Criando a fórmula do amor…

28 06 2008

O segredo de um casamento ou namoro para dar certo é justamente aproveitar todo o aprendizado que ele gera. Um relacionamento é uma das maiores fontes de melhoramento interior que existe. Contudo muitos não sabem disso e não aproveitam essa grande oportunidade de vida !

Assim esboço alguns exemplos em que a vida a dois pode ajudar e espero participações para complementá-los ou receber opiniões.

1. Desenvolver a capacidade de perdoar

Facilmente o parceiro irá detectar defeitos no outro. E facilmente seremos decepcionados, magoados, ofendidos pelo convívio diário com o outro caso sejamos intolerântes. O exercício do perdão é necessário para que possamos tentar nos colocar no lugar do próximo para entender os reais motivos desse estresse. Assim o Perdão é a base de razão para não haver desgaste na relação com o acúmulo de momentos tristes.

2. Acabar com o orgulho

Não se pode perdoar sendo orgulhoso. Talvez seja um dos defeitos mais graves que todos temos. Por exemplo, como ficar quieto e não responder a uma agressão verbal em momento de explosão sendo orgulhoso? A primeira coisa que vem na mente é “o que os outros irão pensar de mim se não fizer nada?” Contudo, devemos ter a caridade moral de entender que ninguém é perfeito e levar o parceiro a refletir em suas ações através do diálogo sereno. Mesmo que seja em outro momento. Ai novamente vem aquela vozinha do orgulho “o que os outros irão pensar de mim saindo sem responder ?”… Pois devemos saber que os ditos covardes nesse mundo quando chegam no plano espiritual após a morte do corpo são considerados os mais corajosos e estão em melhor situação do que muitos – porque conseguiram combater o orgulho e praticaram o perdão. Portanto nosso companheiro(a) é um grande instrumento para exercitarmos o combate ao orgulho que todos temos. E promovendo nosso próprio crescimento como pessoa, de quebra, através do diálogo harmonioso criamos condições do parceiro(a) rever seus conceitos e melhorar sua postura também.

3. Combater e reduzir o egoísmo

Quem pensa mais em sí do que no próximo acaba conseguindo seu objetivo: tornar-se um solitário…
O egoísmo é o maior de todos os defeitos. Ele mata a caridade, a atenção aos detalhes, abre caminhos para a imoralidade, corrompe, derivando dele todos os outros defeitos que existem.
Assim, no caso específico de relacionamento pessoal, devemos estar atentos aos detalhes, datas importantes e principalmente na ação de dar carinho e não esperar por receber. Uma surpresa fora de hora, uma palavra de apoio nos momentos de dificuldade…. quebre o gelo com ações para agradar ao companheiro(a). Qual foi a última vez que conversaram sobre sentimentos ?
O esforço aqui é para acabar com o egoísmo e preparar para o próximo – surpresas, presentes nas datas comemorativas, inovações em eventos, palavras especiais em momentos oportunos, doação de amor. Amor gera amor, apatia gera frieza, egoísmo gera solidão. O que quer desenvolver ?

4. Facilitar o sucesso profissional

As cobranças do parceiro(a) que achamos tão desagradáveis devemos recebê-la como uma grande ajuda, uma grande forma de motivação para que possamos colocar hoje em ação muitas práticas necessárias para construção de nosso próprio futuro. Nosso parceiro quer o melhor para nós mesmos. Muitas vezes não entendemos e pelo orgulho – mais uma vez – acabamos por iniciar brigas totalmente desnecessárias. Devemos aproveitar momentos como esse para desabafar, para colher opiniões sobre nós mesmos… Quem melhor para saber nossos pontos fortes e fracos profissionalmente se não nosso parceiro(a) ?

5. Melhorar a relação Familiar

Irmãos, pai, mãe, cunhado, sogro… As diferenças entre o casal são estendidos na família. Sabe aquela característica que lhe desagrada e que está exercitando o perdão em relação ao seu parceiro(a)? Vai achá-lo com certeza em outros membros da familia dele(a). Assim sendo o exercício aqui é de controlar a “boca” – não falar mal de ninguém. É um aprendizado enorme o controle de nossa fala. A vigilância deve ser muito exercitada para não estarmos falando negativamente de ninguém, características ou diferenças. O que acrescenta comentar características negativas dos familiares com o parceiro(a) ? Nada. Só produz energias negativas e mais complicações. Guardemos para nós mesmos os comentários quando forem inúteis e ajudemos com nossos exemplos de boas ações para gerar aprendizado a todos. E se a incompatibilidade for grande demais, melhor tratar sempre com educação e tentar manter distância.

