Gilberto Gil e a Fé Raciocinada

23 11 2007

Mensagem de otimismo e fé diante das circunstâncias difíceis da vida. Nessa bela música versão de “no woman no cry” de BoB Marley, o brilhante Gilberto Gil nos passa uma mensagem de fé. Interessante ressaltar a posição que devemos manter diante dos problemas: Não chorar, não se desesperar.

O desespero, medo, insegurança e aflição são portas fechadas para nossos protetores. Assim nos mantendo estamos perdendo a sintonia com os bons espíritos e entrando em baixa vibração.
Portanto diante de situações difíceis, elevemos nossos pensamentos e tenhamos a fé raciocinada na existência de um mundo espiritual invisível onde estamos sempre amparados se estivermos confiantes. A nossa oração sempre é ouvida. Muitas vezes não nos livra de situações difíceis, pois temos que passar por elas. São reações de nossas ações em vidas passadas, são provas para nossa resistência moral, são degraus na ascensão espiritual.
Assim sendo, encaremos as dificuldades com fé, resignação, paciência e certeza que toda ação produz reações. E nessas reações devem estar nosso raciocínio para elevação de nossa fé.
Força e Paz a todos!

Gilberto Gil
Não chores mais [Woman no cry]

G D Em C
No woman, no cry |
G D7 G (D……0…2….4…..0)
No woman, no cry BIS
G Bm Em C G D7 Em C
Bem que eu me lembro a gente sentado ali na grama do aterro sob o sol
G D7 Em
Observando hipócritas disfarçados rondando ao redor
C G/B Am F C G/B Am F
Amigos presos, amigos sumindo assim, prá nunca mais
C G/B Am F C G C G7
Nas recordações retratos do mal em si, melhor é deixar prá trás
C G/B Am F
Não, Não chores mais
C G/B Am F
Não, Não chores mais
C G/B Am F C G/B Am F
Bem que eu me lembro a gente sentado ali na grama do aterro sob o céu
C G/B Am F C G/B Am F
Observando estrelas junto á fogueirinha de papel
C G/B Am F C G/B Am F
Quentar o frio, requentar o pão e comer por você
C G/B Am F C G C
Os pés de manhã pisar o chão , eu sei a barra de viver
C F C
Mas, se Deus quiser
C G/B Am F
Tudo, tudo, tudo vai dar pé , tudo, tudo, tudo vai dar pé
C G/B Am F
Tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé
C G/B Am F
Tudo, tudo, tudo vai dar pé, tudo, tudo, tudo vai dar pé
C G/B Am F
Não, não chore mais
C G/B Am F
Não, não chore mais





Vigilância

12 11 2007

“Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal na Operação Furacão teriam flagrado pedido do ministro Paulo Medina, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aos examinadores do concurso para que aprovassem o candidato Leonardo Bechara Stancioli, seu parente.”
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/04/25/materia.2007-04-25.4071003895/view

“Suspeitas de quebra de sigilo e fraude para beneficiar filhos, noras, genros e sobrinhos de desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro poderão anular o concurso público para juiz no estado.”
http://conjur.estadao.com.br/static/text/53720,1

“O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) entregou hoje ao secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, um relatório sobre o caso de doping da nadadora Rebeca Gusmão. O caso, agora, deve ser investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Saúde Pública.”
http://www.atarde.com.br/esporte/noticia.jsf?id=805456

Todos nós brasileiros devemos ter muito mais vigilância no campo das ações profissionais e materiais. O brasileiro está acostumado com a propaganda da impunidade, com a propaganda de bandidos que se dão bem, com políticos que roubam e não são punidos, com a publicidade do “jeitinho brasileiro”!
Esquecem, porém, que toda ação possui reação. Ou seja, toda ação negativa – invariavelmente recebe de volta uma reação igualmente negativa, seja no dia seguinte, no ano seguinte, ou até mesmo numa reencarnação seguinte…

Vale dizer que, se não acredita em reencarnação reflita na seguinte questão: Se Deus é tão bom para todos, como nascem pessoas em família ricas e outras em famílias paupérrimas? Como umas nascem com deficiências físicas e outras com grande perfeição e beleza? Resposta dada pelas ações dos indivíduos em vidas passadas sendo refletidas no nascimento da próxima vida. (lei da ação e reação)

Mas voltando ao assunto, devemos nos vigiar nas ciladas que a vida pode apresentar como forma de conseguir algo de maneira mais fácil. Não apenas grandes erros – como desvios de verbas públicas, mas em atos corriqueiros do dia-a-dia como o “furar fila”, dirigir com imprudência, adulterar algum documento, comprar documentos e títulos, falsificar carteiras estudantis, e outras pequenas “corrupções” do dia-a-dia.

Assim procedendo, mesmo que não sejam descobertos os “jeitinhos”, estamos certamente nos compromentendo na lei da ação e reação.

