JOÃO BATISTA, o último profeta de Jesus e também do Espiritismo.

10 04 2014

     O ultimo profeta para anunciar a vinda do Messias foi João Batista. Sua missão de profeta da vinda do Salvador até hoje é marcante. Mais que isso, Jesus claramente deixou registrada a questão da reencarnação sendo João Batista, o Elias num passado distante. E dessa forma João Batista torna-se parte da anunciação da vinda da Doutrina Espirita – o Consolador. Eu explico…

Pois mesmo com o anúncio da vinda da Codificação Espírita por Jesus, precisávamos de um registro de reencarnação nas escrituras. E o caso de João Batista – Elias é o registro, é a prova da existência da reencarnação documental.

Assim Jesus profetiza a vinda da Doutrina Espírita …

JOÃO 16,7 – “Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. “

JOÃO 15,23 – “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim;”

E com a vida de João Batista relata a positividade da reencarnação, uma das leis de mais resistência por parte de muitos. Vejamos abaixo.

A REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA *

A identificação dos dois personagens como sendo o mesmo espírito está bem claro nas escrituras. O retorno de Elias foi anunciado pelo anjo Gabriel: “[…] o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração; e tua mulher Isabel te dará a luz um filho, e por-lhe-ás o nome de João. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; e irá adiante dele com o espírito e a virtude de Elias, a fim de reconduzir os corações dos pais para os filhos” (Lucas 1:13).

Outra passagem que assinala a identificação do profeta como sendo o próprio João Batista é quando os apóstolos Pedro, Tiago e João perguntaram a Jesus, após a Transfiguração, sobre a volta de Elias: “Por que, pois, os escribas dizem que é preciso que Elias venha antes? Mas Jesus lhes respondeu: é verdade que Elias deve vir e restabelecer todas as coisas; mas eu vos declaro que Elias já veio, e não o conheceram, mas trataram como lhes aprouve. É assim que eles farão sofrer o Filho do Homem. Então seus discípulos compreenderam que era de João Batista que lhes havia falado”. (Mateus 17:10)

Aqui se trata da reencarnação de Elias na figura de João, explicação esta vista pelos apóstolos com muita naturalidade, justamente por estarem familiarizados com a realidade da reencarnação e esta fazer parte de sua crença religiosa, o judaísmo.

As palavras de Jesus confirmam tal fato em Mateus, referindo-se a João como o próprio Elias (espírito): “E, desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus adquire-se à força, e os violentos arrebatam-no. Porque todos os profetas e a lei, até João, profetizaram. E, se vós o quereis compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos para ouvir, ouça” (11:12).

Conclusão

Podemos verificar que Jesus na Bíblia deixa claro a vinda do Espiritismo e registra fatos que conciliam com as revelações por ela alcançadas, como lei da causa e efeito e a mais polêmica que é a reencarnação. Se bem que basta verificarmos nossas boas e más tendências desde o berço, para percebermos que tivemos vivências anteriores a esta vida. É bem lógico.

 LINKS……………………

http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Mod-2-Rot-3-Jo%C3%A3o-Batista-o-precursor1.pdf

http://entendendooespiritismo.blogspot.com.br/2009/04/joao-batista-o-precursor.html

* Parte extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 24, páginas 48-52

 

 

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Pesquisa sobre Ansiedade.

2 04 2014

Em pesquisa sobre o assunto com base na Doutrina Espírita – verifiquei dois artigos importantes que retratam a ansiedade. Um com dicas e outro com explicações provenientes de psicografias de  plano espiritual – mais precisamente do espírito Joanna de Angelis. Ainda uma palestra – vídeo muito interessante para complementar o assunto.

Percebi ainda nos meus estudos a grande importância do acompanhamento psico-clínico-terapêutico especializado como base principal de auxílio na recuperação.

