Diante da discordância na fé – “RJ tem o 2º maior número de casos de intolerância religiosa do país”

5 11 2014

RJ tem o 2º maior número de casos de intolerância religiosa do país (fonte: G1)

“No primeiro semestre de 2014, o serviço do Disque Direitos Humanos (Disque 100), da   Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), registrou 21 denúncias de ofensas à religião no estado do Rio de Janeiro. Mais da metade das ligações de todo o ano passado, com total de 39 denúncias no estado.”  (fonte: G1 – Káthia Mello)

IR

O Brasil é um país com um número incrível de religiões. Contudo em sua maioria há predomínio do pensamento tribal. Cada um coloca seu Deus de acordo com seus interesses, moldam seus rituais, suas roupas, modos e se fecham em uma sociedade particular. E quem não pertence a sua religião é um estranho ou até mesmo inimigo.

Discussões acaloradas são comuns, um querendo convencer ao outro de que sua religião é que seria a verdadeira, a certa.

Obviamente que muitos grandes estiveram nesse planeta, contudo é de maior entendimento a importância de Jesus Cristo, tanto que o período de tempo anual é contado antes e depois do nascimento do grande Mestre. (AC / DC). E, em toda sua visão de futuro da humanidade nos alertou sabiamente:

“Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós com vestidos de ovelhas, e por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura os homens colhem uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda árvore boa dá bons frutos, e a árvore má dá maus frutos. Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos. Toda árvore que não dá bons frutos será cortada e lançada no fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus, VII: 15-20).

Portanto, quando há divergência na fé, verificamos as ações de cada um promove.

O objetivo máximo de toda religião é promover o melhoramento moral do ser participante. E como quesito obrigatório para que tal feito seja possível – temos o ato de servir ao próximo, exemplificado não apenas por Jesus, mas por todos os seus discípulos.

Não adianta palestras maravilhosas sem a participação ativa de cada um na busca do melhoramento pessoal e no esforço da prática da caridade.

Assim como também não adianta começar uma discussão sobre religião, mesmo que o irmão insista em denegrir, desmentir e até mesmo ofender nossa fé. Toda discussão é perda de tempo, pois quando se trada de filosofia, qualquer um pode raciocinar dentro de sua própria lógica e rebater numa discussão. Contudo aceitar as diferenças e se calar diante da discórdia é justamente mais difícil, e o que muitos chamam de fraqueza, na realidade é sabedoria.

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