Além disso, invariavelmente estaremos prejudicando alguém com esses “jeitinhos”. Assim procedendo estamos nos comprometendo de forma carmática com as pessoas prejudicadas e obrigatoriamente iremos pagar por isso.

Não é tarefa fácil evitar e resistir a essas pequenas “corrupções” do dia-a-dia. A sociedade brasileira aliada com a impunidade judicial acaba por incentivar-nos a sua prática. Porém temos que começar a ter orgulho, no sentido benéfico da palavra, de buscarmos ser absolutamente honestos e conscientes de nossos atos.
Estejamos sempre nos questionando:

_ O que faço é correto, honesto e ético?
_ Estou prejudicando alguém com minha atitude?
_ O que estou fazendo, gostaria que fizessem comigo?
_ Quando morrer vou lembrar dessa atitude com medo ou receio ou estou em paz comigo mesmo?

Lembramos uma pergunta de Allan Kardec feita ao Espírito da Verdade no Livro dos Espíritos na questão 922:

“922 – A felicidade terrena é relativa à posição de cada um; o que basta à felicidade de um faz a infelicidade de outro. Existe, entretanto, uma medida de felicidade comum a todos os homens?

– Para a vida material, é a posse do necessário; para a vida moral, a
pureza da consciência e a fé no futuro.”

Que tenhamos a força moral de dizer NÃO as oportunidades fraudulentas que surgem como PROVAS do verdadeiro sucesso em nossas vidas!
1 Não queiramos encontrar no plano espiritual todas as pessoas que prejudicamos – nos cobrando reparação !





Finados… E nós… para onde vamos ?

5 11 2007

Pelos estudos espíritas, sabemos que através de nossos pensamentos podemos entrar em contato com os espíritos. Através da oração portanto, podemos conversar com nossos amigos e familiares já desencarnados (falecidos). Assim no dia de finados não há necessidade de ir ao cemitério, pois o espírito não mora naquele local. Está sim onde surge nosso pensamento afim.

Faço portanto algumas sugestões que poderiam ser substituídas pelo ritual de ir ao cemitério e que provavelmente agradariam bem mais os falecidos homenageados pela data terrena estipulada:

– Ir a um orfanato ou asilo levando doces e balas para alegrar a vida daquelas pessoas tão excluídas da sociedade.

– Ir a um hospital e visitar alguns doentes solitários e necessitados entregando uma mensagem de fé e solidariedade;

– Fazer companhia a alguém que tenha uma vida solitária;

Qualquer outro tipo de caridade seria bem vindo. E durante todo o período da pratica da ação caridosa teríamos o pensamento voltado para os desencarnados a serem homenageados. Provavelmente eles estarão, nesse momento, ao nosso lado – muito felizes – por termos levado-os a uma atividade tão emotiva, alegre e positiva; e sentindo mais felizes ainda por serem os motivadores por tal atitude. A caridade em nome de espíritos desencarnados são presentes concretos para eles.

E quanto a nós… para onde vamos?

Deixo abaixo, para nossa profunda reflexão, um precisoa mensagem do espírito de Emmanuel psicografado por Chico Xavier no livro Justiça Divina:

Lugar depois da morte

Muitas vezes perguntas, na Terra, para onde seguirás, quando a morte venha a surgir…
Anseias, decerto, a ilha do repouso ou o lar da união com aqueles que mais amas…
Sonhas o acesso à felicidade, à maneira da criança que suspira pelo colo materno…
Isso, porém, é fácil de conhecer;
Toda pessoa humana é aprendiz na escola da evolução, sob o uniforme da carne, constrangida ao cumprimento de certas obrigações;
Nos compromissos no plano familiar;
Nas responsabilidades da vida pública;
No campo dos negócios materiais;
Na luta pelo próprio sustento…
O dever, no entanto, é impositivo da educação que nos obriga a parecer o que ainda não somos, para sermos, em liberdade, aquilo que realmente devemos ser.
Não olvides, assim, enobrecer e iluminar o tempo que te pertence.
Não nos propomos nivelar homens e animais, contudo, numa comparação reconhecidamente incompleta, imaginemos seres outros da natureza trazidos ao regime do espírito encarnado na esfera física.
O cavalo atrelado ao carro, quando entregue ao descanso, corre à pastagem, onde se refocila na satisfação dos próprios impulsos.
A serpente, presa para cooperar na fabricação de soro antiofídico, se for libertada, desliza para a toca, onde reconstituirá o próprio veneno.
O corvo, detido para observações, quando solto, volve à imundice.
A abelha, retida em observação de apicultura, ao desembaraçar-se, torna, incontinenti, à colméia e ao trabalho.
A andorinha engaiolada para estudo, tão logo se veja fora da grade, voa no rumo da primavera.
Se desejas saber quem és, observa o que pensas, quando estás sem ninguém; e se queres conhecer o lugar que te espera, depois da morte, examina o que fazes contigo mesmo nas horas livres.

Livro Justiça Divina – Espírito Emmanuel psicografado por Chico Xavier.