OVINI, UFOs e o Espiritismo – Doutrina Espírita e a vida em outros planetas

29 05 2018
“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” João 14:2

Não foi por nada que Jesus claramente disse as palavras acima. Aliás, as palavras de Jesus sempre foram muito claras, as pessoas que tendem a procurar interpretações diferenciadas e distorcidas da simplicidade que é.

Quando Jesus disse que há muitas moradas na casa de meu Pai está claro, existem muitas vidas em outros planetas. O Pai é o Criador de todo o Universo, sua casa. E há muitas vidas espalhadas por planetas em todo o universo. É claro. Inclusive reafirma com “se não fosse assim” teria dito. Ou seja, não há razões para mentiras.

Não precisamos de nenhuma mensagem do plano espiritual para confirmar a vida em outros planetas.

Contudo, em diversas obras Espíritas temos referências a vida em outro planeta. A última obra, bem direta por tratar-se do tema “Futuro Espiritual da Terra” escrito pelo espírito André Luiz através do médium Samuel Gomes em 2016 retrata:

(…) “A Terra precisa se ajustar ao equilíbrio dos outros orbes que já se encontram harmonizados ao bem e que esperam há temos que ela venha fazer parte do concerto de movimentos harmônicos do sistema e receba de outros mundos o auxílio necessário para sua estruturação e reconstrução.” (p.37)

Posteriormente, retornando a Bíblia, neste mesmo capítulo temos uma clara anunciação da vinda do Espiritismo:

“Se me amais, guardai os meus mandamentos.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós. (…)
Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. ” João 14:15-18

O Consolador, é a Doutrina Espírita, que através de suas explicações consola a dor e sofrimento da humanidade, pois toda causa possui um efeito, e tudo que plantamos iremos colher, tais explicações através da reencarnação nos faz compreender que – se estamos sofrendo agora, é devido à um mal que plantamos em pretéritos anteriores a esta vida.

Interessante que a própria “reencarnação” está escrito de forma super clara na Bíblia nas palavras de Jesus:

Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?
Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.   João 3:3-7

Tem resposta mais clara que essa? É necessário nascer de novo !! E o que as pessoas fazem? Começam as interpretações, as deformações do que está CLARO ! Somos feitos de água,  desde o ventre, quando embriões, somos 100 % de água, e aos poucos chegamos a fase adulta com certa de 65 % de nosso corpo formada de líquido.

A quantidade de água no corpo humano varia de 50-75%. O corpo humano adulto médio é 50-65% de água, com uma média em torno de 57-60%. A porcentagem de água em bebês é muito maior, tipicamente cerca de 75-78% de água. < https://mentesacorposao.com/qual-quantidade-de-agua-no-corpo-humano/ >

Assim temos que nascer “de novo” !!! Ora o que é isso se não a necessidade de reencarnar ? Mais uma vez a Doutrina Espírita vem lembrar, afirmar e explicar o que já estava claro nas palavras de Jesus. Não basta as boas e más tendências que temos desde o berço ? Não é claro que tais vivências anteriores a esta vida atual é a causa desses dons e vícios que já vem do nascimento?

Assim, todas as coisa que as pessoas na época de Jesus não tinham condições de entender, a Doutrina Espírita aborda de forma franca e direta. Não há mais o que florear em parábolas, a verdade está ai descortinada, Jesus está na Doutrina Espírita disponível para todas as religiões se aproveitarem dessas revelações e explicações.

Aprofundando mais nas explicações da Doutrina Espirita, a cada momento passamos a entender mais as palavras de Jesus, lembrando tudo que ele nos disse de forma absolutamente isenta de interpretações e deformações, resgatando o verdadeiro Cristianismo em sua essência de caridade, boas ações e reforma íntima.

E uma das questões que a Doutrina Espírita retoma e explica de forma clara é justamente a existência de vidas em outros planetas, tema já abordado por Jesus da Bíblia, e agora através do Espiritismo está sendo lembrada e contextualizada com a atual realidade do planeta em transição.

Abaixo o “Livro dos Espíritos”, para download, bons estudos !


Referências:





Desvios Sexuais e o Espiritismo

25 02 2018

Que fique claro: A Doutrina Espírita apenas condena o desvio da promiscuidade, do excesso, do mal. Pois toda causa tem um efeito, e plantar o mal agora, é certeza de colher espinhos no futuro. E o ato sexual em si, de qualquer que seja o desvio, é nobre se há respeito, amor ao próximo e a si mesmo.

Assim no campo sexual, o respeito é a ordem moral a se procurar. E a promiscuidade é justamente o “Comportamento que viola o que é considerado moral.

O exibicionismo, o divorcio banalizado e a prostituição, são atos que podem gerar espinhos dolorosos, são negativos, assim como o exagero, compulsão, vício e os excessos de pornografia são as portas abertas, verdadeiras “iscas” do “anzol da dor futura” no campo sexual.

Portanto, confiamos em nosso coração, em nossa boa intensão, no que realmente sentimos pelo próximo, sem esquecer a busca pela nossa reforma íntima, correção de defeitos que todos temos!  E o relacionamento amoroso e duradouro para esse objetivo é um grande facilitador, pois nossos defeitos são expostos ao próximo. Aproveitar tal oportunidade, deixar o orgulho de lado diante das “brigas” e refletir sobre nossas ações, é algo fundamental para o nosso próprio melhoramento e para o bom relacionamento.

Uma questão importante que merece reflexão particular, refere-se ao Desvio de Gênero: Segundo Divaldo Franco, é  um “Momento de alucinação psicológica da sociedade”. Tal fato ocorre por incentivar tal desvio e até mesmo normalizar o que poderia ser apenas um resgate, incentivando pessoas que não teriam que passar por tal situação. Não se pode condenar o espírito que nasce num corpo masculino com alma feminina. Mas não se pode normalizar para todos, tal exceção, de ordem espiritual. Mais uma vez, no desvio de Gênero, devemos ter respeito, ao invés de tentar transformar num modismo social de portas abertas para a promiscuidade. O desvio respeitoso é uma evolução, mas o incentivo para a promiscuidade, é o mal.

Aproveitemos nossa vida, nossa sexualidade, para vigiar nossos atos e respeitar qualquer indivíduo em condição diferente da nossa, pois todos os comportamentos chamados de “desvios” do normal, merecem ser respeitados, contudo também devem ser educados, assim como qualquer um,  para estar de mão dadas com a educação moral do amor e da família, seja ela formada como for.

Abaixo alguns vídeos que podem esclarecer melhor o assunto, bons estudos.





Casa mal assombrada: O Espiritismo Explica !

13 03 2015
Casa das Irmãs Fox

Casa das Irmãs Fox

O Início

Uma das situações que fazem as pessoas terem preconceito em relação a Doutrina Espírita é a questão do medo de assombração. Ou do receito em ver um “espírito” ou em não deixar os mortos descansar, ou até mesmo, apenas pronunciar a palavra “morte” outras ficam de mal humor.

Mas os fatos do mundo espiritual estão presentes diariamente em nossas vidas através dos espíritos protetores e de toda a influência que surgem em nossos pensamentos! E na maioria das vezes nem nos damos conta dessa influência. Saiba que muitos pensamentos em nossa mente – não são nossos – mas na realidade são produzidos por espíritos.

Além do mais, os fenômenos espíritas são cada vez mais aceitos pela sociedade, principalmente no Brasil, onde através de médiuns de muita bondade, como Chico Xavier, no início, e agora outros tantos ilustres, nos trazem mensagens de conforto e revelações importantes para nossa melhora íntima – que é o objetivo da Doutrina.

E finalmente, um dia também seremos apenas espíritos, sem o corpo físico, é um fato.

Não é fácil entender tudo isso, mas pelo menos nesse artigo abordaremos o tema “assombração”  e assim podermos começar a substituir o sentimento de preconceito e medo do assunto pelo conhecimento dos fatos, e assim saber o que é realidade ou mentira e os porquês.

O próprio começo da própria Doutrina Espírita foi no intuito de estudar os fenômenos tidos como sobrenaturais que aconteciam em Paris, como o caso das Irmãs Fox e as mesas girantes, onde Allan Kardec começou sua pesquisa científica, como podemos assistir no vídeo abaixo seus apontamentos iniciais.

Dessa forma Allan Kardec pode constatar que tais fenômenos eram causadas por espíritos tentando se comunicar. Iniciando-se assim a Codificação da Doutrina Espírita e todo seu estudo dos fatos, baseado na metodologia científica da observação, repetição e constatação.

Casas Mal Assombradas – Meus Apontamentos

Pré-requisitos:

O que posso explicar sobre o assunto, baseado em tudo que estudei até agora, é bem detalhado na Codificação de Allan Kardec “Livro dos Médiuns” onde relata todas as possibilidades de mediunidade (contato de espíritos com o mundo material). É uma leitura essencial para entender todas as possibilidades naturais inexplicadas, ainda, pela ciência.

A existência dos espíritos entre nós é uma realidade. Se ainda tem dúvida quanto a isso seria interessante ler a obra básica “Livro dos Espíritos” e ainda assistir as vídeo aulas sobre iniciação ao Espiritismo no link abaixo.

http://www.tvespirita.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=12:teste&catid=4:cursos&Itemid=5

Agora se quer saber por que eles ficam perambulando por aqui e não vão para o “Céu” ou “Inferno” já é uma questão mais profunda. Caso queiram investigar essa questão aconselho o livro “Céu e Inferno” de Allan Kardec.

