquisa de campo. E quanto a literatura científica – foi toda conseguida através de pesquisa na internet, inclusive foruns sobre ritalina em sites americanos.

É um assunto que se deve ter uma posição crítica diante das informações, por ser ainda muito recente as literaturas a respeito. Nunca acreditei em nada que lia, comprovei realmente na pesquisa de campo, observando comportamentos e situações. Pode verificar isso por minha posição de ir contra o rótulo de DDA. Acredito que possa existir problemas de cunho espiritual que reduzem o grau de atenção do indivíduo – ou seja uma característica da personalidade. O indivíduo é assim e deve-se adaptar a sua maneira de ser para viver melhor numa sociedade ainda “tradicionalista disfarçada”.

Espero que consiga produzir uma ótima monografia se aprofundando ainda mais no assunto seguindo o seu caminho de pesquisa.

Se quiser mais alguma informação fique a vontade ! Bom trabalho !

9 03 2009
Carlos Eduardo

Obrigado!!!

10 12 2009
paty

O DDA E DDAH NAO DOE MUITO CONHECHIDO EM NOSSA SOCIEDADE,E ALGO ´NOVO´,VOCE ACREDITA QUE SERAO PESSOAS FUTURAS NA SOCIEDADE.AS COM ESTE TRANSTORNO SAO INDIGOS?

10 12 2009
PATY

O DDA E DDAH NAO E MUITO CONHECIDO E COMENTADO EM NOSSA SOCIEDADE, E ALGO ´NOVO´, VOCE ACREDITA QUE SERAO PESSOAS FUTURAS EM NOSSA SOCIEDADE.AS PESSOAS COM ESTE TRANSTORNO SAO CONSIDERADAS INDIGOS?

11 12 2009
Claudinho

Sim e Não. A generalização é sempre um erro.

Sempre existiram pessoas com dificuldade de aprendizado e com falta de atenção há muito tempo. Basta perguntar aos nossos avós se lembram de algum colega de infância que era tido como “burro” por não decorar nada, não prestar atenção nas coisas ou ser agitado demais.
Contudo hoje em dia, com o avanço da medicina, psicologia e pedagogia, verificou-se que essas pessoas não são burras e nem “levadas demais”, mas apresentam um transtorno, um deficit de atenção.

Contudo em um segundo momento existem pessoas que apresentam também um deficit de atenção e são agitadas, mas também possuem uma criatividade e inteligência explosiva. Nesses casos podem ser o que se chama de “Indigo” e que eu prefiro chamar de “Criativo-Operante”.

Espiritualmente falando do primeiro caso, acredito que muitos desses problemas podem ser devido a ações negativas dessas pessoas em vidas passadas. Provavelmente desperdiçaram o seu intelecto anteriormente com coisas inúteis e improdutivas. Na vida atual colhem essa ação passada como uma reação adversa no campo do raciocínio e memória. Certamente devem existir outras possibilidades.

Isso é bom para refletirmos em que estamos usando nosso poder mental. Uso minha mente para o trabalho? Para coisas produtivas? Para auxílio ao próximo? Ou para assistir novelas, filmes e passar o tempo com coisas fúteis? Cuidemos assim de nossa futura saúde mental para uma próxima vida… vamos ler mais, estudar mais, ajudar mais, construir mais nosso futuro.

Já as crianças Indigo, acredito que são espíritos muito inteligentes, com raciocínio acima da média, que sempre saber os “porquês” de tudo e devem ser tratadas com muito carinho para melhor se adaptarem a esse planeta. Essas crianças que apresentam grande dificuldade de se alimentar na infância – acredito ser um bom indício de espíritos vindas de outro plano astral – pois a adaptação é mais difícil quanto ao alimento material desse planeta no início.

Assim independente de ser Indigo ou não, as pessoas com comportamentos tidos como “diferentes” devem ser sempre incluídas nos diversos grupos sociais com carinho e atenção. Exigem novas metodologias de ensino que certamente são necessárias não apenas para o seu benefícios, mas para proveito de todos.

10 12 2009
PATY

OS DDA E DDAH SAO ESPIRITOS EVOLUIDOS?ELES ESTAO AQUI NA TERRA PARA EVOLUIR A SOCIEDADE (OS HOMENS ,MUNDO)?

