Provas da vida após a morte …

15 10 2010

” A MENTE QUE SE ABRE A UMA NOVA IDÉIA JAMAIS VOLTA AO SEU TAMANHO ORIGINAL. ” (ALBERT EINSTEIN)

Abaixo a reportagem no programa Mais Você e depois o vídeo da psicografia. Sem mais palavras… Boa viagem !

 





Crítica das Críticas do filme Nosso Lar

4 10 2010

Ninguém atira pedras e árvores sem frutos.

Assim chegou ao cinema o filme Nosso Lar, com uma verba de dar inveja e efeitos visuais e sonoplastia de primeira linha.

Admito que não assisti o filme de imediato, por motivos pessoais, somente na última semana pude ir ao cinema. Contudo as críticas negativas eram tantas e tantas, inclusive de pessoas espíritas que fiquei desestimulado. E por um lado isso foi bom.

Pois o filme é excelente no seu objetivo e superou em muito minhas expectativas. Eu estava pessoalmente esperando o que foi mostrado – que retratasse em conformidade com o Livro Nosso Lar, psicografado por  Chico Xavier a vida do Médico André Luiz após sua morte física.

Muitos dizem que o filme ficou como uma “propaganda do Espiritismo” e que não se adapta ao público maior. Penso ser um engano, pois na realidade o filme está idêntico ao livro. Não teria como adaptar o filme para um público que não acredita na vida após a morte sem ferir o enredo do livro – que deve e foi preservado inteiramente no que foi exposto.

Não é fácil traduzir um livro para a telona com textos profundos e técnicos sem perder sua essência – e exatamente essa questão que a FEB auxiliou. Não é questão de prejudicar quem não é Espírita ou quem não acredita no espiritismo e quer ver o filme apenas para se divertir. É questão de preservar a obra.

Muitos foram assistir o filme na intensão de ver seres extraterrestres atirando raios em fantasmas e espíritos mutantes para no final o mocinho André simplesmente conseguir poderes extra-sensoriais e sair voando pelo espaço. Esse publico, sinto muito, melhor alugar o Matrix novamente.

Nosso Lar não é ficção. É um relato real de um espírito.  É didático sim. A realidade não é tão emocionante quanto um roteiro planejado e imaginado para fazer o expectador pular da poltrona a todo momento.

Logo, o filme em sua excelência é real. Psicografia não é algo fictício. É provado pela Justiça Brasileira no caso em que um falecido em psicografia – através do Chico Xavier – declarou a inocência do amigo devido a um acidente com arma em que foi morto. (Quem não viu no Globo Reporter?).

A direção do Wagner Assis foi corajosa, pois sabia das críticas desde o início. Mas ultrapassando a barreira do vendável agarrou com braço seguro a questão da preservação da integridade do livro e deu o primeiro passo para colocar o cinema do Brasil entre os grandes do mundo.

Muitos críticos acham uma dificuldade analisar um filme “religioso.” Outra questão equívoca. O Espiritismo não é religião. É a ciência que estuda o mundo espiritual e seus fenômenos. Suas consequências são religiosas porque vão ao encontro com a prática de Jesus. Assim como nas  ciências econômicas,  ciências contábeis, ciências sociais, existe a ciência espírita. O filme deve ser criticado sim, para contínuo aperfeiçoamento do cinema brasileiro em geral…

Então o filme poderia ser melhor?  É claro! Afinal tudo nessa vida pode melhorar. Inclusive, e principalmente,  nós mesmos – deixando os excessos  que praticamos, com a bebida, comida,  e outros tipos de atitudes menos favorecedoras ao nosso organismo físico-mental-espiritual de lado. Afinal, acredito que ninguém queira, após a morte física, entrar direto no “umbral” como um suicida indireto…





Sexo Divino

1 10 2010

A Dirigente do Grupo Espírita a qual frequento nos disse uma frase que nunca esqueci: ” O sexo é divino, devemos divinizar o sexo.”