Meus Apontamentos

Mas voltando ao assunto, vamos a definição: Casas mal assombradas são ambientes onde existem a presença de espíritos desencarnados e tais espíritos conseguem influenciar fisicamente objetos, criar a sensação de “tato” físico além da produção da mais variada forma de interferência no ambiente.  Em casos mais raros o espírito pode se materializar e tornar-se visível.

Contudo os espíritos para conseguirem atuar no meio material é necessário que eles se utilizem da “energia” de um ser material, ou melhor, de uma pessoa viva (encarnada). Dificilmente há casas mal assombradas onde não há pessoas “vivas”. Sem elas não há doação dessa energia, que no Espiritismo chama-se de Fluido. E não é qualquer pessoa que consegue esse feito. Na Doutrina Espírita chamamos de médiuns, as pessoas capazes de produzir tais fenômenos.

Contudo, pode ocorrer de um apartamento vizinho ter uma pessoa com mediunidade e assim estar produzindo fenômenos em outro apartamento ao lado, onde não há nenhum médium. Tudo isso é possível.

A situação é mais complicada para a pessoa (viva) que é médium. Nesse caso, onde quer que ela esteja, essa pessoa poderá ver espíritos, vultos, efeitos físicos, vozes e tudo mais a todo instante. Se conhece alguém assim, escrevi um artigo sobre isso, antes de chamarem-a de louca, peça pra ler, acredito que irá ajudar :

https://joanadarc.wordpress.com/2008/06/06/sexto-sentido-loucura-de-quem-ve-e-escuta-espiritos-sem-conhecer-o-espiritismo/

Dessa forma existem realmente Casas mal assombradas de verdade! Mas não há nada de fantástico nisso – são fenômenos da natureza ainda não explicados pela ciência – que ainda engatinha nos conhecimentos do plano espiritual.

Logicamente que há muita fraude. A pessoa que estudou o “Livro dos Médiuns” consegue uma boa base teórica para distinguir o que é falso.

O assunto é emocionante e somente a Doutrina Espírita, através das revelações dos próprios espíritos, em psicografia, fornece material para tais explicações. Facilmente pode-se estudar tais assuntos pelos livros indicados e ainda pelas psicografias de Chico Xavier em suas mais de quatrocentas obras.

No vídeo abaixo temos o assunto tratado em forma de entrevista com mais detalhes.

No Link abaixo, trato a questão da pessoa que é médium, e como é importante tais pessoas buscarem o apoio da Doutrina Espírita e Grupos Espíritas para seu próprio equilíbrio:

https://joanadarc.wordpress.com/2008/06/06/sexto-sentido-loucura-de-quem-ve-e-escuta-espiritos-sem-conhecer-o-espiritismo/

Casa mal assombrada na visão espírita, uma referência:

http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2012/08/casa-mal-assombrada-na-visao-espirita.html

Bons estudos !

 





JOÃO BATISTA, o último profeta de Jesus e também do Espiritismo.

10 04 2014

     O ultimo profeta para anunciar a vinda do Messias foi João Batista. Sua missão de profeta da vinda do Salvador até hoje é marcante. Mais que isso, Jesus claramente deixou registrada a questão da reencarnação sendo João Batista, o Elias num passado distante. E dessa forma João Batista torna-se parte da anunciação da vinda da Doutrina Espirita – o Consolador. Eu explico…

Pois mesmo com o anúncio da vinda da Codificação Espírita por Jesus, precisávamos de um registro de reencarnação nas escrituras. E o caso de João Batista – Elias é o registro, é a prova da existência da reencarnação documental.

Assim Jesus profetiza a vinda da Doutrina Espírita …

JOÃO 16,7 – “Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. “

JOÃO 15,23 – “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim;”

E com a vida de João Batista relata a positividade da reencarnação, uma das leis de mais resistência por parte de muitos. Vejamos abaixo.

A REENCARNAÇÃO NA BÍBLIA *

A identificação dos dois personagens como sendo o mesmo espírito está bem claro nas escrituras. O retorno de Elias foi anunciado pelo anjo Gabriel: “[…] o anjo disse-lhe: Não temas, Zacarias, porque foi ouvida a tua oração; e tua mulher Isabel te dará a luz um filho, e por-lhe-ás o nome de João. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus; e irá adiante dele com o espírito e a virtude de Elias, a fim de reconduzir os corações dos pais para os filhos” (Lucas 1:13).

Outra passagem que assinala a identificação do profeta como sendo o próprio João Batista é quando os apóstolos Pedro, Tiago e João perguntaram a Jesus, após a Transfiguração, sobre a volta de Elias: “Por que, pois, os escribas dizem que é preciso que Elias venha antes? Mas Jesus lhes respondeu: é verdade que Elias deve vir e restabelecer todas as coisas; mas eu vos declaro que Elias já veio, e não o conheceram, mas trataram como lhes aprouve. É assim que eles farão sofrer o Filho do Homem. Então seus discípulos compreenderam que era de João Batista que lhes havia falado”. (Mateus 17:10)

Aqui se trata da reencarnação de Elias na figura de João, explicação esta vista pelos apóstolos com muita naturalidade, justamente por estarem familiarizados com a realidade da reencarnação e esta fazer parte de sua crença religiosa, o judaísmo.

As palavras de Jesus confirmam tal fato em Mateus, referindo-se a João como o próprio Elias (espírito): “E, desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus adquire-se à força, e os violentos arrebatam-no. Porque todos os profetas e a lei, até João, profetizaram. E, se vós o quereis compreender, ele mesmo é o Elias que há de vir. O que tem ouvidos para ouvir, ouça” (11:12).

Conclusão

Podemos verificar que Jesus na Bíblia deixa claro a vinda do Espiritismo e registra fatos que conciliam com as revelações por ela alcançadas, como lei da causa e efeito e a mais polêmica que é a reencarnação. Se bem que – basta verificarmos nossas boas e más tendências desde o berço – para percebermos as marcas gravadas de vivências anteriores a esta vida. É bem lógico.

 LINKS……………………

http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/06/Mod-2-Rot-3-Jo%C3%A3o-Batista-o-precursor1.pdf

http://entendendooespiritismo.blogspot.com.br/2009/04/joao-batista-o-precursor.html

* Parte extraído da Revista Cristã de Espiritismo, nº 24, páginas 48-52





“Motorista que caiu da Ponte Rio-Niterói tem alta de CTI, no Rio. ” – O Espiritismo explica.

7 03 2014

rioniteroiqueda

“A concessionária que administra a ponte informou que ela perdeu o controle da direção na altura do vão central da Ponte. O carro bateu na mureta e capotou várias vezes até cair na Baía de Guanabara, de uma altura de 50 metros. Ela foi resgatada por uma lancha.”
“Marina Pinto Borges, de 22 anos, foi transferida para um quarto particular da unidade de saúde, por volta das 13h45. Ela passou por exames que confirmaram a possibilidade de transferência. ”  – G1

Notícias felizes como essa recuperação de um incrível acidente – nos revelam a grande força que existe no plano espiritual, através dos espíritos protetores, e igualmente nos revela a imensa importância da vida humana para o nosso Criador. Demais, sem palavras para relatar tamanho fato, desejo a jovem Mariana que possa se recuperar totalmente e seguir seu caminho, pois através do seu merecimento em vidas passadas pode ser auxiliada de forma espetacular pelo plano espiritual para seguir seu destino nessa vida. Não há coincidências nessa vida, pois nada nos acontece sem que uma causa anterior tenha sido produzida, nessa vida ou em vida anterior.

Abaixo deixo a passagem do “Livro dos Espiritos” onde Allan Kardec pergunta ao Espírito como funciona essa questão do anjo guardião. E temos as respostas diretas do plano espiritual sobre nossos espíritos protetores pela Codificação da Doutrina Espírita:

ANJOS DE GUARDA; ESPÍRITOS PROTETORES,
FAMILIARES OU SIMPÁTICOS

489 Há Espíritos que se ligam a um indivíduo em particular para
protegê-lo?

–Sim, o irmão espiritual; é o que chamais de bom Espírito ou bom
gênio.

490 O que se deve entender por anjo de guarda?
– O Espírito protetor de uma ordem elevada.

491 Qual é a missão do Espírito protetor?
– A de um pai para com seus filhos: conduzir seu protegido ao bom
caminho, ajudá-lo com seus conselhos, consolá-lo em suas aflições, sustentar
sua coragem nas provas da vida.

492 O Espírito protetor é ligado ao indivíduo desde seu nascimento?
– Desde o nascimento até a morte e, muitas vezes, o segue após a
morte na vida espiritual, e mesmo em muitas existências corporais, porque
essas existências são somente fases bem curtas em relação à vida do
Espírito.

493 A missão do Espírito protetor é voluntária ou obrigatória?
– O Espírito é obrigado a velar por vós, se aceitou essa tarefa. Mas
escolhe os seres que lhes são simpáticos. Para uns é um prazer; para
outros, uma missão ou um dever.

493 a Ao se ligar a uma pessoa o Espírito renuncia a proteger
outros indivíduos?
– Não, mas não faz só isso, exclusivamente.

494 O Espírito protetor está inevitavelmente ligado à criatura confiada
à sua guarda?
– Pode ocorrer que alguns Espíritos tenham que deixar sua posição
para realizar diversas missões, mas nesse caso são substituídos.