10 12 2009
PATY

SAO ESPIRITOS EVOLUIDOS?ELES ESTAO AQUI NA TERRA PARA EVOLUIR A SOCIEDADE (OS HOMENS ,MUNDO)?

15 03 2010
João

Eu tenho DDA, descobri a pouco tempo e venho lendo sobre o assunto, confesso que até minutos antes de ler esse texto eu tinha vontade de passar no Neuro e tomar remédio.. agora desisti! Obrigado pelo texto.

Entre conseguir prestar atenção e ser criativo aprecio este.

A Ritalina é o serial killer da criatividade.

29 07 2010
Guilherme Honorato Lombardi

Vc é um médico psiquiatra? Estudou farmacologia, bioquimica? Talvez não, mas certamente para escrever um artigo vc leu bastante a respeito, não é?! Vc sabe pq um medicamento é tarjado? Sabe o que causa o dda ou o que a ritalina (metilfenidato) faz ?

Se todas as respostas foram não, vc devia ter mais consciencia da sua responsabilidade pregando a não utilização de um medicamento.
Vi a imagem de alguns grandes pensadores ao entrar nesta página. Tente com mais paixão caro Claudio Castro. O sonho de todos que escrevem é ter relevancia, exercite o sonho.

Matar criatividade??? O pior é ouvir tantas opniões ogocentricas e nem mesmo 1 comentário fundamentado.

30 07 2010
Claudinho

Agradeço pelo questão Sr.Guilherme Lombardi, assim posso fundamentar meu artigo nessa oportunidade e gerar mais credibilidade e esclarecimento.

Primeiramente penso que não é necessário ser formado para se obter o conhecimento. Já sou formado em Ciências Econômicas, TI, formação docente pelo MEC e atualmente emitindo meu Bacharel em Contabilidade para saber que a faculdade abre sim portas de conhecimento para o aluno por sua boa vontade e vocação em determinado assunto específico mergulhar e se aprofundar nele. Como autodidata muitas pessoas apresentam maior conhecimento que outras diplomadas em determinado assunto.

Mesmo assim tem um ponto nessa questão, pois não tenho diploma no assunto.

Todavia o conhecimento específico posso lhe assegurar que possuo, pois estudo o assunto há mais de 28 anos: Esse artigo é fundamentado em minha própria experiência de vida e estou com a consciência bastante tranquila.

Também posso garantir que escrevi esse artigo com paixão sim, como um desabafo sobre as metodologias de ensino tradicionalistas que até hoje são utilizadas em grande parte as escolas de ensino médio.

Assim não preciso sonhar em ter relevância, pois esse artigo é pessoal e não foi feito para conseguir “clientes”, pois não sou um profissional no ramo, médico, psiquiatra ou vendedor de remédios, apenas relato meu ponto de vista no campo da didática em perfil com déficit de atenção.

Quero deixar claro, portanto, é que esse artigo assim se fundamenta em minha vivência com o problema da falta de atenção e a busca clínica de solução para melhor desempenho para tal.

Ao final das contas concluo que a personalidade está no meu caso específico acima do transtorno sendo totalmente controlável, não valendo a pena sentir as contra-indicações da ritalina, que eu sei que existe, por um pouco mais de velocidade de pensamento. Cada um tem um rítimo e devemos buscar nos conhecer melhor para segui-los em sua plenitude.

Concordo que a ritalina não mata a criatividade como disse outra pessoa em comentário. O que a destrói é a falta de auto-estima motivada pela insatisfação de atingir certos padrões que a sociedade impõe.

Também acredito que as pessoas não são crianças e cada um deve ter autonomia suficiente para avaliar um artigo e principalmente buscar o autoconhecimento de sua própria personalidade, defeitos e dons. Por isso mesmo cito Hegel e sua Dialética, onde nos convida a sempre estarmos contrapondo idéias para verificar sua realidade. É claro que pode existir com certeza casos graves em outros indivíduos, constatados e diagnosticados não somente por um psiquiatra, mas por uma junta envolvendo pedagogo, psicólogo, fono, clínico… Para tais casos certamente um tratamento em campos múltiplos deve ser avaliado e seguido…

No meu caso, e acredito em muitos outros, basta o autoconhecimento e reforma íntima.