Quanto a Doutrina Espírita, dispõe de imediato, de fonte de conhecimento para o otimismo raciocinado nas leis do Criador. Com o  estudo sistematizado da obra Espírita trabalhamos diretamente nossa fé, pois temos a disposição respostas como – de onde vimos, quem somos realmente e para onde vamos… São questões primárias que muitos ainda desconhecem. Todo conhecimento é fator importante no combate ao medo, fonte primária da ansiedade. Seguindo os passos dos ensinamentos de Jesus iluminados pela Doutrina Espírita todos temos condições de lutar de igual contra o fantasma da ansiedade. O caminho certamente não é fácil! Necessário se faz usar do escudo do perdão (e auto perdão) e da espada da caridade para que possamos seguir em frente sem quedas bruscas. A confiança não existe por acaso. Ela é treinada, trabalhada e deve ser mantida pelo conhecimento, estudo e ação na caridade. Felizes aqueles que acreditam sem nunca me terem visto, já nos dizia Jesus a Tomé ao duvidar de sua existência após sua crucificação.  Sejamos felizes exercitando nossa fé, dia a dia, pois se colhemos frutos amargos agora, nós mesmos o plantamos em momentos anteriores. Sigamos com coragem em nós mesmos trabalhando nosso íntimo sempre em paralelo a orientação médica-psicológica.

Abaixo o material obtido na internet.

O pensador russo Gurdjieff, que no inicio do século passado já falava em autoconhecimento e na importância de se saber viver, traçou algumas regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris.
Segundo os especialistas em comportamento humano, quem consegue praticar a metade dessas lições, com certeza terá mais harmonia íntima e menos stress.

As regras são as seguintes:
– Faça pausas de 10 minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você. Reflicta sobre suas atitudes.
– Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou, querer agradar a todos é um desgaste enorme.
– Planeie seu dia sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
– Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam seus quadros mentais, você se exaure.
– Esqueça de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua actuação, a não ser você mesmo.
– Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre de cerimonias.
– Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
– Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porque são pura perde de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
– Tente descobrir o prazer de fatos quotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem achar que isso é o máximo a se conseguir na vida.
– Evite se envolver na ansiedade e tensão alheias, em caso de conflitos espere um pouco e depois retorne com diálogo e ação.
– Saiba que a família não é você, ela está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
– Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, as vezes a trave do movimento e da busca.
– É preciso ter sempre alguém em quem se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de 100 quilómetros .
– Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância subtil de uma saída discreta.
– Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental; escute o que falarem de bom, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
– Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é óptimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor de cada um destes momentos.
– A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
– Uma hora de intenso prazer substitui com folga três horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca as oportunidades de se divertir, porém esteja consciente do que é diversão para você.
– Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: A Intuição, A Inocência e A Fé.
– Por fim, entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que fizer de você mesmo.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/licoes-para-combater-a-ansiedade-e-o-stress/#ixzz2uODyeYcI

Psicogênese da Ansiedade

Texto do Espírito Joanna de Angelis, retirado do livro “Conflitos Existenciais”.
São muitos os fatores predisponentes e preponderantes que desencadeiam a ansiedade.
Além das conjunturas ancestrais defluentes dos conflitos trazidos de existências transatas, a criança pode apresentar, desde cedo, os primeiros sintomas de ansiedade no medo inato do desconhecido – denominado por John Bowlby como vinculação – e do não familiar. Em realidade, essa vinculação apresenta um lado positivo que é o de oferecer-lhe conforto e segurança, especialmente junto à mãe com a qual interage em forma de prazer. Desde o nascimento, havendo esse sentimento profundo, a criança prepara-se para uma sólida interação com a sociedade, e demonstra-o, desde o princípio, quando qualquer alegria ou satisfação proporciona-lhe um amplo sorriso, apresentando-se calma e confiante.
Quando, porém, isso não ocorre, há uma possibilidade de a criança não sobreviver ou atravessar períodos difíceis, em face do medo inespecífico que seria originado pela ausência da mãe, que os psiquiatras identificam na condição de ansiedade livre flutuante.
O paciente apresenta um medo exagerado, e porque não sabe de quê, fica ainda com mais medo, formando um ciclo vicioso. Dessa ansiedade, as aparentes ameaças externas, mesmo que insignificantes, tornam-se-lhe demasiadamente grandes, culminando, na idade adulta, com uma dependência infantil.