495 O Espírito protetor abandona algumas vezes seu protegido
quando este é rebelde aos seus conselhos?

– Ele se afasta quando vê que seus conselhos são inúteis e a vontade
de aceitar a influência dos Espíritos inferiores é mais forte no seu protegido.
Mas não o abandona completamente e sempre se faz ouvir; é, porém, o
homem quem fecha os ouvidos. O protetor volta logo que seja chamado.
É uma doutrina que deveria converter os mais incrédulos por seu encanto
e por sua doçura: a dos anjos de guarda. Pensar que se tem sempre
perto de si seres superiores, sempre prontos para aconselhar, sustentar,
ajudar a escalar a áspera montanha do bem, que são amigos mais seguros
e devotados que as mais íntimas ligações que se possa ter na Terra, não é
uma idéia bem consoladora? Esses seres estão ao vosso lado por ordem
de Deus, que por amor os colocou perto de vós, cumprindo uma bela,
embora difícil, missão. Sim, em qualquer lugar onde estiverdes estarão convosco: nas prisões, nos hospitais, nos lugares de devassidão, na solidão,
nada vos separa desses amigos que não podeis ver, mas de quem vossa
alma sente os mais doces estímulos e ouve os sábios conselhos.
Deveríeis conhecer melhor essa verdade! Quantas vezes vos ajudaria
nos momentos de crise; quantas vezes vos salvaria dos maus Espíritos! Mas
no dia decisivo, esse anjo do bem terá que vos dizer: “Não te disse isso? E
tu não o fizeste. Não te mostrei o abismo? E tu aí te precipitaste. Não te fiz
ouvir na tua consciência a voz da verdade? E não seguiste os conselhos da
mentira?” Ah! Interrogai os vossos anjos de guarda; estabelecei entre eles e
vós essa ternura íntima que reina entre os melhores amigos. Não penseis
em lhes esconder nada, porque eles são os olhos de Deus e não podeis
enganá-los. Sonhai com o futuro. Procurai avançar nessa vida e vossas
provas serão mais curtas; vossas existências, mais felizes. Vamos, homens
de coragem! Atirai para longe de vós de uma vez por todas os preconceitos
e idéias retrógradas. Entrai no novo caminho que se abre diante de vós.
Marchai! Marchai! Tendes guias, segui-os: o objetivo não pode vos faltar,
porque esse objetivo é o próprio Deus.

Aos que pensam que é impossível para os Espíritos verdadeiramente
elevados se sujeitarem a uma tarefa tão árdua e de todos os instantes,
diremos que influenciamos vossas almas estando a milhões e milhões de
quilômetros. Para nós o espaço não é nada e, embora vivendo em outro
mundo, nossos Espíritos conservam sua ligação com o vosso. Nós podemos
usar de faculdades que não podeis compreender, mas ficais certos
de que Deus não nos impôs uma tarefa acima de nossas forças e não vos
abandonou sozinhos na Terra sem amigos e sem apoio. Cada anjo de
guarda tem seu protegido por quem vela, como um pai vela pelo seu filho.
Fica feliz quando o vê no bom caminho; fica triste quando seus conselhos
são desprezados.
Não temais nos cansar com vossas questões. Ao contrário, procurai
estar sempre em relação conosco: sereis mais fortes e felizes. São essas
comunicações de cada homem com seu Espírito familiar que fazem de
todos os homens médiuns, médiuns ignorados hoje, mas que se manifestarão mais tarde e que se espalharão como um oceano sem limites
para repelir a incredulidade e a ignorância. Homens instruídos, instruí os
vossos irmãos; homens de talento, elevai vossos irmãos. Não sabeis
que obra cumprireis assim: é a do Cristo, a que Deus vos conferiu. Por
que Deus vos deu a inteligência e a ciência, senão para as repartir com
vossos irmãos, para fazê-los adiantarem-se no caminho da alegria e da
felicidade eterna?  (Livro dos Espiritos, CAPÍTULO 9 . INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPORAL)





A certeza de Galileu e o Espiritismo

25 12 2009

A ciência é uma paixão.

Galileu foi o primeiro físico experimental da humanidade. E assim enfrentou a Igreja numa época em que as pessoas eram queimadas vivias todas as semanas.

Quando Galieu afirmou que todos os corpos caem com a mesma aceleração, não o fez baseado em dogmas ou visões autoritárias. Afirmou isso após estudar meticulosamente a queda dos corpos, medindo seu tempo de queda de várias formas, certificando-se de que estava certo. Assim nascia o método científico: hipóteses científicas devem ser confirmadas por meio de experimentos passíveis de repetição. Toda informação sobre o mundo natural deve ser obtida por meio de observações de fenômenos, quando possível, de sua repetição em laboratório.

Ainda Galileu aperfeiçoou o telescópio aumentando sua capacidade de  ampliação e viu o que nenhum olho humano podia ver na época apontando-o para o céu! Suas observações e repetições o levaram a concluir que Copérnico tinha mesmo razão – o Sol era o centro do cosmo. E assim com quase setenta anos ele tentou convencer a Igreja Católica Romana de suas convicções: Foi condenado pela Inquisição e forçado a abjurar definitivamente toda e qualquer defesa das idéias copernicas e a passar o resto de seus dias em prisão domiciliar morrendo em 1642.

Mas o que a inteligência e coragem de Galileu está vinculada ao Espiritismo ?

O Método Científico.

Em 1854 Allan Kardek se deparou uma família de pessoas com capacidade de entrar em contato com espíritos – que na época pensavam ser uma brincadeira. Seriamente Allan Kardec tratou o assunto com máxima cautela, pesquisou, observou, repetiu e posteriormente comprovou com método científico que o fenômeno natural observado se tratava de uma comunicação com espíritos. Pois repetiu o feito (comunicação com um espírito) repetidas vezes e através de pessoas capazes diferentes e ainda em locais diferentes.

Sua confiança era a mesma de Galileu justamente pelo emprego do método científico na observação, repetição e comprovação da existência da comunicação com espíritos e de toda uma Doutrina se criava naquele momento de tal descoberta. A cada nova investigação, a cada entrevista e observaçao comprovava mais e mais a certeza absoluta do fato pelas suas experiências. E não foi uma semana ou alguns meses de pesquisa. Foi toda sua vida dedicada a observação e codificação em livros desse fato da natureza.

Abaixo um trecho do vídeo sobre Allan Kardec e descrevo na íntegra parte da obra de Allan Kardec “Obras Póstumas” do capítulo “A minha primeira iniciação  no Espiritismo” para que o leitor , sendo Espírita ou não, possa saber um pouco mais da vida de Allan Kardec e da importância do estudo da obra de Kardec para abrir novos horizontes de reflexão – independente de religião:

Foi em 1854 que pela primeira vez ouvi falar das mesas girantes. Encontrei um dia o magnetizador, Senhor Fortier, a quem eu conhecia desde muito tempo e que me disse: Já sabe da singular propriedade que se acaba de descobrir no Magnetismo? Parece que já não são somente as pessoas que se podem magnetizar, mas também as mesas, conseguindo-se que elas girem e caminhem à vontade. — “É, com efeito, muito singular, respondi; mas, a rigor, isso não me parece radicalmente impossível. O fluido magnético, que é uma espécie de eletricidade, pode perfeitamente atuar sobre os corpos inertes e fazer que eles se movam.”