6 10 2010
Andrézão

trabalho em uma siderurgica de nivel global que esta entre as mais rentaveis do setor, sou dda ,imagine ter que decorar politicas ,regras, padroes e sempre estar sendo auditado por meus superiores falar em publico executar tarefas criticas,imagine isso para um dda, pressão constante , porem a ritalina e a bupropiona me permitem controlar meus impulsos minha ansiedade depressão e extrema dificuldade de concentração, sou kardecista porem não acredfito em tudo escuto , casos como crianças indigo e outros para mim estão longe de serem explicaçãos convincentes.
o que me preocupo em ver é minha realidade ,hoje uma carreira promissora, coisa que eu nem sonharia na minha condição anterior,e minha criatividade continua a mesma pra não dizer melhor.

18 11 2010
Claudio

o Guilherme tem razãokkkk
aiai , alguem aki ,pinta, desenha,compoe,encena? esse povo esquece a chave e sai falando q é dda kkkkkkk cada uma viu e esses comentarios dda escreve assim depois de 5 comprimido de ritalina kkkkk

quero ver vc fazer alguem chorar pq não pensou antes de falar, afundar em uma prova pq nao conseguiu ficar queito e chutou tudo, errar o nome pq confunde as letras q tem a mesma cor kkkkk

Qualquer um pode ter os sintomas de DDA ou até simular, devido as circusntâncias do meio.
Mas eu nasci assim, sei o q to falando e o medicamento “mata criatividade”, kkkkkkkkk vai ler quimica-organica kkk neuro ciênciakk pcicologiak

o cara c fala, fala e fala kkkkkkk os 10% são de onde ? fonte ?
kk faz textos do renascimento ou cita a frases de seus fãs kkkkk

21 11 2010
Claudinho

Oi Gilherme, ótimo humor pelo que vejo… Agradeço a participação!

Bem para evitar alguns maus entendidos esclareço que o meu singelo artigo está voltado para crianças e para métodos de ensino-pedagogia perante as instituições e pelos pais que antes de mais nada devem ser corretos.

É claro que existem casos onde a necessidade de diagnóstico clínico de DDA é evidente, mas em minha opinião a busca clínica deve ser feita após esforços na área pedagógica e educativa de todos os envolvidos.

Tenho certeza que o diagnóstico correto de DDA será um alívio para muitas pessoas que são taxadas de incompetentes, alienadas, desatentas e por ai vai.

Mas também querer que uma pessoa possuidora apenas de “memória fraca” com um certo nível de desatenção seja um Operador de Caldeira ou médico cirúrgico é complicado. Mas nada impede que seja um excelente professor pela sua criatividade em transmitir conhecimentos…

Espero ter esclarecido o meu ponto de vista. Seu comentário foi importante para complementar esse artigo.

Sucesso.

1 05 2012
Rafaela Palasio

Olá gostei do seu artigo, gostaria de pedir permissão para coloca-lo no meu blog http://einsteintambemtinhatdah.blogspot.com.br/ respeitando é claro a autoria do texto e cintando o link de fonte original. Obrigada Rafaela

2 05 2012
Claudinho

Sem problemas. Excelente a iniciativa do seu blog unindo opiniões e correntes sobre o assunto. Bom trabalho.

2 05 2012
Rafaela Palasio

Obrigada! Também gostei muito do seu blog, é importante que alguém quebre certos paradigmas e traga outras formas de pensar sobre a mesma coisa, assim as pessoas podem decidir e refletir sobre o que elas querem acreditar ou não. Parabéns!

28 10 2012
Lima

Parabens Dr.Guilherme, suas palavras foram sabias.

28 10 2012
Lima

Você nao sabe o que esta falando Claudio.

28 10 2012
Claudinho

Caro Lima, sei muito bem o que estou falando, pois esse artigo é sobre minha própria vivência. É claro que cada pessoa representa uma individualidade única e o que me serve para outros não há fundamento algum. E como disse no artigo…

“Acrescento aqui um esclarecimento. É claro que existe casos realmente de Deficit de Atenção que necessitam de medicamento para se adaptarem ao meio em que vivem…

Contudo o foco desse artigo é para os muitos casos em que as crianças e ou adolescentes por pressão da sociedade são tarjados como DDA.”

Sendo assim acredito que cada leitor terá uma opinião sobre o assunto e agradeço a sua opinião e participação.

Ressalto que a base de minha opinião resume-se em que os esforços educacionais e pedagógicos para com as crianças nos casos de DDA devem vir primeiro do que os esforços clínico – medicamentais. Espero assim ter esclarecido melhor.

Saudações.

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