Provas da vida após a morte …

15 10 2010

” A MENTE QUE SE ABRE A UMA NOVA IDÉIA JAMAIS VOLTA AO SEU TAMANHO ORIGINAL. ” (ALBERT EINSTEIN)

Abaixo a reportagem no programa Mais Você e depois o vídeo da psicografia. Sem mais palavras… Boa viagem !

 

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21 11 2010
Ademário da Silva

Os efeitos emocionais e morais da psicografia

O corpo humano é simples moldura perecível e transitória que nos permite se manifestar num mundo físico, como esse nosso de provas expiações…

Esse corpo com período de validade traçado pela própria natureza, pois que a grande maioria de nós desencarnamos pela exaustão das forças físicas que provoca a extenuação ou falência múltipla de órgãos, muito embora, muitas pessoas saem daqui por outros atalhos que se configuram extremamente dolorosos… Tais os acidentes, assassinatos, suicídios, doenças incuráveis, mortes coletivas, aparentemente inexplicáveis, somando-se á esse parâmetro, os que, mal aqui chegando, dão meia volta volver e se retiram sem maiores explicações…

Se tivesse a humanidade noções básicas sobre a imortalidade, essa dor da separação lenta ou imediata, ganharia os reflexos da luz da compreensão, pois que lastreada por certezas consoladoras e que nos permitem entender o direito de ir e vir entre as dimensões existenciais, apregoadas por Jesus quando afirmou de modo peremptório: “Na Casa de Meu Pai há muitas moradas…
Afirmou Darwin: “Em a natureza nada se pede, tudo se modifica”, e com a criatura humana não poderia ser diferente… Mas, Deus por sua infinita misericórdia, entrelaça as vidas, os seres, os tempos e todas suas criaturas através de mecanismos e disposições, infelizmente ainda desconhecidos da maioria da humanidade…

Os sonhos, as intuições e tantos outros eflúvios espirituais ganham destaque nas falas, nos reencontros entre as pessoas e os seus entes queridos, recém viventes de outras dimensões da vida; e neste viés a psicografia enquanto laço de aproximação espiritual, mesclando emoções com a história de cada, os motivos importantes que levaram a momentânea separação, os laços de afinidade, os poemas que os sentimentos criam nas relações entre as pessoas, os corações carentes se encontram com os corações ausentes nos contornos do grafite fluídico, nos permitindo visitar-nos emocionalmente, ali na fronteira do invisível, filhos e pais, avós e mães, amigos, afetos e amores…

A psicografia sutura esses laços com as linhas da saudade nos tecidos das necessidades recíprocas, emoldurando com os corações a tela da vida que reflete a imortalidade nossa enquanto lei divina e natural…
O lápis que nos fala trazendo notícias de que o amor não morreu e que assim como quem fica por aqui, o espírito recém desencarnado também se vê as voltas com as conseqüências da separação, e aí quando Deus permite, um abraço fluídico nos afaga a consciência e aquece o coração, pelos assopros da mão da mediunidade amiga e benfazeja…

E como é tão importante esse reencontro que descortina o amor Divino que ampara, agasalha e esclarece, que põe a prece da vida nas costuras do tempo, enquanto ungüento, enquanto consolo e medicação moral á confortar, trazendo certezas inconfundíveis que só o coração se explica, aliás se ninguém disse, eu repito: Se a psicografia não existisse, preciso era criá-la urgentemente, pois que a morte ainda não entendida e por aqui mal vivida, causa feridas e transtornos e aquela sensação de abandono, de solidão que a impermanência registra mal grado nosso, nos arcabouços das relações imortais que ainda precisamos descobri-las com altivez de alma e de fé que raciocina…

Abismando pelos lados pessoais, quando recebi as palavras do papai, esculpidas pela psicografia, se fez dia no meu destino, me senti novamente um menino recebendo orientações amigas, afetivas, fraternas na cripta de corações afins. E fez tão bem pra mim… Ouvir, e a gente ouve mesmo, essas palavras:

“Meu filho, que grande benção poder lhe escrever hoje com tanta gente aqui e aí, esperando vez! Eu achei que nem ia poder, mas foi possível.
Filho, ao longo dos anos pude acompanhar você e a todos em nossa família, vi você tornar-se um homem, e o mais importante um homem de bem. Sempre me orgulhei muito disso. Recebi de Deus a graça de um filho honesto, trabalhador e consciente de seus deveres. Não quero que você pense que não sei disso, filho…”
A palavra paterna que me chegou cinqüenta anos depois de sua viagem ao espaço sideral, sob os auspícios da tarefa cumprida, trouxe pra minha vida a certeza de que o que eu procurava era verdade imutável…

Que os laços da afinidade
Que o grafite da psicografia
A amiga mediunidade
São as portas da verdade que Jesus confirmou ao vencer a morte e retornar ao convívio dos discípulos por mais alguns dias…
***
Que Deus nos abençoe á todos, aos espíritos amigos e aos médiuns conscientes de tarefa tão importante…
***
Ademário da Silva @/@/@/ = 21/11/2010

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