Quando uma criança é severamente punida pelos pais – que se apresentam como predadores cruéis – há maior necessidade de apego, tornando-a mais dependente, buscando refúgio, neles mesmos, que são os fatores do seu medo.

Esse medo do desconhecido, ainda, segundo Bowlby, impõe uma vinculação familiar que, ao ser desfeita, amplia a área da ansiedade.

Certamente, o fenômeno tem as suas raízes profundas na necessidade de reparação da afetividade conflitiva que vem de outras existências espirituais, quando houve desgoverno de conduta, gerando animosidade (nos atuais pais) e necessidade de apoio (no Espírito endividado, que ora se sente rejeitado).

A vinculação com o pai produz segurança, a separação proporciona angústia.
No período inicial, essa vinculação pode ser transferida para outrem, quando na ausência da mãe, mais tarde, porém, como a criança já sabe que é a mãe, não a tendo, chora, perturba-se, inquieta-se, e transfere a insegurança para os outros períodos da existência.
Essa ansiedade básica ou fundamental representa a segurança que resulta de sentir-se a sós, num mundo hostil, em total desamparo, levando-a a um tormento, no qual nunca está emocionalmente onde se encontra, desejando conseguir o que ainda não aconteceu.
Como decorrência da instabilidade que a caracteriza, anseia por situações proeminentes, destaques, conquistas de valores, especialmente realização pelo amor, em mecanismos espetaculares de fuga do conflito…
A busca do amor faz-se-lhe, então, tormentosa e desesperadora, como se pudesse, através desse recurso, amortecer a ansiedade. No íntimo, porém, evita envolvimentos emocionais verdadeiros por medo de os perder e vir a sofrer-lhes as consequências.
Existe uma necessidade de identificação de pensamentos irracionais que, não poucas vezes, são os responsáveis pelo desencadeamento da ansiedade. Basta um simples encontro, algo que desperte um pensamento automático e irracional, e ei-la que se faz presente.
No inconsciente do indivíduo inseguro existe uma necessidade de auto-realização que, não conseguida, favorece-lhe a fuga pela ansiedade, normalmente produzindo-lhe desgaste no sistema emocional, por efeito gerando estresse no comportamento.
Na problemática dos conflitos humanos surge o recalcamento que, segundo Freud, resultaria da ansiedade intensa, de um estado emocional muito semelhante ao medo. Segundo ele, o medo da criança de perder o afeto dos pais, leva-a à ansiedade, que a induz a atitudes de inquietação e agressividade.
Considerando-se, ainda, conforme o eminente mestre vienense, que a ansiedade é muito desagradável à criança, ela se esforçará para ver-se livre. Não conseguindo, foge para dentro de si mesma, experienciando a insegurança por sentir-se impossibilitada de reprimir o que a desperta – o ato interdito.
Processos enfermiços no organismo físico igualmente respondem pelo fenômeno da ansiedade, especialmente se o indivíduo não se encontra com estrutura emocional equilibrada para os enfrentamentos que qualquer enfermidade proporciona.

O medo de piorar, de não se libertar da doença, recuperando a saúde, o receio da falta de recursos para atender às necessidades defluentes da situação, o temor dos comentários maliciosos de pessoas insensatas em torno da questão, o pavor da morte favorecem o distúrbio de ansiedade, que se agrava na razão direta em que as dificuldades se apresentam.

A ansiedade é, na conjuntura social da atualidade, um grave fator de perturbação e de desequilíbrio, que merece cuidados especiais, observação profunda e terapia especializada.
Desdobramento dos Fenômenos Ansiosos

A ausência de serenidade para enfrentar os desafios da existência, faz que o comportamento do indivíduo se torne doentio, cheio de expectativas, normalmente perturbadoras, gerando incapacidade de ação equilibrada e de desenvolvimento dos valores ético-morais corretos.

