Alerta máximo contra abusos infantis, a Doutrina Espírita revela o por quê.

11 09 2012

A cada dia que passa as crianças possuem acesso mais fácil a todo o tipo de informação. É um fato que devemos refletir muito.

As novelas comumente irradiando ambiente de tensão dentro do lar – geralmente ligada na sala onde também as crianças se dirigem, pois as mesmas querem estar perto de seus pais.

A sexualidade facilmente encontrada na internet em imagens eróticas também acessíveis a muitas crianças…

Sendo assim o esforço para uma educação moralmente digna e construtiva deve ser intensivo nos dias atuais. Os questionamentos são inúmeros e a influência dos amigos da escola  impulsionam modismos muitas vezes duvidosos.

Por mais cuidado que tomamos com nossas crianças, devemos prepará-los também a entrar em contato com crianças que não tenham o mesmo cuidado dado pelos seus responsáveis.

A Mãe desde muito era responsável pela moral e educação básica das crianças. Hoje em sua maioria no mercado de trabalho, grande parte do tempo das crianças estão nas mãos de babás, berçários, creches, avós e parentes.

Nos dias atuais portanto, a responsabilidade dos pais é muito maior quanto aos cuidados com os filhos perante a sociedade. Devemos ensinar claramente como a criança deve se comportar em situações impróprias. Falar diretamente para não deixar ninguém tocá-la nas partes íntimas, não tirar a roupa se alguém pedir, não beber nada oferecido por desconhecidos, não falar com estranhos, tendo cuidado inclusive de atentar para comportamentos estranhos com pessoas da própria família.

Ensinar a criança a agir em momentos de tentativas constrangedoras e invasivas é tarefa quase exclusiva dos pais e responsáveis diretos. Devemos além de falar como se comportar, dar exemplos, simular situações, e assim fazer a criança a tomar atitude contrária a qualquer tentativa de violência.

O maior número de abusos sexuais registrados são cometidos em crianças por parentes como registramos abaixo…

De acordo com um levantamento feito pelo Ministério da Saúde em 2011, a violência sexual em crianças de 0 a 9 anos é o segundo maior tipo de violência mais característico nessa faixa etária. Segundo esse levantamento inédito, foi concluído que das 14.625 notificações feitas sobre violência infantil, 35% delas representavam abuso sexual em crianças de até dez anos. Os números são do sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) do Ministério da Saúde.

Grande parte das agressões acontecem na residência da criança (64,5%). Dentre os meios utilizados para a agressão, o mais apontado foi a força corporal/espancamento (22,2%), atingindo mais meninos (23%) do que meninas (21,6%). Grande parte dos agressores são pais e outros familiares, ou alguém do convívio muito próximo da criança e do adolescente, como amigos e vizinhos.

Dessa forma falar para os filhos para nunca tirar a roupa ou abaixar as calças para ninguém, somente para os pais, mães ou responsáveis diretos é o início básico de como a criança deve se comportar.

Ensinar igualmente que existe muitas pessoas e crianças que não tiveram a educação que ela recebe dos pais a fará compreender o por quê de seus colegas fazem coisas erradas.

A criança desde cedo precisa saber conviver com pessoas mal educadas e sobrepor sua boa educação como exemplo ativo.

Futuramente a criança quando jovem terá igualmente mais cuidados com sua privacidade no mundo moderno. O mundo virtual está cheio de armadilhas em que a antiga recomendação de – não se expor para ninguém – ainda será bastante válida !

Allan Kardec

 A Doutrina Espírita é a ciência que estuda o mundo espiritual. Através desse estudo profundo iniciado por Allan Kardec por volta de 1850 em Paris pela observação das mesas girantes e posterior constatação dos fatos espíritas repetidas vezes produziu-se uma grandiosa obra científica e filosófica com consequências obvias religiosas nos livros da Codificação Espírita.

E por meio de estudos dessas revelações espíritas pode-se facilmente verificar os perigos que todos nós estamos sujeitos pela falta de vigilância de nossos pensamentos.

Pois é através de nossos pensamentos diários que nos sintonizamos com determinados espíritos. Se pensamos em ajudar as pessoas atraímos para nós bons espíritos e com eles somos inspirados em muitos setores de nossas vidas para o bem.

Mas se pensamos em assuntos ligado ao sexo atraímos para nós espíritos grotescos com objetivos prejudiciais.

Obviamente se a pessoa tiver pensamentos constantes, com exposição a pornografia, aqueles espíritos prejudiciais ligados ao sexo podem iniciar processo de obsessão. Nesse ponto o indivíduo passa a ter pensamentos constantes de sexo e ter sua vida afetada por desordens. Rendimento profissional é reduzido tendo problemas de cansaço, falta de memória, perda de cabelo e desvios de comportamento…

Não é difícil observar essa influência espiritual, basta passar a analisar os nossos pensamentos, pois muitos deles não são produzidos por nós.