Ao contrário do que muitos imaginam, criando fundos demoníacos, o sexo é divino e deve ser tratado como uma prática de Deus. Essa é a visão da Doutrina Espírita pelo que tenho estudado até agora. Devemos divinizar o sexo em nossa prática.

Através de sexo o ser humano tem a chance de sentir-se como um pouquinho  do sentimento de criação de Deus – pela maternidade e paternidade. Como um ensaio para nossa elevação somos convidados através do sexo a gerar filhos  com responsabilidade e ser chamados como Pai ou Mãe.

Assim como pode o sexo ser um tema proibido na Doutrina Espírita? Como pode não falar de sexo abertamente com nossos filhos ou amigos? E por outro lado, como levar consciência e responsabilidade a prática do sexo sem divulgar o conhecimento? Impossível não falar sobre o sexo.

Contudo o tema deve ser tratado e estudado com profundidade através de estudos sistemáticos e não apenas com comentários frequentes, mas superficiais demonstrando uma abertura de diálogo franca, mas sem conhecimento devido. Dessa forma torna-se até mesmo prejudicial.

Todos estamos sujeitos pela lei da atração a pensamentos de todos os tipos em relação ao sexo. A sociedade e muitos “psicólogos” pregam o liberalismo muitas vezes irresponsável que é amplamente potencializado pelos espíritos promíscuos, ditos vampiros por alguns autores.

Logo, tudo nos é permitido, mas nem tudo nos convém é uma frase da antiguidade que serve de base para tal. Nossa obrigação é filtrar com força máxima essa grande energia do sexo, praticá-lo com responsabilidade e amor divinizando o ato e canalizar o excedente para atividade produtiva.

O Equilíbrio é necessário, pois os desvios são muitos e fáceis de entrar neles – pois quem não gosta de prazer? Mas tudo no campo das sensações é temporário. O prazer passa rápido e nesse momento urge o equilíbrio com a razão. Aliando ainda o agradecimento ao criador pelo momento e a busca pela canalização de nossas energias excedentes para outras atividades torna-se necessário para não cairmos em vícios, desvios e obsessões.

Tudo está muito fácil na atualidade. Meninas e meninas entram no mundo pornográfico por dinheiro e fama, imagens “pesadas” são de fácil acesso a todos via internet. Crianças descuidadas acessam e assistem filmes e fotos. E por ai vai.

Assim o Espiritismo sabe muito bem que a linha do sexo equilibrado é fina e fácil de cair dela. Todos os dias somos bombardeados com milhões de pensamentos para o sexo por espíritos menos elevados. O equilíbrio é um exercício contínuo. Então as Casas Espíritas trabalham com cautela no assunto, mas sempre buscando estudos sistemáticos baseados em obras de Chico Xavier pelo menos uma vez ao ano e com palestras e evangelização dos jovens com mais frequência.

Muitas informações nesse campo ainda não estamos preparados para conhecer, mas a educação sexual é tema fundamental a ser tratado por todos.

Já diante dos desvios – mantemos o respeito e a distância necessária de sua prática – pois não sabemos que tipo de provas aqueles indivíduos estão passando. Quando o desvio ocorre com um familiar o respeito deve ser igualmente aplicado.

Muitos pais não criam limites com seus filhos e assim abrem portas para comportamentos errôneos no futuro. Depois querem expulsá-los de casa. No campo das provas e expiações existem laços invisíveis que vinculam familiares onde a melhor posição a tomar é o respeito e da prática do bom exemplo.

O sexo divinizado com amor não há perdas de energia e sim troca delas com o parceiro.