Ao mesmo tempo, avoluma-se na mente uma grande quantidade de ambições, de desejos de execução ou conquista de coisas simultaneamente, aturdindo, desorientando o paciente, que sempre se transfere de um estado psicológico para outro, muitas vezes alternando também o humor, ora risonho, ora sisudo. A necessidade conflitiva de preencher os minutos com atividades, mesmo que desconexas, diminui-lhe a capacidade de observação, confunde-lhe o pensamento e, quando, por motivo imperioso vê-se obrigado a parar, amolenta-se, deixando de prestar atenção ao que ocorre, para escorregar pelo sono no rumo da evasão da realidade.
Justifica que não está adormecido, mas de olhos fechados, realmente dominado por um estranho torpor, que é fruto do desinteresse pelo que acontece em volta, pelo que sucede em seu entorno, convocando-o a outras motivações que, não fazendo parte do seu tormento, infelizmente não despertam interesse.
O comportamento ansioso, não poucas vezes, é estimulado por descargas contínuas de adrenalina, o hormônio secretado pelas glândulas supra-renais, que ativam a movimentação do indivíduo, parecendo vitalizá-lo de energias, que logo diminuem de intensidade.
 Por essa razão, algumas vezes torna-se loquaz, ativo, alternando movimentações que o mantenham em intenso trabalho, nem sempre produtivo, por falta de coordenação e direcionamento. Noutras ocasiões, sofreia a inquietação e atormenta-se em estado de mutismo, taciturno, mas interiormente ansioso, tumultuado.
Quanto mais se deixa arrastar pela insatisfação do que faz, mais deseja realizar, não se fixando na análise das operações concluídas, logo desejando outros desafios e labores que não tem capacidade para atender conforme seria de desejar.
Na sua turbulência comportamental, os indivíduos tornam-se, não raras vezes, exigentes e preconceituosos, agressivos e violentos, desejosos de impor a sua vontade contra a ordem estabelecida ou aquilo que consideram como errado e carente de reparação.
Os seus relacionamentos são turbulentos, porque se desejam impor, não admitindo restrições à forma de conduta, nem orientação que os invite a uma mudança de comportamento.
Quando são atraídos sexualmente, tornam-se quase sempre passionais, porque supõem que é amor aquilo que experimentam, desejando submeter a outra pessoa aos seus caprichos e exigências, como demonstração de fidelidade, o que, após algum tempo de convivência, torna-se insuportável, em razão dessas descargas contínuas de epinefrina que respondem por essa necessidade de mudanças de conduta, pela instabilidade nas realizações.
 O quadro de ansiedade varia de um para outro indivíduo, embora as características sintomatológicas sejam equivalentes.
 Estressando-se com facilidade, em razão da falta de autoconfiança e de harmonia interna, o paciente tende a padecer transtornos depressivos, quase sempre de natureza bipolar, com graves ressonâncias nos equipamentos neuronais.
Passados os momentos de abstração da realidade, quando a melancolia profunda mergulhou-o no desinteresse pela vida e na tristeza sem par, o salto para a exaltação leva-o, com freqüência, aos delírios visuais e auditivos, extrapolando as possibilidades, para assumir personificações místicas ou histriônicas, poderosas e invejadas, cujas existências enganosas encontram-se no seu inconsciente.
Terminado o período de excitação, no trânsito para o novo submergir na angústia, torna-se muito perigoso, porque a realidade perde os contornos, e o desejo de fuga, de libertação do mal-estar atira-o nos abismos do autocídio.
Desfilam em nossa comunidade social inúmeros indivíduos ansiosos que se negam ao reconhecimento do distúrbio que os atormenta, procurando disfarçar com o álcool, o tabaco, nos quais dizem dispor de um bastão psicológico para apoio e melhor reflexão, nas drogas aditivas ou no sexo desvairado, insaciável, o que mais lhes complica o quadro de insanidade emocional.
O reconhecimento da situação abre oportunidade para uma terapia de auto-ajuda, pelo menos, ensejando-se receber de imediato o apoio do especialista.
Terapia para a Ansiedade

Inquestionavelmente, todas as aflições e todos os desapontamentos que aturdem o ser humano procedem-lhe do Espírito que é, atado aos conflitos que se derivam das malogradas experiências corporais transatas.