Os relatos, que os jornais publicaram, de experiências feitas em Nantes, em Marselha e em algumas outras cidades, não permitiam dúvidas acerca da realidade do fenômeno. Algum tempo depois, encontrei-me novamente com o Sr. Fortier, que me disse: Temos uma coisa muito mais extraordinária; não só se consegue que uma mesa se mova, magnetizando-a, como também que fale. Interrogada, ela responde. — Isto agora, repliquei-lhe, é outra questão. Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. Até lá, permita que eu não veja no caso mais do que um conto para fazer-nos dormir em pé.
Era lógico este raciocínio: eu concebia o movimento por efeito de uma força mecânica, mas, ignorando a causa e a lei do fenômeno, afigurava-se-me absurdo atribuir-se inteligência a uma coisa puramente material. Achava-me na posição dos incrédulos atuais, que negam porque apenas vêem um fato que não compreendem. Há 50 anos, se a alguém dissessem, pura e simplesmente, que se podia transmitir um despacho telegráfico a 500 léguas e receber a resposta dentro de uma hora, esse alguém se riria e não teriam faltado excelentes razões científicas para provar que semelhante coisa era materialmente impossível. Hoje, quando já se conhece a lei da eletricidade, isso a ninguém espanta, nem sequer ao camponês. O mesmo se dá com todos os fenômenos espíritas. Para quem quer que não conheça a lei que os rege, eles parecem sobrenaturais, maravilhosos e, por conseguinte, impossíveis e ridículos. Uma vez conhecida a lei, desaparece a maravilha, o fato deixa de ter o que repugne à razão, porque se prende à possibilidade de ele produzir-se.
Eu estava, pois, diante de um fato inexplicado, aparentemente contrário às leis da Natureza e que a minha razão repelia. Ainda nada vira, nem observara; as experiências, realizadas em presença de pessoas honradas e dignas de fé, confirmavam a minha opinião, quanto à possibilidade do efeito puramente material; a idéia, porém, de uma mesa falante ainda não me entrara na mente.
No ano seguinte, estávamos em começo de 1855, encontrei-me com o Sr. Carlotti, amigo de 25 anos, que me
falou daqueles fenômenos durante cerca de uma hora, com o entusiasmo que consagrava a todas as idéias novas. Ele era corso, de temperamento ardoroso e enérgico e eu sempre lhe apreciara as qualidades que distinguem uma grande e bela alma, porém desconfiava da sua exaltação. Foi o primeiro que me falou na intervenção dos Espíritos e me contou tantas coisas surpreendentes que, longe de me convencer,
aumentou-me as dúvidas. Um dia, o senhor será dos nossos, concluiu. Não direi que não, respondi-lhe;
veremos isso mais tarde.
Passado algum tempo, pelo mês de maio de 1855, fui à casa da sonâmbula Sra. Roger, em companhia do Sr. Fortier, seu magnetizador. Lá encontrei o Sr. Pâtier e a Sra. Plainemaison, que daqueles fenômenos me falaram no mesmo sentido em que o Sr. Carlotti se pronunciara, mas em tom muito diverso. O Sr. Pâtier era funcionário público, já de certa idade, muito instruído, de caráter grave, frio e calmo; sua linguagem pausada, isenta de todo entusiasmo, produziu em mim viva impressão e, quando me convidou a assistir às experiências que se realizavam em casa da Sra. Plainemaison, à rua Grange-Batelière, 18, aceitei imediatamente. A reunião foi marcada para terça-feira1 de maio às oito horas da noite.
Foi aí que, pela primeira vez, presenciei o fenômeno das mesas que giravam, saltavam e corriam em condições tais que não deixavam lugar para qualquer dúvida. Assisti então a alguns ensaios, muito imperfeitos, de escrita mediúnica numa ardósia, com o auxílio de uma cesta. Minhas idéias estavam longe de precisar-se, mas havia ali um fato que necessariamente decorria de uma causa. Eu entrevia, naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, qualquer coisa de sério, como que a revelação de uma nova lei, que tomei a mim estudar a fundo.
Bem depressa, ocasião se me ofereceu de observar mais atentamente os fatos, como ainda o não fizera. Numa das reuniões da Sra. Plainemaison, travei conhecimento com a família Baudin, que residia então à rua Rochechouart. O Sr. Baudin me convidou para assistir às sessões hebdomadárias que se realizavam em sua casa e às quais me tornei desde logo muito assíduo.
Eram bastante numerosas essas reuniões; além dos freqüentadores habituais, admitiam-se todos os que solicitavam permissão para assistir a elas. Os médiuns eram as duas senhoritas Baudin, que escreviam numa ardósia com o auxílio de uma cesta, chamada carrapeta e que se encontra descrita em O Livro dos Médiuns. Esse processo, que exige o concurso de duas pessoas, exclui toda possibilidade de intromissão das idéias do médium. Aí, tive ensejo de ver comunicações contínuas e respostas a perguntas formuladas, algumas vezes, até, a perguntas mentais, que acusavam, de modo evidente, a intervenção de uma inteligência estranha.
Eram geralmente frívolos os assuntos tratados. Os assistentes se ocupavam, principalmente, de coisas respeitantes à vida material, ao futuro, numa palavra, de coisas que nada tinham de realmente sério; a curiosidade e o divertimento eram os móveis capitais de todos. Dava o nome de Zéfiro o Espírito que costumava manifestar-se, nome perfeitamente acorde com o seu caráter e com o da reunião. Entretanto, era muito bom e se dissera protetor da família. Se com freqüência fazia rir, também sabia, quando preciso, dar ponderados conselhos e manejar, se ensejo se apresentava, o epigrama, espirituoso e mordaz.
Relacionamo-nos de pronto e ele me ofereceu constantes provas de grande simpatia. Não era um Espírito muito adiantado, porém, mais tarde, assistido por Espíritos superiores, me auxiliou nos meus trabalhos. Depois, disse que tinha de reencarnar e dele não mais ouvi falar.
Foi nessas reuniões que comecei os meus estudos sérios de Espiritismo, menos, ainda, por meio de revelações, do que de observações. Apliquei a essa nova ciência, como o fizera até então, o método experimental; nunca elaborei teorias preconcebidas; observava cuidadosamente, comparava,
deduzia conseqüências; dos efeitos procurava remontar às causas, por dedução e pelo encadeamento lógico dos fatos, não admitindo por válida uma explicação, senão quando resolvia todas as dificuldades da questão. Foi assim que procedi sempre em meus trabalhos anteriores, desde a idade de 15 a 16 anos. Compreendi, antes de tudo, a gravidade da exploração que ia empreender; percebi, naqueles fenômenos,
a chave do problema tão obscuro e tão controvertido do passado e do futuro da Humanidade, a solução que eu procurara em toda a minha vida. Era, em suma, toda uma revolução nas idéias e nas crenças; fazia-se mister, portanto, andar com a maior circunspeção e não levianamente; ser positivista e não idealista, para não me deixar iludir.
Um dos primeiros resultados que colhi das minhas observações foi que os Espíritos, nada mais sendo do que as almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral; que o saber de que dispunham se circunscrevia ao grau, que haviam alcançado, de adiantamento, e que a opinião deles só tinha o valor de uma opinião pessoal. Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito por um ou alguns deles.
O simples fato da comunicação com os Espíritos, dissessem eles o que dissessem, provava a existência do mundo invisível ambiente. Já era um ponto essencial, um imenso campo aberto às nossas explorações, a chave de inúmeros fenômenos até então inexplicados. O segundo ponto, não menos importante, era que aquela comunicação permitia se conhecessem o estado desse mundo, seus costumes, se assim nos podemos exprimir. Vi logo que cada Espírito, em virtude da sua posição pessoal e de seus conhecimentos, me desvendava uma face daquele mundo, do mesmo modo que se chega a conhecer o estado de um país, interrogando habitantes seus de todas as classes, não podendo um só, individualmente, informar-nos de tudo. Compete ao observador formar o conjunto, por meio dos documentos colhidos de diferentes lados, colecionados, coordenados e comparados uns com outros. Conduzi-me, pois, com os Espíritos, como houvera feito com homens. Para mim, eles foram, do menor ao maior, meios de me informar e não reveladores predestinados.
Tais as disposições com que empreendi meus estudos e neles prossegui sempre. Observar, comparar e julgar, essa a regra que constantemente segui. Até ali, as sessões em casa do Sr. Baudin nenhum fim
determinado tinham tido. Tentei lá obter a resolução dos problemas que me interessavam, do ponto de vista da Filosofia, da Psicologia e da natureza do mundo invisível. Levava para cada sessão uma série de questões preparadas e metodicamente dispostas. Eram sempre respondidas com precisão, profundeza e lógica. A partir de então, as sessões assumiram caráter muito diverso. Entre os assistentes contavam-se pessoas sérias, que tomaram por elas vivo interesse e, se me acontecia faltar, ficavam sem saberem o que fazer. As perguntas fúteis haviam perdido, para a maioria, todo atrativo. Eu, a princípio, cuidara apenas de instruir-me; mais tarde, quando vi que aquilo constituía um todo e ganhava as proporções de uma doutrina, tive a idéia de publicar os ensinos recebidos, para instrução de toda a gente.
Foram aquelas mesmas questões que, sucessivamente desenvolvidas e completadas, constituíram a base de
O Livro dos Espíritos.
No ano seguinte, em 1856, freqüentei ao mesmo tempo as reuniões espíritas que se celebravam à rua Tiquetone, em casa do Sr. Roustan e Srta. Japhet, sonâmbula. Eram sérias essas reuniões e se realizavam com ordem. As comunicações eram transmitidas por intermédio da Srta. Japhet, médium, com auxílio da cesta de bico. Estava concluído, em grande parte, o meu trabalho e tinha as proporções de um livro. Eu, porém, fazia questão de submetê-lo ao exame de outros Espíritos, com o auxílio de diferentes médiuns. Lembrei-me de fazer dele objeto de estudo nas reuniões do Sr. Roustan. Ao cabo de algumas sessões, disseram os Espíritos que preferiam revê-lo na intimidade e marcaram para tal efeito certos dias nos quais eu trabalharia em particular com a Srta. Japhet, a fim de fazê-lo com mais calma e também de evitar as indiscrições
e os comentários prematuros do público.
Não me contentei, entretanto, com essa verificação; os Espíritos assim mo haviam recomendado. Tendo-me as circunstâncias posto em relação com outros médiuns, sempre que se apresentava ocasião eu a aproveitava para propor algumas das questões que me pareciam mais espinhosas. Foi assim que mais de dez médiuns prestaram concurso a esse trabalho. Da comparação e da fusão de todas as respostas, coordenadas, classificadas e muitas vezes retocadas no silêncio da meditação, foi que elaborei a primeira edição de O Livro dos Espíritos, entregue à publicidade em 18 de abril de 1857.
Pelos fins desse mesmo ano, as duas Srtas. Baudin se casaram; as reuniões cessaram e a família se dispersou.
Mas, então, já as minhas relações começavam a dilatar-se e os Espíritos me multiplicaram os meios de instrução, tendo em vista meus ulteriores trabalhos.

Referências:

Gleiser, Marcelo, 1959. Cartas a um jovem cientista: o universo, a vida e outras paixões. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007

Kardec, Allan, 1804-1869. Obras Póstumas. Tradução de Guillon Ribeiro. 38 ed. Rio de Janeiro: Federação Espírita Brasileira, 2005. 440p.

Links externos:

Ciência e Espiritismo – http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/ciencia/a-ciencia-e-o-espiritismo.html

Método Científico – http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9todo_cient%C3%ADfico

Filme sobre Allan Kardec:





Sexto Sentido: Loucura de quem vê e escuta espíritos sem conhecer o Espiritismo.

6 06 2008

Muitas pessoas vêem e escutam espíritos. E não é nada fácil para quem não conhece a Doutrina Espírita lidar com isso.