Links:

Visão Espírita da Sexualidade:

http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/sexualidade/visao-espirita-da-sexualidade.html

Sobre a Masturbação:

http://www.scribd.com/doc/3102519/Espiritismo-Como-Encarar-A-Masturbacao-A-Luz-Do-Espiritismo

Educação Sexual:

http://blog-espiritismo.blogspot.com/2009/11/educacao-sexual-por-osvaldo-magro-filho.html

Videos:

Ermínio Brasileiro

Palestra:

###    Traumas afetivos ###

A mídia costuma divulgar as grandes tragédias coletivas, como enchentes e guerras.
Ela também trata com frequência de eventos ruidosos, a exemplo de assassinatos, assaltos e outros crimes violentos.
Entretanto, há um gênero de conduta discreta e bastante comum, que causa enorme número de vítimas.
Trata-se das lesões afetivas.
As relações humanas nem sempre se estabelecem com o critério desejável.
Movidas por carências ou mesmo por leviandade, as criaturas estabelecem vínculos sem grandes reflexões.
Elas se conhecem em variados ambientes, como no trabalho, em clubes, em bares ou mesmo pela internet.
Sem indagar da existência de real afinidade, permitem-se importantes intimidades.
O conhecimento da essência de alguém demanda tempo e convivência.
Ninguém se mostra como é em rápidos e reduzidos contatos.
Por conta da afoiteza em estabelecer vínculos, é comum o desespero em extingui-los.
Nesse jogo de conhecer, provar e descartar, as pessoas são tratadas como objetos.
Contudo, o ser humano sempre é merecedor de respeito.
Por mais que se apresente frágil e lamentável, em seus hábitos, trata-se de uma criatura de Deus.
A ninguém é lícito iludir o semelhante.
Por vezes, a criatura a quem se experimenta, no jogo dos sentidos, possui graves problemas íntimos.
Como enferma emocional, deveria ser alvo dos maiores cuidados.
Quem a despreza assume grave responsabilidade em face da vida.
As angústias que a vítima vivenciar, os atos que vier a praticar a partir dos maus tratos recebidos, serão debitados a quem lhes deu causa.
É muito importante refletir a respeito das expectativas que se suscita no semelhante.
Pouco importa que os costumes sociais sejam corrompidos e que condutas levianas pareçam comuns.
Cada um responde pelo que faz.
Quem lesiona afetivamente o semelhante vincula-se a ele.
Na conformidade da ordem cósmica, a consideração e a fraternidade devem reger o relacionamento humano.
Aquele que se afasta desses critérios candidata-se a importantes padecimentos.
Trata-se da vida a ministrar os ensinamentos necessários para a educação de cada Espírito.
Assim, ninguém lesa o semelhante sem se lesar também.
Quem provoca sentimentos de inferioridade e rejeição desenvolve complexos semelhantes.
Até que repare o mal que causou, não terá paz e nem plenitude.
Se forem muitas as lesões afetivas perpetradas, imenso será o esforço necessário para cicatrizá-las.
Convém refletir sobre isso, antes de iniciar e terminar relações, sem maiores critérios.
Afinal, será preciso reparar com esforço todo o prejuízo causado com leviandade.
Redação do Momento Espírita.
Em 07.10.2010





A Vigilância e Luiz Gasparetto no Jô Soares

1 10 2010

A Doutrina Espírita é cercada de cuidados e recomendações de vigilância para justamente evitar entrar em caminhos que levem a reações desconhecidas, preconceito, julgamentos e falta de credibilidade. Como diz um sábio da antiguidade, tudo nos é permitido – mas nem tudo nos convém. Assim com nossa livre vontade devemos seguir com vigilância o nosso caminho.

