Furação Sandy visto do espaço – Reações da Natureza !

29 10 2012

 

Ciência ínfima

Onde o grande caminho soberano
Da Ciência que abriu a nova era,
Investigando a entranha da monera,
A desvendar-se no capricho insano?

Ciência que se elevou à estratosfera
E devassou os fundos do oceano,
Fomentando o princípio desumano
Da ambição onde a força prolifera…

Ciência de ostentação, arma de efeito,
Longe da Luz, da Paz e do Direito,
Num caminho infeliz, sombrio e inverso;

Sob o alarme guerreiro, formidando,
Eis que a Terra te acusa, soluçando,
Como a Grande Mendiga do Universo!…

por: Antero de Quental, NASCIDO na ilha de São Miguel, nos Açores, em 1842, e desencarnado por suicídio, em 1891. Psicografia através de Chico Xavier na obra Parnasio de Além Túmulo.

Infelizmente a natureza humana só aprende através da dor… A política e ciência escravizada pelo poder econômico até hoje não foi capaz de produzir uma revolução ambiental a favor da preservação do planeta. Agora todos começamos a colher reflexos da mudança climática.  Enquanto os cataclismos não provocam mais destruição para convencer os políticos, façamos a nossa parte exemplificando a preservação do planeta dentro de nossas casas !

 





Críticas às Obras Psicografadas de Chico Xavier

30 05 2012

Não é difícil encontrar pessoas que dedicam grande parte do seu tempo disponível no combate a Doutrina Espírita.

Buscam de todas as maneiras por textos diversos de autores de todo o planeta alguma divergência, alguma falha, alguma prova concreta sobre a psicografia e ao Espiritismo.

E vejo que muitos Espíritas entram em confronto através de palavras com essas pessoas.

Não fico triste com a pessoa que faz a crítica. Simplesmente porque o Espiritismo um dia será provado pela própria comunidade Científica. É apenas questão de interesse, tempo e estudo. Já está previsto.

Sem contar que essas pessoas que nessa vida atual perseguem os Espíritas e a Doutrina Espírita ao chegar no plano espiritual são tomadas por grande peso na consciência ao descobrir que a tão perseguida Doutrina é justamente a palavra de Jesus em sua terceira revelação.

Essas pessoas críticas reencarnam novamente em maioria como grandes vultos divulgadores do Espiritismo com uma força jamais vista pela necessidade de resgate.

Sendo assim fico triste na realidade com os próprios Espíritas que debatem as questões levantadas chegando a  entrar em confronto verbal com o cidadão.

Essa atitude demonstra a falta de estudo do Espírita. Necessitamos todos de mais estudos e de não apenas leitura mas estudo da obra Espírita.

Uma das grandes lições de Chico Xavier quando foi perseguido em sua cidade foi justamente não buscar discussão, não dar ibope, não revidar e seguir trabalhando, estudando e agindo na caridade!

Sem contar que muitos sites e blogs colocam temas para gerar polêmica de propósito para gerar grande número de visitação e lucrar dinheiro com propagandas. A cada página aberta e clique gera receita.

Portanto Espíritas, unidos seguimos em nosso caminho pela busca da verdadeira moral cristã, perdoando setenta vezes sete, nos colocando no lugar do próximo e fazendo sempre o bem.

Sempre mais para o alto.

Amor aos inimigos

 
Amar aos inimigos, na conceituação de Jesus, não será praticar servilismo ou bajulação.

É compreender, acima de tudo, que as faltas daqueles que não se afinam conosco poderiam ter sido nossas e imaginar quão felizes nos sentiríamos se tivéssemos, porventura, os nossos erros desculpados e esquecidos, por aqueles aos quais tenhamos ofendido.

Efetivamente, ser-nos-á possível amar aos nossos adversários, cultivando atitudes diversas, quais sejam:

orar pela felicidade deles, no silêncio do coração, a envolvê-los em vibrações de paz e encorajamento;

destacar-lhes as qualidades nobres, quando em conversação com pessoas amigas, ao redor de ocorrências que lhes digam respeito;

desembargar, quanto se nos faça possível, de maneira oculta e indireta, os caminhos para as realizações que demandem;

auxiliar-lhes os entes queridos, quando estejam à frente de problemas que lhes surjam no cotidiano, de modo a aliviar-lhes as provações;

induzir companheiros a prestar-lhes apoio nas tarefas úteis a que se empenham; mentalizá-los sempre tranqüilos e felizes;

desencorajar quaisquer campanhas negativas, tendentes a suscitar-lhes desgostos e prejuízos; sobretudo, não nos referirmos, em tempo algum, a essa ou aquela dificuldade que nos hajam causado.

 
Não digas, portanto, que não podes amar aos inimigos, porque existem vários meios de endereçar-lhes compreensão e afeto, sem humilhá-los com a nossa possível benevolência.

Decerto Jesus, quando nos aconselhou amar aos ofensores, não desejava transformar-nos em carpideiras, junto daqueles que, acaso, não nos entendam ou nos firam e, sim, espera que os tratemos a todos, na condição de irmãos autênticos e, tanto quanto nós, amados filhos de Deus.

(De “Monte Acima”, de Francisco Cândido Xavier – Emmanuel)





Permanência no planeta Terra, DEFINIÇÃO, por Leopoldo Fróis

22 08 2011

Hoje recebi do Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil um e-mail  profundo  do espírito Leopoldo Fróis que nos leva a refletir sobre nossa existência em nosso estado de espírito atual.