6. Aprender algo novo

Aula de ginástica, algum esporte, viagens, são bons instrumentos para o casal estar junto e sadio mentalmente e fisicamente…

… Praticar caridade juntos – como visitar um orfanato, um asilo, um trabalho voluntário, dar assistência a pobres – edifica a alma e afasta os maus espíritos…

… Assim, aprender algo novo, principalmente criar o novo dentro da rotina diária é essencial. Pense, converse, aprenda, estude sempre. Que tal uma aula de violão ? Já deixo abaixo a letra da musica de Lulu Santos do vídeo acima com a cifra! Muitas alegrias e diante da dificuldade criemos a certeza da superação pela ação que estamos praticando nesse exato momento.

E por último, mesmo com todas essas medidas é necessário sempre compreensão, paciência e comprometimento de ambos no fomento da união. Bom trabalho a todos.

Letra e Cifra – Tão Bem – Lulu Santos

C                     Em
Ela me encontrou, eu estava por aí
F7+             Bb  B C
Num estado emocional tão ruim
Em          F7+ Bb B
Me sentindo muito mal

Perdido, sozinho

Errando de bar em bar
Em          F7+ A7 G
Procurando não achar
F7+            G
Ela demonstrou tanto prazer
C            Em Fm Em
De estar em minha companhia

Que eu experimentei uma sensação

Que até então não conhecia
Dm
De se querer bem
A
De se querer quem se tem
G     F7+    C          Em      F7+
E ela me faz tão bem, ela me faz tão bem
Dm              Em     C          Am G  F7+ Bb B C
Que eu também quero fazer isso por ela

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8 responses

25 06 2008
Mariana

O meu acabou de acabar e ainda estou muito triste para poder dar alguma colaboração… o máximo que posso fazer é divulgar meu blog do livro Obras Póstumas. Obrigada

25 06 2008
Mariana

Muito lindo seu estudo sobre Joana D’Arc. Irá divulgá-lo?

26 06 2008
Claudinho

Muito bom seu blog do livro Obras Póstumas pelo pouco que verifiquei. Depois que ler com mais atenção mando algum comentário por lá ! Aproveitando vou adicioná-lo no meu blogroll.
Sinto muito pelo fim de seu casamento, mas lembre-se das palavras de Chico Xavier onde nos diz que sempre podemos recomeçar …

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim …”

Bons pensamentos !

http://www.obraspostumas.com/

22 08 2008
claudia regina magalhoes

eu gostei muito dos comentarios ,o meu casamento anda em crise a algum tempo mais eu ja mudei muitas vezes agredito que quem precisa urgentemente mudar e meu marido, ele nunca me ouve e sempre que tento falar com ele ele diz que eu vivo para reclamar ele bebe e opassa tempo dele e tomar cerveja todo o tempo livre nunca fazemos nada junto pois gostamos de coizas diferentes ele so gosta de jogos futebole cerveja ,eu gosto de cinema leitura passeio no shopim etc. acho que ele deveria enchergar que esta destruindo o nosso casamento mais não consigo falar com ele pois ele vai dizer como sempre que eu ja vou reclamar e assim fica tudo comesta duas pessoas que vivem dentro da mesma casa e mal se falam e uma situação horrivel mais o que eu vou fazer ,ja que dependo financeiramente dele pois desde que nos casamos eu fiquei em casa para cuidar da familia da casa dos filhos, então la se vão 19 anos fora do mercado de trabalho e comovoltar agora sinto me presa a um relacionamento falido ,triste e vazio

25 08 2008
Claudinho

“O Tédio na Vida Conjugal

“Floresça onde for plantado, semente de luz que és.” Joana de Angelis

“Narra, então, o Dr. Schuller, segundo Divaldo, que uma jovem, sua conhecida, da cidade de Los Angeles, durante a guerra da Coréia, foi convidada a casar-se antes do período programado. Seu noivo, militar, fora convocado e deveria servir no deserto da Califórnia, a fim de ambientar-se ao clima tórrido, já que seria enviado posteriormente para a Coréia. Nesse local, a temperatura lembrava a região onde deveria servir. Lá, ele iria passar seis meses e era um período demasiado largo para a esposa ficar residindo em Los Angeles.