O self, ao largo das vivências acumuladas, exterioriza as inquietações e culpas que necessitam de ser liberadas mediante a catarse pelo sofrimento reparador, a fim de harmonizar-se.
Quando isso não ocorre o ego apresenta-se estremunhado, inquieto, ansioso…
Especificamente, no distúrbio da ansiedade, esses fenômenos atormentadores sucedem-se, como liberação dos dramas íntimos que jazem no inconsciente profundo – arquivados nos recessos do perispírito – e afetam o sistema emocional.
A terapêutica libertadora há que iniciar-se na racionalização do tormento, trabalhando-o mediante a reflexão e a adoção do otimismo, de modo que lentamente a paciência e o equilíbrio possam instalar-se nas paisagens interiores.
Psicoterapeutas hábeis conseguirão detectar as causas atuais da ansiedade – remanescentes das causalidades anteriores – liberando, a pouco e pouco, o paciente, através da confiança que lhe infundem, encorajando-o para os cometimentos saudáveis.
Em alguns casos, quando há problema da libido, o psicanalista poderá reconduzir o indivíduo à experiência da vida fetal, ou da perinatal, ou infantil no lar, destrinçando as teias retentivas em torno da perturbação que não conseguiu digerir no período da ocorrência.
Transferindo os medos e as incertezas para o inconsciente, ei-los agora ressumando em forma de ansiedade, que poderá ser diluída após o trabalho de psicanálise nas suas origens.
O paciente, no entanto, como responsável pelo distúrbio psicológico, deve compreender a finalidade da sua atual existência corporal, instrumentalizando-se com segurança para trabalhar-se, adaptando-se ao esquema de saúde e de paz.
Nesse sentido, as leituras edificantes propiciadoras de renovação mental e emocional, as técnicas da Ioga disciplinando a vontade e o sistema nervoso, constituem valiosos recursos psicoterapêuticos ao alcance de todos.
Nunca esquecer-se, igualmente, que a meditação, induzindo à calma e ao bem-estar, inspira à ação do bem, do amor, da compaixão e da caridade em relação a si mesmo e ao próximo, haurindo alegria de viver e satisfação de auto-realizar-se, entregando-se aos desígnios divinos, ao tempo em que realizará a tarefa de criatura lúcida e consciente das próprias responsabilidades, que descobriu o nobre sentido existencial.
A ansiedade natural, o desejo de que ocorra o que se aguarda, a normal expectativa em torno dos fenômenos existenciais compõem um quadro saudável na existência de todos os indivíduos equilibrados.
O tormento, porém, que produz distúrbios generalizados, tais: sudorese abundante, colapso periférico, arritmia cardíaca, inquietação exagerada, receio de insucesso, produz o estado patológico, que pode ser superado com o auxílio do especialista em psicoterapia e o desejo pessoal realizado com empenho para consegui-lo.
As aflições defluentes da ansiedade podem ser erradicadas, portanto, graças aos cuidados especializados, adicionados à aplicação da bioenergia por meio dos passes e da água fluidificada que restauram o campo vibratório e revitalizam as células. Outrossim, o hábito da oração e o cultivo dos pensamentos dignificadores são o coroamento do processo curativo para o encontro da saúde e da paz.
Jesus, o Psicoterapeuta por excelência, asseverou, no Sermão da Montanha (Mat 5-4) Bem-aventurados os que choram – recuperando-se das culpas e das mazelas – porque eles serão consolados.

Fonte: http://psicologiaespirita.blogspot.com.br/search/label/Ansiedade

Vídeo sobre ansiedade a luz do Espiritismo –