“Todo aquele que sente, num grau qualquer a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem…” (Kardec, Allan. Livro dos Espíritos)

O melhor caminho é o estudo sistemático da Doutrina Espírita com uma constante reforma íntima e assiduidade de freqüência a uma Casa Espírita.

Imagine quem não conhece a Doutrina Espírita… Tema até abordado no filme “O Sexto Sentido” como uma aventura de muito suspense. Apesar do filme tratar o assunto de forma sensacional justamente para compor o enredo do filme, fico pensando como deve ser problemático essa situação… Muitos devem pensar que são até mesmo loucos! Contudo o Espiritismo está ao nosso alcance através dos livros da codificação da Doutrina por Allan Kardec em livrarias e na internet.

O desconhecimento do Espiritismo é muito grande e diante do mundo atual, independente de religião, se faz urgente o seu conhecimento através de uma leitura atenta de sua obra.

“O que é Espírito? Espírito é a alma desprendida do corpo físico após sua morte. O corpo morre, assim a alma torna-se um Espírito.”

Podemos receitar um roteiro básico para iniciar um estudo sistemático da obra:

1) Livro dos Espíritos – Allan Kardec – Codificação básica da obra em formato de perguntas e respostas (Allan Kardec pergunta e o Espírito da Verdade responde);

2) Juntamente a obra inicial pode-se estar lendo um livro resumidor da obra como “Espiritismo – Tudo o que você precisa saber.” de Richard Simonetti.

2) Evangelho Segundo o Espiritismo – Allan Kardec. Explica a luz do Espiritismo as palavras de Jesus. Muito bom para reunir a família em estudo no lar.

3) As obras do espírito André Luiz psicografado por Chico Xavier.

4) “Livro dos Médiuns” de Allan Kardec.

Depois da leitura e estudo dessas obras básicas, o leitor pode escolher outras obras mais diversificadas como “Memórias de um Suicida”, por exemplo.

LINKS RECOMENDADOS:

Download gratuito da obra Espírita no link abaixo:

http://www.espirito.org.br/portal/download/pdf/index.html

“Quem é quem???????

Espírito Santo, Anjos, Amigos Invisíveis – são Espíritos bem instruídos conhecedores das leis de Deus e que praticam o bem.

Demônios, Satanás – são Espíritos desinformados das leis de Deus que praticaram o mal e ainda buscam tormentos e obsessões.

Nós humanos – podemos nos tornar ao morrer tanto bons anjos como demônios – depende de nossas ações, pois nós também somos espíritos !”

Abaixo temos um caso real de uma pessoa que possuía grande capacidade mediúnica sofrendo muito até conhecer o Espiritismo. Felizmente consegui harmonizar-se e produzir muitos frutos trabalhando por Jesus na Doutrina Espírita…

Biografia de Peixotinho: Um caso REAL !

Francisco Peixoto Lins (Peixotinho)

“Nasceu na cidade de Pacatuba, Estado do Ceará, no dia 1º de fevereiro de 1905, desencarnando na cidade de Campos, Estado do Rio de Janeiro, 16 de junho de 1966.

Seus pais foram Miguel Peixoto Lins e Joana Alves Peixoto. Bem cedo ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver com seus tios maternos, em Fortaleza, Estado do Ceará, onde fez o curso primário. Em seguida matriculou-se no Seminário Católico, de acordo com o desejo de seus tios, que desejavam vê-lo seguir a carreira eclesiástica. No Seminário sofreu várias penas disciplinares por manifestar a seus educadores dúvidas sobre os dogmas da Igreja. Observando as desigualdades humanas, tanto no campo físico como no social, ficou em dúvida no tocante à paternidade e bondade de Deus. Se todos eram seus filhos, por que tantas diversidades? Indagava. Por que razões insondáveis uns nascem fisicamente perfeitos e outros deformados? Uns portadores de virtudes angelicais e outros acometidos de mau caráter? Dizia então: “Se Deus existe, não é esse ser unilateral de que fala a religião católica.” Desejava saber e inquiria os seus confessores, os quais, diante das indagações arrojadas do menino, usavam o castigo e a penitência como corretivo.

Aos 14 anos de idade desistiu do Seminário e, com a permissão dos tios, transferiu-se para o Estado do Amazonas, em busca de melhores dias, enfrentando os trabalhos árduos dos seringais. Ali trabalhou cerca de dois anos, resolvendo voltar para Fortaleza. Nessa fase de sua vida, nele se manifestaram os primeiros indícios de sua extraordinária mediunidade, sob a forma de terrível obsessão. Envolvido por espíritos menos esclarecidos, era tomado de estranha força física, tornando-se capaz de lutar e vencer vários homens, apesar de Ter menos de 18 anos e ser fisicamente franzino. Esse estado anômalo acontecia a toda hora e Peixotinho, temendo conseqüências mais graves, deliberou não mais sair de casa. Ali ficou acometido de nova influenciação dos espíritos trevosos, ficando desprendido do corpo cerca de 20 horas, num estado cataléptico, quase chegando a ser sepultado vivo, pois seus familiares o tinham dado como desencarnado.

Depois desse episódio, sofreu uma paralisia que o prostrou num leito de dor durante seis meses. Nessa fase, um dos seus vizinhos, membro de uma sociedade espírita de Fortaleza, movido de íntima compaixão pelos seus sofrimentos, solicitou permissão à sua família, para prestar-lhe socorro espiritual, com passes e preces. Ninguém em sua casa tinha conhecimento do Espiritismo e seus familiares também não atinavam com o verdadeiro estado do paciente, uma vez que o tratamento médico a que se submetia não lhe dava qualquer esperança de restabelecimento. O seu vizinho iniciou o tratamento com o Evangelho no Lar, aplicando-lhe passes e dando-lhe a beber água fluida. A fim distrair-se, Peixotinho começou a ler alguns romances espíritas e posteriormente as obras da Codificação Kardequiana. Em menos de um mês apresentava sensível melhora em seu estado físico e progressivamente foi libertando-se da falsa enfermidade.

Logo que conseguiu andar, passou a freqüentar o Centro Espírita onde militava o grande tribuno Vianna de Carvalho, que na época estava prestando serviço ao Exército Nacional em Fortaleza. A terrível obsessão foi a sua Estrada de Damasco. O conhecimento da lei da reencarnação veio equacionar os velhos problemas que atormentavam a sua mente, dirimindo todas as dúvidas que o Seminário não conseguira desfazer. Passou assim a compreender a incomensurável bondade de Deus, dando a mesma oportunidade a todos os seus filhos na caminhada rumo à redenção espiritual.

Orientado pelo major Vianna de Carvalho, Peixotinho iniciou o seu desenvolvimento mediúnico. Tornou-se um dos mais famosos médiuns de materializações e efeitos físicos. Por seu intermédio produziram-se as famosas materializações luminosas e uma série dos mais peculiares fenômenos, tudo dentro da maior seriedade e nos moldes preceituados pela Doutrina Espírita.

Em 1926, foi convocado para o serviço militar e transferido para o Rio de Janeiro, sendo incluído em um batalhão do exército, na cidade fluminense de Macaé. Ali se dedicou com amor à prática do Espiritismo e, com um grupo de abnegados companheiros, fundou o Centro Espírita Pedro, instituição que por muito tempo se tornou a sua oficina de trabalho.

Em 1933, consorciou-se com Benedita Vieira Fernandes, de cujo matrimônio tiveram vários filhos. Por força da sua carreira militar, foi transferido várias vezes, servindo em Imbituba, Santa Catarina; Santos, São Paulo; no antigo Distrito Federal e em Campos, Rio de Janeiro. Onde chegava, procurava logo servir à causa espírita.

No ano de 1945, na cidade do Rio de Janeiro, encontrou-se com vários confrades, dentre eles Antônio Alves Ferreira, velho companheiro no Grupo Espírita Pedro, de Macaé. Nessa época passou a freqüentar o Culto Cristão no Lar, realizado sistematicamente na residência daquele confrade. Posteriormente, unindo-se a Jacques Aboab e Amadeu Santos, resolveram fundar o Grupo Espírita André Luiz, que inicialmente funcionou na Rua Moncorvo Filho, 27, onde se produziram, pela sua mediunidade, as mais belas sessões de materializações luminosas, as quais ensejaram ao Dr. Rafael Ranieri a oportunidade de lançar um livro com esse mesmo título. Peixotinho prestava também o seu valioso concurso como médium receitista e curador.

No ano de 1948, encontrando-se pela primeira vez com o médium Francisco Cândido Xavier, na cidade de Pedro Leopoldo, teve a oportunidade de propiciar aos confrades daquela cidade, belíssimas sessões de materializações e assistência aos enfermos.

Em 1949 foi transferido definitivamente para a cidade de Campos, onde participou dos trabalhos do Grupo Joana D’Arc. Fundou também o Grupo Espírita Araci, em homenagem ao seu guia espiritual.

Peixotinho sofria de broncopneumonia, enfermidade que lhe causava muitos dissabores, porém ele suportava tudo com estoicismo, o mesmo podendo-se dizer das calúnias de que foi vítima, como são vítimas todos os médiuns sérios que se colocam a serviço do Evangelho de Jesus, dando de graça o que de graça recebem. ”

(fonte: Centro Espírita Nosso Lar – http://www.cenl.com.br/biografias/franciscopeixoto.htm )

Abaixo as explicações de Divaldo sobre Mediunidade e Doutrina Espírita…





O que é Espiritismo então ?