A jovem achou perfeitamente válido consorciar-se e acompanhá-lo. É dever da esposa seguir o companheiro a fim de com ele repartir as alegrias, tristezas ou preocupações.

Ela visitou a região próxima “à base”, onde o noivo estaria servindo, adquirindo experiência, e constatou que a região era completamente inóspita.

A Aeronáutica não admitia que se levasse familiares, porque não havia acomodações para as mesmas na região reservada aos militares.

Mas eles, na fantasia e encantamento, viram uma aldeia indígena, que fora abandonada tempos atrás. Acharam que e pudesse adaptar uma das cabanas iriam Ter uma vida confortável, apesar de certa distância da chamada civilização tecnológica. Melhoraram, então, duas cabanas, deixando-as o mais confortável possível.

Realizaram o matrimônio numa das mais belas Igrejas em Hollywood e depois transferiram-se para a aldeia.

Nos primeiros dias ela pode constatar como é venturoso amar à alguém. As outras duas semanas tornaram-se monótonas, porque o marido chegando muito cansado não despendia de tempo, nem disposição física e mental para longos diálogos. Os exercícios na área militar eram penosos, a temperatura causticante e as horas de repouso insuficientes.

A jovem esposa passou, portanto, a ter uma vida solitária apesar de acompanhada.

A região era árida e desagradavelmente monótona.

Na terceira semana ela escreveu uma carta à sua mãe e dizia que estava a ponto de enlouquecer. Não suportava a monotonia e estava profundamente decepcionada com o marido. Dizia que ele era um grande egoísta, só pensava nele, em seu trabalho e havia esquecido-a quase que completamente.

Ela estava disposta a abandoná-lo e voltar à comodidade de Los Angeles.

A mãe recebeu a correspondência, e porque era uma senhora sensata, escreveu uma carta que era um poemeto. Dizia em versos brancos, mais ou menos assim:

– Minha filha,

Havia dois indivíduos que estavam presos na mesma cela da penitenciária. Um olhava para cima e via o céu estrelado, o outro olhava para baixo e via a lama e o pó, ambos desagradáveis.

Abraços, Mamãe.

A moça começou a meditar na sabedoria daquele poemeto, embora não o apoiasse, e chegou à conclusão que não é o lugar que torna feliz ou desventurada a pessoa. É o estado de espírito de cada um que torna deliciosa ou perturbadora a sensação do lugar onde se encontra.

Na manhã seguinte ela pegou o seu chapéu de Sol e saiu a andar para preencher a hora vazia. Nesse passeio, ela descobriu, pela primeira vez, uma concha do mar e ficou surpresa de encontrar, naqueles areais, um tipo de calcário e de concha daquele natureza.

Mais tarde ela viria a saber que o deserto da Califórnia, como todos os desertos, oportunamente haviam sido fundos do mar.

Ela pegou a concha e se encantou. Curiosamente foi além e encontrou outra e, ao meio dia, retornou à casa carregada de vários espécimes. Achou aquilo um encanto, e à tarde já estava novamente pelos areais procurando mais. Chegando, à noite, ela estava com mil notícias para dar ao marido.

Fico muito interessada, e na outra semana foi-se afastando da cabana até que encontrou, de repente, com uma taba indígena onde viviam os Cherokees. Ela ficou contente de ver alguém e apesar da discriminação social, dirigiu-se à aldeia e chegando ali, percebeu duas índias que faziam artesanato.

As índias reagiram à presença da mulher branca; ela no entanto fez-se simpática. Observando como as índias trabalhavam, pensou: “Meu Deus, eu sou uma mulher ociosa e a vida luxuosa de Los Angeles fez de mim uma peça decorativa.” Teve até coragem de confessar esse mal estar às duas moças,

“Será que vocês me ensinariam a tecer e em contrapartida eu lhes ensinaria a falar melhor o inglês” – propôs a nossa jovem.

As índias sorriram e aceitaram o desafio. A partir daí, então, ela ia catar conchas e aprendia a tecer o sisal.

Nas conversas com as índias, falou do seu interesse nas conchas que encontrou no deserto.

“Eu sei… No cemitério sagrado que nós temos nas dunas, existem espécimes que os olhos humanos jamais viram” – comentou uma das índias.

Ela se interessou, foi até lá e passou agora a colecionar verdadeiras raridades. A vida passava agora com celeridade e os dias ficavam cada vez mais curtos… Estava tão atarefada que o marido quando chegava encontrava o jantar sobre a mesa, porque era ela quem estava dormindo de cansaço. Mas eles reservavam o Sábado e o Domingo para a convivência.

