Michael Jackson. E agora quem vai ligar para nós?

6 07 2009

O mundo viu nesses dias a morte de um dos maiores músicos do cenário pop mundial. Quem não conhece Michael Jackson?

_Que Deus esteja auxiliando Michael nesse momento.

Contudo a morte de Michael Jackson abala a sociedade materialista acostumada às aparências, aos objetos de riqueza, carros, mansões, parques temáticos, gerando uma máquina de busca contínua de sensações e status social. Michael era um simbolo desse mundo social, da matéria, da música gerando riquezas, da imortalidade dos bens materiais e aparência eternizada em vídeos e músicas.

Nesse momento essa sociedade se desespera por ver que existe o fim.

Convidamos então a refletirmos sobre em que tipo de sociedades queremos viver. Será que sou materialista? Será que vivo para meus bens, ou trabalho no que gosto e meu rendimento é conseqüência da minha satisfação em produzir algo para a sociedade? E mais ainda, será que procuro reservar um tempo para me esclarecer sobre religião, sobre o que vem depois da morte ?

Todos morrem. E nós em relação a isso?

They Don’t Care About Us = Eles não se importam conosco.

Os mortos provavelmente estão cantando a música de Michael “They Don’t Care About Us” do vídeo acima gravado no Brasil com a imagem de Jesus na abertura. Pois verificam como são poucos dentre os vivos, que procuram se informar e estudar o pós-morte e os espíritos – eles.

Vamos mudar isso agora. A Doutrina Espírita, enviada por Jesus, composta dos livros  codificados por Allan Kardec veio justamente esclarecer  as palavras de amor de Jesus e ainda revelar como é a vida após a morte. Temos que ter esse conhecimento, independente de religião, para quando morrermos termos condições de avaliar a situação e sair-se bem dela. É imperioso e urgente esse conhecimento.

Abaixo faço um pequeno resumo de como a morte se processa até o final com o desligamento completo do espírito para o corpo físico.

Para maiores detalhes aconselho o livro do autor Richard Simonetti “Quem tem medo da Morte”. Abaixo uma pequena palestra com esse autor no vídeo abaixo:

Palestra de Simonetti na integra em áudio no link abaixo:

http://www.terraespiritual.locaweb.com.br/espiraudio/rs_morte.html

Divaldo Franco nos fala sobre o Medo da Morte à Luz da Doutrina Espírita:

Em resumo podemos chegar a uns tópicos que podem ser mais detalhados com estudos e com a colaboração de todos nos comentários.

perispirito

Perispírito, Corpo Físico e Pontos de Energias Vitais.

1. Somos espíritos eternos unidos a um corpo físico transitório. “Vivemos antes do berço e vivemos após o túmulo.”

2. A morte, que faz parte da vida, é o falecimento do corpo físico ocorrendo o desligamento com o espírito que continua sua vida eterna.

3. O desligamento com a morte é um termo espírita no qual relata o fenômeno da libertação da energia do espírito perispírito) que estava preso ao corpo físico. (foto ao lado)

4. Essa libertação ocorrida no desligamento é geralmente praticada por benfeitores espirituais que auxiliam o falecido.

5. Em mortes súbitas ou de pessoas ignorantes do assunto, muitas vezes é difícil entender o que se está passando. É necessário saber que continuamos com nossa última forma física após a morte do corpo. Nossa energia fluídica toma forma de nossa última existência. Ao acordar do “sono da morte” muitos não percebem que morreram de imediato. Assim em todos os momentos difíceis devemos nos habituar a orar, pedir auxílio e aceitá-lo. Lembram daquele filme “Gosth, do outro lado da vida”?

6. Sentimentos de raiva, revolta, culpa, inconformismo, aflição, medo no pós-morte dificultam a assistência dos benfeitores espirituais a nós mesmos. Todos devemos nos habituar a mantermos a paz e serenidade por meio de oração e boas ações enquanto vivos. Com essa prática estamos treinando para os momentos do desencarne.

7. O ambiente de velório deve ser respeitoso e de oração. Caso contrário é melhor sair do local. Geralmente o Espírito do falecido está no ambiente sendo “operado” pelos benfeitores espirituais. Comentários desnecessários, maledicências, bate-papos, só atrapalham os trabalhadores espirituais Divinos.

8. Quando as pessoas não conhecem esse processo de pós-morte os benfeitores aplicam uma “anestesia” quando o indivíduo morre e o espírito do falecido só vai acordar quando já tiver sido praticado o processo de desligamento. Dessa forma, ao acordar, muitos espíritos desencarnados não sabem que morreram e acabam se desesperando por  nenhum dos familiares falarem com ele, por exemplo. E pior, ainda muitos acabam não querendo seguir os benfeitores e presenciam os familiares sofrendo, os filhos brigando por herança ou coisa pior.. Vejam que transtorno para um espírito despreparado e ignorante das leis.

9. O apego demasiado as coisas materiais e o culto ao corpo pode levar o espírito falecido a não querer seguir os benfeitores e ficar preso a um carro, as joias, a cofres ou ainda ao seu corpo físico em decomposição. Certamente irá ser assustador para si mesmo. Trabalhemos nossa conduta desde já para não nos apegarmos as coisas materiais. Aqui, no plano físico – tudo é passageiro.

10. Tenhamos certeza, como a existência do oxigênio invisível que respiramos, que Deus está sempre em nós, nos amando infinitamente e nos assistindo em todas as situações. Fé. A oração é sempre o melhor auxílio.