13 04 2007

Livro dos Esp�ritos - Allan Kardec  Codificação da Doutrina Espírita. Início no ano de 1853 em Paris por Allan Kardec.

Não é uma religião !? O que é Espiritismo então ?
O Espiritismo não é apenas uma religião, é uma filosofia de vida calcada na ciência, na observação dos fatos, estudo e comprovação. Nós somos espíritos encarnados, presos ao corpo e se o leitor dedicar um pouco de tempo numa pesquisa com certeza encontrará provas concretas de que também existem espíritos que não mais estão presos ao corpo. O Chico Xavier é prova disso. Como alguém com estudo primário poderia escrever 400 livros, entre muitos, somente pode ser feita uma leitura fluente com um dicionário ao lado!
Portanto leitor não há mais tempo para dúvidas, o raciocínio lógico nos leva ao Espiritismo – o Consolador prometido por Jesus em tantas passagens na Bíblia, através do Espírito da Verdade, Allan Kardec codificou todos os ensinamentos e verdades do universo. As pessoas na época de Jesus não estavam preparados para essa verdade, mas nós agora estamos.

Fica muito evidenciado na mensagem de Jesus a certeza da vinda futura do Espiritismo – o Consolador. Diga-se que toda obra Espírita originou-se do plano espiritual, sendo a obra principal ( O Livro dos Espíritos) organizada e codificada por Allan Kardec – utilizando vários médiuns de locais diferentes onde as mesmas perguntas eram feitas ao Espírito da Verdade e comparadas para sua exata precisão e veracidade antes de ser colocada na obra.

JOÃO 16,7 – “Todavia, digo-vos a verdade, convém-vos que eu vá; pois se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, se eu for, vo-lo enviarei. “

JOÃO 15,23 – “Quando vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que do Pai procede, esse dará testemunho de mim;”

“É um paradoxo a terra se mover ao redor do sol e a água ser constituída por dois gases altamente inflamáveis. A verdade científica é sempre , se julgada pela experiência cotidiana que se agarra à aparência efêmera das coisas.”

Karl Marx

Abaixo uma obra completa sobre o tema.

Download Livro – O que é Espiritismo.  http://www.oconsolador.com.br/linkfixo/bibliotecavirtual/oqueeoespiritismo.pdf


Espiritismo explicando…

Interrogavas em torno dos entes amados, além do tumulo.
A Doutrina Espírita dissipou-te as duvidas, explicando que o sepulcro não é o fim, tanto quanto o berço não é o princípio, e que toda criatura, ao desenfaixar-se dos laços físicos, prossegue na marcha de aprimoramento e ascensão do ponto evolutivo em que se achava na Terra.

Interpelavas o campo religioso a cerca da Justiça divina.
A Doutrina Espírita suprimiu-te a inquietação, explicando que Deus não concede privilégios e que, em qualquer estância do Universo, a alma recebe, inelutavelmente, da vida o bem ou o mal que dá de si própria.

Torturavas a mente, qual se devesse respirar em cárcere de mistério, toda vez que cogitavas das questões transcendentes da fé.
A Doutrina Espírita acalmou-te, explicando que ninguém pode violentar os outros em matéria de crença, acentuando, porém, que toda fé, para nutrir-se de luz, deve ser raciocinada em base de lógicas, porquanto, diante das Leis divinas, cada consciência é responsável pelos próprios destinos.

É necessário valorizar a doutrina que generosamente nos valoriza. Sustentar-lhe a integridade e a pureza perante Jesus, que a chancela, é procurar o nosso aperfeiçoamento e trabalhar por nossa união.

Transcrito do livro “Justiça Divina”, pelo espírito Emmanuel e psicografado por Chico Xavier, capítulo 5. Esta obra desdobra o livro “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec.


Palestra sobre – O que é Espiritismo…


Nota: Há dez anos escrevi esse artigo, quando o Livro dos Espíritos completava 150 anos. Atualizando hoje o artigo, nos 160 anos, de um Livro Estrelar, um Livro escrito por Espíritos muito superiores a todos nós – que desvenda todos os mistérios – para que possamos ter uma fé raciocinada na lógica de nossos atos construindo o nosso próprio futuro.





A “lição da vida” com a morte por um fio – US Airways – 1549

2 09 2014

Hoje assisti um vídeo enviado por uma ex-colega de trabalho para uma outra colega de trabalho… como as coisas andam ein… o importante é que chegou até a minha pessoa um vídeo muito interessante, pois trata-se de um depoimento de Ric Elias, um passageiro do incrível acidente “bem sucedido” com um pouso em pleno rio Hudson em Nova York em 2009 !

Antes de mais nada, vamos assistir um vídeo com fotos do acidente:

Outro vídeo direto das câmeras da Guarda Costeira do pouso na água:

Com os fatos registrados podemos agora assistir ao vídeo do Sr. Ric Elias :

Certamente num momento como esse, a vida passa por nossa mente – tudo o que fizemos e o que deixamos de fazer – e principalmente como administramos nosso tempo !

A administração de nossa vida é simplesmente o ato de planejar o dia de hoje e esperar as consequências das nossas próprias ações com a certeza que toda causa tem um efeito. O futuro obviamente depende de nossas ações agora.  E num momento de morte iminente como na queda de um avião percebemos que o tempo com a família e com a pessoas que amamos seriam nossa maior prioridade !

Equilibrar a vida pessoal com a profissional nunca é tarefa fácil, pois muitas vezes o sustento do lar exige trabalho e dedicação muitas vezes desumana.

Nesse momento de reflexão, podemos olhar para dentro de nós mesmos e perceber como nossos valores estão invertidos, não apenas o que nos foi construído, mas de toda moldura da sociedade que nos é imposta através da imagem, da propaganda, dos maus exemplos e do capitalismo em vigor. Devemos então de imediato, começar um processo de autoconhecimento contínuo, para analisarmos a nós mesmos, nossas vocações e fraquezas, e aprendermos assim a entrar num mundo invisível que abrirá as portas para o nosso verdadeiro sucesso, que se chama felicidade.

Não somos apenas corpos físicos que se alimentam de matéria orgânica e trabalham em busca de saciedade, sensações e bens materiais. Somos muito mais que isso.

Por isso devemos ter metas no campo profissional, metas no campo pessoal e principalmente metas no campos moral para serem perseguidas. E colocar no papel tais metas, parece ser algo simples, mas faz uma grande diferença, pois o alcance dessas metas somente serão conseguidos com ações rotineiras de construção das mesmas.

Obviamente que, enquanto estivermos jovens, ainda solteiros, teremos metas profissionais mais evidentes; descobrir o nosso cerne e ainda obter renda com uma atividade demanda tempo, dedicação, boa vontade e muito esforço.

Com o passar dos anos, outras metas devem surgir, e se num momento os filhos surgirem, uma pequena revolução deve passar por nós.

Nesse momento podemos perceber da necessidade não apenas de preparar os filhos para sucesso profissional e material; mas antes de tudo prepará-los para sucesso moral !

Muitas pessoas somente quando tem filhos é que percebem da importância da moral, de ensinar aos filhos a lidar com seus sentimentos, a ensinar aos filhos a lidar com as decepções, com as agressões e situações difíceis que certamente o terão pela frente.

É fácil perceber os pais pesquisando semanas pelo melhor colégio para seus filhos. Mas e a questão moral ? Não há pesquisas em relação a questão moral, muitos pais nem religião seguem e evitam castigar os filhos terceirizando a questão moral para o colégio e para babás. Ou seja, não há educação moral, nem nenhuma evangelização infantil. Futuramente percebemos grandes médicos, arquitetos, contadores, artistas, engenheiros, com sucesso profissional, mas entrando em depressão e até mesmo praticando suicídio.

E o que foi deixado de lado, focalizo aqui como talvez a principal meta de nossas vidas: a meta moral ! Anote ai em sua agenda caro leitor. Pois nosso desenvolvimento como uma alma imortal exige metas morais nessa vida sim. Somos todos imperfeitos e ainda tempos muitos defeitos de comportamento, egoísmo principalmente. Nosso corpo físico acaba com a morte, mas nossa alma é imortal. Nesse ponto devemos iniciar com uma busca filosófica e investigativa do mundo invisível. Assim como a mãe que procura a melhor escola intelectual para o filho, antes de tudo isso, nós devemos fazer uma ampla pesquisa de qual é a melhor escola moral para nós mesmos e em consequente para nossos presentes ou futuros filhos.  Afinal, Quem seu eu ? De onde vim ? Para onde vou ?

Assim, que tal começar com a seguinte meta moral:

Entrar em contato com diversas filosofias e religiões para avaliar qual a melhor me entende e melhor me responde tais questionamentos. E qual daria melhor educação moral para um presente ou futuro filho através de uma evangelização infantil dedicada. Qual religião que não busca comércio, não busca receitas financeiras e nenhum dos membros vive por conta da instituição. E outras questões importantes que o próprio leitor poderá investigar.

Como podem verificar minha pesquisa nesse ramo me levou a Doutrina Espírita, tema central desse singelo Blog. Também conheço excelentes pessoas em outras religiões, Batista, Católicos Romanos, Budistas, Etc. Tudo depende de nós mesmos e de nossas necessidades. Mas devemos ter ciência de que religião não é para assistir, como novela, mas sim para nos modificar para pessoas melhores.