A vigilância então deve ocorrer ao passarmos a analisar as consequências das mesmas sugestões antes de transformá-los em realidade pela ação. E ter ciência de que dentro de nossos pensamentos – muitos não são nossos – é essencial!

E para afastar más influências espirituais, basta fazer o bem. É simples.

Com mais esse conhecimento podemos desde cedo proteger a criança dessas influências espirituais negativas colocando constantemente em atividade construtiva, esportes, novos aprendizados ocupando sua mente em detrimento à exposição nociva de programas de TV e internet.

O aprofundamento da questão pode ser feito com a leitura do Livro dos Espíritos, obra básica da codificação, principalmente no capítulo IX, questões 467 – 469.

Na condição de cristãos, estudantes ou apenas leitores iniciais da Doutrina Espírita, podemos ter a noção da gravidade do assunto. Nos dias atuais de exposição fácil a pornografia qualquer um da família ou próximo dela pode ter comportamento doentio por influência espiritual mais ativa e praticar algum tipo de abuso sexual.

As crianças, principalmente até os dez anos, devem ter liberdade vigiada a todo tempo, porque ainda estão em formação intelectual, moral e comportamental, aprendendo a reagir diante das manifestações sociais certas ou erradas.

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Abaixo uma palestra – Educação e Vivências – de Raul Teixeira onde engloba de forma única toda essência e reflexão sobre a educação do ser humano atual.

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Por que nunca abortar !

9 09 2012

Toda ação produz reações em sentido contrário na mesma intensidade. É a terceira Lei de Isaac Newton. Mas tal descoberta científica nos remete a outra lei que se aplica as nossas relações com o mundo. Assim também temos a Lei da Causa e Efeito uma lei da natureza rege todas as ações praticadas, inclusive as relações interpessoais.

Não é necessário ser um religioso para saber nessas bases lógicas que a produção de uma ação negativa terá efeito contrário na mesma intensidade para o praticante. Ou seja, fazer sofrer o próximo é criar a certeza que o praticante terá o mesmo sofrimento no futuro.

Para quem é religioso temos esses mesmos ensinamentos por parte de todos os profetas no sentido de não produzir o mal. É um fato. A variação está, de religião para religião, apenas no que irá ocorrer ao indivíduo que praticou o mal. E não é boa coisa em nenhuma versão.

Dessa forma o aborto é a produção de uma morte em qualquer contexto. Após a fecundação o ser humano já existe. No seu desenvolvimento gradual no ventre materno já possui todos os seus órgãos em funcionamento na medida que o tempo passa. Destruir um feto é uma terrível produção de dor ao próximo com destino fatal.

O leitor pode imaginar nesse momento a legalidade da lei nos casos de estupro com a fecundação.

E ainda os casos de bebês sem possibilidades de vida, os anencéfalos, que recentemente foram liberados seu extermínio legal.

Devemos saber que tudo tem um motivo. Mesmo as situações mais injustas e dolorosas. E muitos desses fatos dolorosos é justamente a quitação de alguma possível ação negativa da própria futura mãe.

Não temos como visualizar o mundo invisível dos fatos negativos das ações e reações das vidas passadas. Nenhuma junta médica atual pode avaliar isso.

Seguir com uma gravidez indesejada, problemática, mesmo em casos extremos por vítima de estupro, seria um grande benefício para a futura mãe. Mesmo que ela doe essa criança para uma instituição. Quantos pais não procuram adoção de bebês…

Não abortar é uma questão assim de benefício humano futuro. Benefício de todos os envolvidos. Muitas mães produzem a ação do aborto e por falta de conhecimento tornam-se futuras sofredoras. Quem vai saber como estará nosso pensamento daqui há 20 anos… Com a morte não há retorno.

E não é tudo. Médicos que estariam a praticar tal ação, clinicando abortos, também terão sua parcela de sofrimento a colher no futuro. É Lei da Natureza.

Os fatos, ações, reações, consequências são muito evidentes. Nunca abortar é uma questão importantíssima para a felicidade futura. Quantos sofrimentos são causados por abortos inconsequentes.

E o cuidado deve ser ainda maior no que se revela aos métodos contraceptivos. Utilizar de recursos em que o óvulo após fecundado é eliminado, também é aborto. DIU e a Pílula do dia seguinte são métodos de risco.

A Doutrina Espírita nos revela que o espírito de uma criança já está presente quando ocorre a fecundação. O óvulo fecundado pelo espermatozoide já é um a vida independente com alma.

E quanto as pessoas que já se envolveram de alguma forma com aborto, saiba que – “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”

Abaixo um vídeo de Divaldo Franco numa entrevista sobre o tema.

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