11. O suicídio é a pior das mortes. Existem relatos que informam que o Espírito continua sentindo todas as dores e sentimentos do ato de sua morte por todo o tempo de vida que ainda tinham (energia vital) entrando numa zona terrível pela lei da atração. Mesmo assim após esse tempo de sofrimento eles tem assistência dos benfeitores para reverter a situação e quitar suas dívidas.

12. Essas são informações bem resumidas o qual podem gerar muitas dúvidas., pois foi concentrado aqui somente alguns esclarecimentos sobre o momento  da morte.  Toda simplificação geralmente abre margem para dúvidas, preconceitos,  entendimentos errados. Fica assim o convite para um maior estudo desse assunto  tão importante – Sugerimos a leitura da base do Espiritismo: A Obra da Codificação Espírita – Livro dos Espíritos, Evangelho Segundo o Espiritismo, Obras Póstumas, Livro dos Médiuns, disponíveis para download nos links ao lado; e as obras de Chico Xavier. ( >> )

CONCLUSÕES IMEDIATAS:

Com esse resumo podemos refletir um pouco quanto a prática da pena de morte, da justiça pelas próprias mãos e de tantos assassinatos que acontecem pela intolerância, raiva, descontrole e falta de conhecimento das leis de Deus.

Matar um inimigo, não irá resolver o problema. Um bandido continuará a ser bandido no Plano Espiritual. Um inimigo continuará a ser inimigo no plano espiritual. Somente adia-se o problema com mais agravantes ainda, pois quem praticou atos de violência contra o próximo, mesmo que seja ele um bandido, irá pela lei da ação e reação receber de volta o que praticou futuramente. Mas isso já é outro assunto abordado nesse blog (ver categorias).

Contudo como nos psicografou Chico Xavier, “embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”, iniciemos agora boas ações, atitudes positivas para o próximo, criemos habitualidade nas orações, auto-controle emocional, auto-conhecimento em aplicação a nossa vida atual, mudemos o  destino de nosso futuro alterando o rumo de ações para a paz interior pela caridade. Que nosso Pai Celeste esteja sempre presente em nossos pensamentos.

Assim seja.

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CONTEÚDO EXTRA:

Perispírito (PPS) – http://www.febnet.org.br/file/11/3547.ppt

Links sobre a Morte com as explicações vindas dos Espíritos pela Doutrina Espírita:

A morte doi? – http://www.oespiritismo.com.br/textos/ver.php?id1=151

Desencarne – http://www.ceismael.com.br/artigo/artigo069.htm

Ciência Espírita – http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/esp-ciencia/004/epm.html

José Lucas (diversos) – http://www.espirito.org.br/portal/artigos/jose-lucas/index.html

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One response

30 07 2009
ademario

Sobre a morte

Hoje depois de mais de 150 anos de Doutrina Espírita desde a 1º publicação de o Livro dos Espíritos, uma condição de compreensão fica patente aos nossos olhos de aprendizes: A morte faz parte da vida e dela ninguém se furta. Mas, desencarnar é um processo de aprendizado espírita, de reeducação moral e existencial, que todos podemos alcançar com a mudança de hábitos, conduta e de modo de ser…
Em o Evangelho segundo o Espiritismo em seu capítulo IX: “Bem Aventurados os mansos e pacíficos por que herdarão os céus”; fica claro para nós outros a tarefa de reeducação de valores, ou melhor, á aquisição de valores de maior contundência moral, tais como a doçura, a afabilidade, a obediência e a resignação, que devem por prática diária e rotineira modificar-nos o instinto, aprimorando-o nas vias da auto espiritualização de nossa personalidade…
A morte é um fenômeno que se nos acompanha os passos ao longo da imortalidade que nos agasalha os passos na senda da evolução. Ou, já deveríamos tê-la compreendido e aceitado-a tal como se manifesta em nossas vidas, ou buscado ao longo do tempo simplificar seus efeitos separatistas dos sentimentos desequilibrados e calcados em remorsos e rebeldias, á que nos vinculamos por pura incompreensão de nossa parte de que ela, morte, é lei da natureza, criada por Deus, cujos efeitos se restringem ao mundo da matéria, e o espírito que através dela se desprende do corpo físico não se perde, ou se desconfigura, apenas deixa de ter endereço humano e fixo, assim como CEP e RG, mas, enquanto personalidade imortal continua á existir em outras dimensões da matéria, nas mais das vezes inacessível aos nossos cerceadores cinco sentidos, mas que não escapa aos atrativos consoladores da mediunidade, resguardado é claro o tempo de ambientação nessa outra vida, que é simplesmente a vida verdadeira…
Se buscar no ato de velar o corpo á ser sepultado, desconfigurarmos o ritual católico e antigo, de quantidades excessivas de flores, velas e ladainhas e lhe dermos o perfil de despedida espiritual, de agradecimento ou de encaminhamento áquele que se desprendeu da matéria, ao mundo do pensamento, ou seja, ao mundo espiritual; e encararmos realmente o corpo despojado de alma qual instrumento que foi utilizado por e que já não sustenta os objetivos para o qual foi criado, independente do gênero de morte, tudo ficará com o tempo, mais fácil de ser vivenciado.
Até por que quando vamos á um velório nós vemos a morte do ponto de vista da vida e quando lá no esquife estiver o nosso corpo, veremos a vida do ponto de vista da morte. Se pensarmos mais em quem parte e nos abstermos um pouco mais de nossas carências, remorsos ou coisas que os valha, já estaremos dando um passo á frente no quesito desapego e avançando no aspecto compreensão…

Ademário da Silva **** http://WWW.ademario.wordpress.com
30/julho/2009

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