Percebemos com o depoimento do Ric Elias sua emoção em dedicar-se mais tempo para os filhos. E certamente com um planejamento seguro nos três principais pilares de nossas vidas, buscando sempre ações diárias para alcançar nossas metas – teremos muito mais chances de quando chegar nossa hora de partir para nossa verdadeira casa, podermos estar calmos, confiantes, sem medo e com fé no futuro.

 

  • Sugestões de Leitura:

O que é a Doutrina Espírita < https://joanadarc.wordpress.com/2009/12/25/a-certeza-de-galileu-e-o-espiritismo/ >

Como é uma Casa da Doutrina Espírita – < https://joanadarc.wordpress.com/2012/03/20/como-e-o-centro-espirita/ >

Importância da Evangelização – < https://joanadarc.wordpress.com/2014/03/19/dinamica-da-vida-importancia-da-evangelizacao-crista/ >

 





Dicas para ser aprovado em Concursos Públicos – Com Bases na Doutrina Espírita. ( Parte I )

17 07 2014

Livro dos Espíritos - Allan KardecIntrodução

Este artigo busca auxiliar o candidato a melhorar seus estudos e obter sucesso profissional através de atitudes até então desconhecidas por muitos – por se tratar de contribuições da Doutrina Espírita – ou seja, dicas do plano espiritual para que possamos melhorar nosso rendimento mental em todos os aspectos.

Muitos leitores devem estar pensando nesse momento “isso é impossível, vou perder meu tempo…”. Então, antes de entrar nas dicas, verificamos alguns esclarecimentos sobre como foi elaborada a Doutrina Espírita para evitar algum tipo de preconceito ou confusão com outros segmentos ideológicos:

O que é Doutrina Espírita (Espiritismo) ?

Assim como temos Biologia, Física, Química, Espiritismo é a ciência que estuda os espíritos e o mundo espiritual através do método científico organizado e codificado nos livros publicados em inicialmente em Paris, por Allan Kardec. A Doutrina possui consequências filosóficas e religiosas. Não tem dogmas, danças, rituais, nem cultos. Maior representante no Brasil do ramo religioso da Doutrina foi o Chico Xavier.

Obs.: Não confundir com religiões espiritualistas (candomblé, umbanda, mesa branca, etc.)

“Do mesmo modo que a Física, a Química, a Astronomia, a Geologia revelaram as leis do mundo material, o Espiritismo revela outras leis desconhecidas, as que regem as relações do mundo corpóreo com o mundo espiritual, leis que, tanto quanto aquelas outras da Ciência, são Leis da Natureza.” –  Allan Kardec

O que é Método Científico ?

O método científico consiste no registro pela observação, repetição e assim constatação de fatos.

Aprofundando esse método em novos pontos, podemos correlacionar o método científico atual com a pesquisa de Allan Kardec para melhor entendimento de como foi elaborado a Doutrina Espírita e termos segurança nas dicas posteriores:

Observação – Uma observação pode ser feita de forma simples, ou seja, é realizada a olho nu, ou pode utilizar-se de instrumentos apropriados. Todavia, deve ser controlada com o objetivo de que seus resultados correspondam à verdade e não a ilusões advindas das deficiências inerentes próprias dos sentidos humanos em obter a realidade.

  • Allan Kardec iniciou os estudos em Paris e EUA onde fenômenos inexplicáveis aconteciam, como mesas que giravam sozinhas, cadeiras e barulhos produzidos espontaneamente. Iniciou-se as observações na tentativa de buscar a realidade dos fatos.

Descrição – O experimento necessita ser replicável (capaz de ser reproduzido). É importante especificar que fala-se aqui dos procedimentos necessários para testarem-se as hipóteses, e não dos fatos em si, que não precisam ser antropogenicamente reproduzidos, mas apenas verificáveis.

  • Allan Kardec verificou que a repetição dos fenômenos até aquele momento paranormais aconteciam com frequência. Foi identificado que existia uma inteligência por trás dos sons e movimentos dos objetos, pois respondiam ao contato verbal. Iniciou-se um trabalho de comunicação primitiva com tais movimentos, que seriam efeitos de uma inteligência desconhecida até então. Com maiores “entrevistas” através dos movimentos dos objetos, utilizando-se de toques para contar as letras e formar frases, verificou-se tratar de espíritos, ou seja, pessoas já falecidas que se comunicam através de mecanismos ainda a serem estudados naquele momento inicial.

Previsão – As hipóteses precisam ser tidas e declaradas como válidas para observações realizadas no passado, no presente e no futuro.

  • Allan Kardec verificou que os fenômenos ocorriam em mais de um local, em cidades diferentes, países diversos, com pessoas diferentes, em tempos diferentes.

Controle – Para maior segurança nas conclusões, toda experiência deve ser controlada. Experiência controlada é aquela que é realizada com técnicas que permitem descartar as variáveis passíveis de mascarar o resultado.

  • Allan Kardec com maiores estudos desenvolveu a comunicação com os espíritos, pois descobriu-se que existiam certas pessoas que eram capazes de entrar mais facilmente em contato com os espíritos – tais pessoas forma classificadas como médiuns. E novas técnicas, como a psicografia foram utilizadas para se comunicarem de forma mais ágil.

Falseabilidade – toda hipótese deve conter a testabilidade, e por tal falseabilidade ou refutabilidade. Isso não quer dizer que a hipótese seja falsa, errada ou tão pouco dúbia ou duvidosa, mas sim que ela pode ser verificada, contestada. Ou seja, ela deve ser proposta em uma forma que a permita atribuir-se a ela ambos os valores lógicos, falso e verdadeiro, de forma que se ela realmente for falsa, a contradição com os fatos ou contradições internas com a teoria venha a demonstrá-lo.

  • Allan Kardec tinha dúvidas sobre a total integridade das comunicações. Como saber se aquelas palavras eram cem por cento de origem de um espírito e não continha palavras ali que eram dos pensamentos do próprio médium (pessoa que recebia as comunicações) ? Allan Kardec então passou a repetir as entrevistas ao mesmo espírito (desencarnado), utilizando-se de pessoas (médiuns) diferentes, em locais diferentes. Assim comparava as respostas e eliminava qualquer vício de linguagem do médium, garantindo respostas cem por cento provenientes do plano espiritual. Iniciou-se a Codificação da Doutrina Espírita, formada inicialmente pelo livro “O Livro dos Espíritos”.

Explicação das Causas – Em todas as áreas da ciência a causalidade é fator chave , e não tem-se teoria científica – ao menos até a presente data – que viole a causalidade. Nessas condições os seguintes requisitos são vistos como importantes no entendimento científico:
•    Identificação das causas
•    Correlação dos eventos – As causas precisam ser condizentes com as observações, e as correlações entre observações e evidências devem realmente implicar relação de causa efeito .
•    Ordem dos eventos – As causas precisam preceder no tempo os efeitos observados.

Obviamente que a certeza máxima de Allan Kardec no início das observações das mesas que giravam e dos barulhos produzidos era que aqueles efeitos físicos teriam necessariamente existir uma causa primária.
À medida que os “toc-toc” nos móveis das casas passaram a responder como sim e não, foi identificada como causa daqueles efeitos uma inteligência invisível aos olhos, mas capaz de interagir com o meio físico.
Mesmo com as explicações dos próprios espíritos para Allan Kardec, a grande dificuldade da Comunidade Científica atual está exatamente nessa ponte entre inteligência intangível, ou energia fluídica espiritual – interagindo com o meio físico produzindo sons, movimentos.
Como validar e correlacionar os eventos de causa e efeito de fenômenos físicos originários de uma causa espiritual?
Os cientistas conseguem até o momento apenas fotografar a mente humana e filmar os pulsos mentais, mas ainda não entende como a alma se liga a matéria.
Allan Kardec ciente dessa dificuldade, tratou o assunto com muita cautela, buscando com a repetição dos fatos espirituais – manter essa validade. Até os dias de hoje, tais fatos ocorrem, e podem ser repetidos. Infelizmente a comunidade científica ainda não teve interesse no assunto, mas os próprios espíritos já informaram que um dia tal correlação será comprovada pelos cientistas.

Vejamos a cautela de Allan Kardec no trecho abaixo…

(…)“Eis que os efeitos ou fenômenos evidentes e incontestáveis que se produzem fora do círculo habitual de nossas observações não se processam misteriosamente, mas sim à luz do dia, e todos podem vê-los e constatá-los, porque não são privilégio de um único indivíduo, uma vez que milhares de pessoas os repetem todos os dias à vontade.
Esses efeitos têm necessariamente uma causa, e a partir do momento que revelam a ação de uma inteligência e de uma vontade saem do domínio puramente físico.
Muitas teorias foram anunciadas a esse respeito. Elas serão examinadas em seguida e veremos se podem fornecer a razão de todos os fatos que se produzem. Admitamos, em princípio, antes de chegar até lá, a existência de seres distintos da humanidade, uma vez que esta é a explicação fornecida pelas inteligências que se revelam, e
vejamos o que nos dizem. (…)” (Allan Kardec, Livro dos Espíritos, cap.5,pg.17. FEB)

Devido a  Doutrina Espírita tratar-se de um assunto para ser estudado por toda uma vida, deixo abaixo alguns links para quem quiser se aprofundar no assunto.

O que é Espiritismo – Wikiédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Espiritismo

Afinal o que é Espiritismo – http://www.espirito.org.br/portal/doutrina/afinal-o-que-eh-espiritismo.html

Download Livros Gratuito Codificação Espírita – http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/index.html

Qual dúvida sobre a Doutrina Espírita basta perguntar  no comentário e tentarei responder.