“Luiz Antonio Alencastro Gasparetto (São Paulo, 16 de agosto de 1949) é um psicólogo de formação, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro. Gasparetto obteve reputação mundial no final da década de 1970 e durante quase toda a década de 1980 por excursionar a Europa com Elsie Dubugras a fim de mostrar os trabalhos que, supostamente, famosos artistas pláticos — como Renoir, Da Vinci, Rembrandt, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Picasso, Monet,[1] entre outros — realizavam através de sua mediunidade.[2] Wikipédia

Contudo hoje me deparei com um vídeo  muito interessante do Luiz Gasparetto em entrevista com Jô Soares. O conhecimento que tinha sobre sua vida referia-se a pintura de quadros  por espíritos divulgando o Espiritismo e sabia de sua incrível mediunidade. Desconheço as dificuldades que teve, mas tive uma certa decepção ao verificar o caminho que o Luiz e família tomaram abandonando a Doutrina Espírita e criando uma Editora e um Centro de auto-promoção e renda. Ao mesmo tempo, é claro, busquei o sentimento de respeito pela sua atitude e desejo que tenham muito sucesso em sua jornada  nesse nosso planeta onde todos temos provas e expiações…

A partir da década de 80, rompe com a doutrina espírita e empenha-se em projetos ligados à psicologia, auto-ajuda e espiritualidade, escrevendo livros e ministrando cursos com o objetivo do desenvolvimento do ser. Mais recentemente, porém, em 2009, realizou algumas pinturas mediúnicas em seu Espaço Vida e Consciência. Atualmente, mantém suas atividades ligadas à Nova Era com uma literatura metafísica e com a criação do “teatro de auto-ajuda”[3] ampliando, também, seu veículo de comunicação com o programa de rádio Gasparetto Conversando Com Você na Rádio Mundial.” Wikipedia”

Mas um dos problemas do molde auto-ajuda obtendo renda dela é o descrédito. Assim a tendência de seu caminho infelizmente é para receber acusações de fraude e acabar por desmerecer todo um belo trabalho, como já se pode verificar nos links no final desse artigo e na própria entrevista do Jô Soares – quando ironiza a questão do magnetismo dele para um defeito no veículo (no fim) – apesar da bela mensagem que o Luiz transmite de esperança e vida após a morte.

Toda crítica quando temos a certeza de nossa boa fé  e bom trabalho ficamos leves acima das pedras. Espero que a nova era de auto-ajuda – espiritualista – do Luiz possa seguir iluminado na prática do bem, pois sem sintonia com espíritos elevados não há boa pintura, não há elevadas psicografias como explica o Link ao final desse artigo do Jornal Espírita.

O passo seguinte, envolvendo o fechamento do centro em 1995, marcou o rompimento definitivo da família Gasparetto com a doutrina espírita, principalmente no que se refere ao exercício da mediunidade como prática de doação. Desde meados da década de 1980 os livros de Zíbia e Luiz Gasparetto passaram a ser editados por uma editora de propriedade da família, transferindo-se assim a renda das atividades filantrópicas para a apropriação pessoal dos direitos autorais. Wikipédia

Que a Doutrina Espírita e o movimento Espírita siga sem deturpações, inabalável de questionamentos de dúvida, falsidade ou má fé – na missão de auxílio ao próximo através da prática da caridade que nos ilumina e dá bases a mediunidade gratuita.

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Links

Análise da atitude da família Gasparetto pela Doutrina Espírita:

http://www.jornaldosespiritos.com/4.2006.1/ultima_hora.htm

Produzindo críticas e alimentando Blogs de baixo nível:

http://blogdevaneio.blogspot.com/2009/03/serie-charlatanismo-gasparetos-lexico.html

http://desciclo.pedia.ws/wiki/Zibia_Gasparetto

Criando discussão em fóruns:

http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/uma-fraude-chamada-zibia-gasparetto/

Chico Xavier sobre uma recomendação importante de seu mentor espiritual Emmanuel:

“Lembro-me de que num dos primeiros contactos comigo, ele me preveniu que pretendia trabalhar ao meu lado, por tempo longo, mas que eu deveria, acima de tudo, procurar os ensinamentos de Jesus e as lições de Allan Kardec e disse que se um dia, ele, Emmanuel, algo me aconselhasse que não estivesse de acordo com as palavras de Jesus e Kardec, que eu devia permanecer com Jesus e Kardec, procurando esquecê-lo.”