A felicidade voltou, e ela não falava sobre outra coisa, que não fossem suas conchas e a tecelagem de sisal.

Passaram-se os seis meses e ela deveria voltar a Los Angeles. Começava a ter saudades daquela gente simples e amiga.

Atormentou-se interiormente e não desejava retornar. Seguiu, porém, com o seu marido, pois este era o dever de esposa.

Ao chegar em Los Angeles, falou com vários especialistas sobre as conchas. Alguns sugeriram que ela fizesse uma exposição. O fato chamou a atenção de vários periodistas. Ela apareceu na revista “Life”. A “Time” foi visitá-la para uma entrevista e, em pouco tempo, ela percebeu que era a maior expert em conchas do deserto.

Alguém sugeriu que ela escrevesse um livro. Foi um best seller.

Ela voltou várias vezes na busca de outros espécimes… Foi quando teve uma idéia luminosa: perguntou às índias o que elas faziam da sua tecelagem.

Elas disseram que vendiam a uma cooperativa por uma importância miserável, que mal lhes dava para comprar o material que gastavam na confecção das peças.

Pensou, então, em abrir uma loja, em uma galeria, onde seria exposto o artesanato indígena. Era muito rica, não necessitava de grandes lucros. Da produção ela tiraria os gastos para o aluguel e impostos e mandaria tudo para a tribo. Em breve ela abriu uma outra loja em Bervelly Hills. Vários decoradores lhes encomendaram peças especiais.

Na época que o Dr. Schuller escrevia sobre a experiência dessa jovem, ela mantinha pelos Estados Unidos, uma cadeia de 120 lojas. Os índios tinham organizado várias cooperativas…

Já havia publicado dez livros sobre conchas. Era convidada a proferir conferências internacionais e consultada pelos maiores museus do mundo, inclusive, os de oceanografia. Isto porque ela floresceu onde Deus a havia plantado…

Ao invés de ficar olhando para baixo, para a cela onde havia apenas lama ou pó, ela teve coragem de olhar para cima, aceitar o desafio e descobrir as estrelas.

(*) É necessário que nós saibamos florescer onde quer que a Divindade nos tenha plantado. ”

Parte do texto de autoria de Elisa Côrte do link:
http://aeradoespirito.sites.uol.com.br/A_ERA_DO_ESPIRITO_-_Portal/Palestras/Textos/PALESTRA_TEMA22.html

28 09 2008
Luiz Fernando

Gostaria de saber se posso linkar essa postagem em meu blog, não copiá-la, mas apenas deixar o link para que o visitem.

29 09 2008
Claudinho

Sem problemas, se for para o bem comum, pode copiar também rs

1 06 2011
Ademário da Silva

Quem namora a vida flerta com o tempo!

Aos namorados de todas as idades!
***
Afinidade e namoro
Da alma decoro
De quem a si mesmo se ama
Convivência sutil
Entre o escarlate e o anil
Entre sombras e luzes
Alegrias e dores
Entre o prazer e a carícia
As diferentes tendências
De concessões e anuências
Á sustentar a frequência
Dos corações mais atentos
Faz a lição sofrimento
Germinar coragem e discernimento
E em todos os momentos o amor vem primeiro
Baobá e salgueiro cumprindo papel
***
Almas afins nos braços da vida
E as indistintas…, cicatrizando feridas,
Nos lares, na lida que oportuniza o tempo.
O mesmo sol que aquece pragas e preces
Germina também a semente do bem e da consciência
***
Borralheiras e príncipes
São ilusões e acintes ao sentimento e ao senso
Por que amar é tão simples
Não requer sacrifícios e nem exigências
Amar é a ciência da evolução
***
Maturidade e sentidos
Sentinelas da luz e da emoção
Defeitos e erros a paciência corrige
Quem ama compreende e espera
Quem não…, só reclama e até desespera,
Querendo só pra si no mais puro egoísmo
Criando abismos entre o que sonha e o que precisa
***
Namorar é transformar a si mesmo em parceria ideal
A atração que consolida o desejo de ser
Em alegrias, companheirismo e beijos!
Quem se ama e ao próximo também
Divide por tantos a amizade e o bem
Como valor que mais tem quem mais se doa
A afinidade é raiz de quem vive feliz
Ama sem medo, pois o sentimento é seu,
E não cobra por nada á quem já se deu!
***
Ademário da Silva @=@=@/ 1º/junho/2011

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