Agora podemos verificar as dicas.

 

DICAS – PARTE I

 

As barreiras invisíveis

Muitas pessoas forçam determinado caminho na vida, por anos a fio, e simplesmente não conseguem. E outras com mais facilidade, menos esforço e dedicação conseguem. Injustiça ? Não.

Devemos ampliar nosso olhar crítico, não apenas para uma existência (a atual), mas sim perceber que somos muito mais do que esta vida.

Basicamente temos três momentos:

1° Momento:  Já possuímos vidas anteriores a esta, com todas suas vivências, experiências e atos positivos e negativos registrados em nosso subconsciente de agora como vocações, boas e más tendências.

2° Momento:  Temos a vida atual, no presente, gerando ações a todo instante com efeitos a cada segundo construindo o futuro.

3° Momento:  E ainda iremos ter outras vidas posteriores a esta atual, onde ainda receberemos efeitos do passado na construção de um novo futuro, somados pelo nosso livre-arbítrio nas ações do momento atual.

Devemos ter a noção então de que esta vida atual (2° momento) possui muitos acontecimentos originados de causas de vidas passadas. Colhemos os frutos, ou seja, os efeitos de nós mesmos. Assim, determinadas situações de sofrimento, que não temos como evitar, em sua maioria foram produzidas por nós mesmos em vidas anteriores a esta. Agora resgatamos.

No quesito “carreira profissional” portanto também colhemos influências do passado. Podem ocorrer casos de carreiras profissionais desgastantes e sofridas que são resgates de ações em vidas passadas. Mas como não temos condições de saber o que é “carma”, obviamente que devemos nos esforçar ao máximo para o sucesso.

Afinal nenhum grande edifício está livre da colocação do primeiro tijolo.

Contudo, essa situação explica certos fracassos inexplicáveis. Devemos passar por eles com cabeça em pé, persistindo e criando sempre novas estratégias.

Como não sabemos o que fomos e o que “aprontamos” nas vidas passadas, não podemos prever agora o que teremos que “pagar”, ou seja, resgatar para estarmos livres para novas vivências e provas.

Devemos ainda ter ciência de que com o livre-arbítrio no momento atual podemos sempre criar novos efeitos futuros pela ação, mesmo indo “contra a maré” do destino, se assim posso dizer.

Obviamente que existem muitos fracassos profissionais devido a falta de ações nessa vida atual, pela falta de persistência, foco, e metas bem definidas, pois o planejamento é muito importante.

“Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando o meu machado.”  Abraham Lincoln

E uma grande maneira de melhorar essa situação que carregamos quanto a nossas atitudes e ações erradas em vidas passadas é a caridade. Praticando a caridade, verdadeiramente, geramos ações positivas que amenizam as ações negativas desta e de vidas passadas. Assim é que realmente conseguimos o perdão. Dessa forma poderemos até mesmo superar a maré contrária, mesmo que seja com mais esforço e mais tempo do que um outro colega. Ou seja, prática da caridade e persistência abre caminhos para o sucesso.

” Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre a multidão dos pecados {Pr 10,12}. ”  Pedro 4:8

Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre a multidão dos pecados {Pr 10,12}.1 Pedro 4:8
Antes de tudo, mantende entre vós uma ardente caridade, porque a caridade cobre a multidão dos pecados {Pr 10,12}.1 Pedro 4:8

 

Objetivo Bem Definido

Em muitos casos, antes mesmo de nascermos, quando ainda estamos no plano espiritual, traçamos um objetivo de vida, metas para serem alcançadas, problemas para serem superados, resgates para serem somados objetivando a elevação moral e intelectual do indivíduo. Nascemos assim na família que merecemos e estaremos em contato com grupos sociais que necessitamos para que essa elevação seja oportunizada.

Nossas vocações são em maioria bagagem adquirida em vidas passadas. Pessoas que facilmente tocam piano certamente tiveram uma vivência na música em vida anterior a esta.

Dessa forma, percebemos que nossos aprendizados e vivências profissionais são muito importantes, elas simplesmente não se apagam, mas transformam-se em vocações e qualidades em vidas futuras !

Estudar nunca é muito e o saber nunca é suficiente ! O infinito está diante de nossas mãos para tentar.

Por isso, devemos antes de tudo, regularmente procurar meditação e oração em local calmo para estarmos planejando um objetivo profissional com razão e coração.

Não necessariamente usaremos nossas habilidades profissionalmente, pois muitas vezes planejamos novas aquisições intelectuais em áreas diferentes com qual passamos em vidas anteriores. Daí aquele grande pianista, que aprendeu tudo “sozinho”, não seguir carreira na área da música… é muito comum.

 

Ambiente

Como podem verificar pelas explicações de pré-requisito acima, o assunto é complexo, bem fundamentado e apesar disso – este artigo é bem resumido – até demais, visto a complexidade das situações. Por isso, estarei indicando links de conteúdos maiores, artigos, livros etc.

As dicas que todos conhecem, como, ter um local adequado, desligar aparelhos celulares, avaliar seu rítimo de estudo… essas dicas não estão aqui. Afinal basta pesquisar na internet que acharemos dezenas de sites com dicas tradicionais. Não que elas sejam menos importantes, mas as dicas que iremos abortar não estão em local algum na internet.

As dicas para termos sucesso nos estudos, nesse caso, são de ordem espiritual com bases nos estudos do Espiritismo.

Nesse quesito, presumo que o leitor não tenha conhecimento nenhum sobre a Doutrina Espírita. Caso o tenha, melhor ainda.

Dessa forma podemos relatar de imediato que somos também espíritos, mas presos ao corpo físico. E nesse estado atual sofremos influência significativa do plano espiritual, apesar da maioria das pessoas não perceberem.

A primeira coisa que devemos ter em mente é que quase nunca estamos sozinhos. Companhias espirituais estão em sintonia com nossa mente a todo momento. Essas inteligências podem ajudar ou atrapalhar nossa concentração. Podem influenciar, em maior ou menor grau nossos pensamentos.

Sim, muitos dos “nossos” pensamentos não são nossos.

Qualquer dúvida sobre o assunto recomendamos o estudo do “Livro dos Espíritos” que trata de maneira completa o assunto. Como neste artigo os tópicos são muito resumidos, obviamente não levará ao leitor todo o contexto de detalhes da codificação Espírita.

“Ambiente limpo não é o que mais se limpa e sim o que menos se suja.”  Chico Xavier.

Vamos portanto ao que nos interessa no momento:

Assim devemos ter ciência de meios para evitarmos interferências negativas do plano espiritual. Certamente a concentração e foco no estudo irá ser muito melhor.

Outra questão cabe ao corpo físico. Nosso corpo físico possui pontos de força que nos ligam ao corpo espiritual. Tais pontos de força se utilizados erradamente provocam desarmonia e podem afetar diretamente nosso raciocínio mental.

São três ações básicas para melhorar nossas companhias espirituais e melhorar o ambiente de nossa residência e a nós mesmos.

A primeira atitude é modificar nossa faixa vibratória de nossos pensamentos. Essa mudança começa pela prática da caridade como rotina. Em um Grupo Espírita, um dia por semana é destinado a atendimento a pessoas carentes. Fazer parte de um grupo de trabalhos voluntário como esse é altamente favorável para o melhoramento pessoal. Em seguida procurar no dia-a-dia atividades produtivas e buscar pelo autoconhecimento meios de detecção de defeitos morais e busca por melhoramento íntimo.

A segunda é higienizar o ambiente do lar através de estudo específico e sistemático uma vez por semana. Esse estudo é chamado de Culto do Lar. Pode ser feito por qualquer pessoa, de qualquer filosofia, mas é importante para se ter uma casa protegida.

A terceira é integrar-se a uma prática ou ter alguma atitude que possa sentir-se renovado energeticamente. Para quem é Espírita, na Casa Espírita temos o “passe” e a oferta da “água fluidificada” que harmonizam e repõe a energia. Cada Religião deve ter recursos de reposição, mesmo com outro nome. Para quem não é religioso, muitas vezes estar em um local perto da natureza, um banho de mar, um passeio numa floresta com momento de oração intima, certamente já basta para fazer essa harmonização. Mas isso deve ser regularmente feito.

Nos links abaixo dispomos de mais informações sobre essas atitudes a serem tomadas:

1) Reforma Íntima

https://joanadarc.wordpress.com/?s=reforma+%C3%ADntima

2) Culto do Lar

https://joanadarc.wordpress.com/category/culto-no-lar/

3) Sobre Caridade

https://joanadarc.wordpress.com/2007/08/20/a-maneira-certa-de-fazer-uma-caridade-material/

Com essas atividades que devem ser sistemáticas e contínuas, somadas ao estudo regular do conteúdo tradicional para alcançar o objetivo, certamente nossas metas serão alcançados. Pode não ser exatamente como sonhamos, mas tenhamos certeza de que se estamos agora criando causas importantes, como – estudar um bom material, buscar melhoramento íntimo, praticar culto no lar, fazer caridade regularmente – num futuro próximo as reações disso é uma LEI.

Não há efeitos sem causa, nem causas sem efeitos. Tudo que praticamos de positivo agora, de merecedor e com coragem e determinação, cedo ou tarde iremos sentir seus frutos surgirem.

 Na segunda parte das dicas estarei aprofundando certas situações acima descritas e oportunizando ainda mais certos meios de aproveitarmos melhor nossos momentos de aprendizagem.

Até breve. Deixo abaixo um vídeo bem didático sobre a Doutrina Espírita para iniciantes.