Não pude deixar de colocar nesse humilde blog palavras tão espetaculares sobre a nossa permanência na Terra. Assim vamos a mensagem abaixo e logo após deixo o texto original de Emmanuel na introdução dessa bela obra psicografada por Chico Xavier em 1951 a venda na internet e nas livrarias e também a biografia do Leopoldo Fróis.

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DEFINIÇÃO

Disse alguém que a permanência na Terra é semelhante a um baile de máscaras, em que alguns entram, enquanto outros saem.

Para mim, no entanto, que me consagrei ao teatro na última romagem por aí, suponho mais razoável a comparação do mundo a velho e sempre novo cenário, onde representamos nossos papéis, ensaiando para exercer funções gloriosas de almas conscientes na eternidade.

Cada existência é uma parte no drama evolutivo. Cada corpo é um traje provisório, e cada profissão uma experiência rápida.

A vida é a peça importante.

O período de tempo, que medeia entre uma entrada pelo berço e uma saída pelo túmulo, é precisamente um ato para cada um de nós no conjunto.

Muito importante é a arte de viver cada qual o seu próprio papel.

Há lamentáveis distúrbios, no elenco e na platéia, sempre que um dos artistas invada as atribuições do colega no argumento a ser vivido no palco, sobrevindo verdadeiras calamidades, com desagradável perda de tempo, em todas as ocasiões em que se despreze aquela norma.

A representação reclama inteligência, fidelidade, firmeza, emoção e eficiência, com aproveitamento integral dos lances psicológicos, e alta capacidade de autocrítica.

Nunca chorar no instante de rir e jamais sorrir no momento da lágrimas.

Providenciar tudo a tempo.

Tonalizar a voz e medir os gestos, para não converter a tragédia em truanice; respeitar as convenções estabelecidas, a fim de que o artista não desça da galeria do astro ao terreiro do bufão.

Segundo o parecer dos sensatos homens da antiguidade, o sapateiro não se deve exceder no salão do pintor, e o pintor, a seu turno, precisa comedir-se na tenda do sapateiro.

Encarnando um juiz, um político, um sacerdote, um beletrista, um negociante ou um operário, não será aconselhável apresentarmos obra muito diferente do trabalho daqueles que nos precederam, investidos em obrigações idênticas: correríamos o risco da excentricidade e do apedrejamento.

Compete ao nosso bom senso talhar o figurino, tendendo para o melhor, sem escandalizar, contudo, os moldes anteriores.

O comerciante não deve absorver o papel do filósofo, embora o admite e lhe siga as regras. O homem de idéias, por sua vez, não deve furtar o papel do mercador, apesar de convidá-lo à meditação.

Atulhando o edifício em que funciona o teatro, há sempre grande massa de bonecos, no almoxarifado da instituição. É a turba compacta de pessoas que nada fazem pela própria cabeça, constituída por ociosos de todos os feitios, a formarem o “grand-guignol” da vida comum, habitualmente manejados por hábeis ventríloquos da inteligência.

E, enchendo o subterrâneo ou cercando as gambiarras e os tangões, temos o exército dos que arrastam escadas e pedras, móveis e cortinas, na qualidade de tecelões do verdadeiro urdimento para as mutações necessárias. São eles os espíritos acovardados ou preguiçosos, que renunciam ao ato de escolher o próprio caminho e que abominam o conhecimento, a elevação e a aventura, entronizando o comodismo em ídolo de suas paixões enfermiças. Demoram-se longo tempo na imbecilidade e na teimosia, suportando pesos atrozes pela compreensão deficiente.

No proscênio, focalizados por luzes de grande efeito, movimentam-se os atores e as atrizes da ação principal. São pessoas que se impõem no palco vivo. Discutem. Apaixonam-se. Gritam. Criam emoções para os outros e para si mesmos. Agitam-se, imponentes, na grandeza ou na miséria, na glória ou na decadência. Respiram, conscientes da missão que lhes cabe.

São geralmente calmos na direção e persistentes na ação. Transitam, através dos bastidores, obstinados e serenos, com segurança matemática. Pronunciam frases bem meditadas, usam guarda-roupa adequado e não traem a mímica que lhes compete.

Homens e mulheres, acordados para a vida e para o mundo, caminham para os objetivos que traçaram a si mesmos. Entre eles vemos príncipes e sábios, rainhas e fadas, ricaços e pobretões, poetas e músicos, comendadores e caravaneiros, noivas e bruxas, artífices e palhaços. Com diferenças na máscara e no coração, cada um deles funciona dentro da posição que a peça lhes designa. Cada qual responde pela tarefa que lhe é peculiar.

O espírito, que, durante alguns dias, desempenhou com maldade e aspereza a função da governança, volta à mesma paisagem na situação do dirigido. O juiz que interferiu, indebitamente, no destino de muitas pessoas, regressa ao palco nalgum caso complicado, para conhecer, com mais precisão, o tribunal onde colaborou vestindo a toga, depressa restituída a outros julgadores. O operário inconformado, que se entrega à indisciplina e à rebelião, volta, às vezes, ao grande teatro da vida, exibindo o título de administrador, a fim de conhecer quantas aflições custa o ato de responsabilizar-se e dirigir. O médico distraído na ambição do lucro efêmero volve em algum catre de paralítico, de modo a refletir na importância da Medicina. Sacerdotes indiferentes ao progresso das almas retornam curtindo a desventura dos órfãos da fé. Homens endemoninhados, que atravessam a cena quais faunos bulhentos, perturbando as ninfas da virtude e impossibilitando-lhes o ministério maternal, não raro se vestem com trajes femininos e comparecem, de novo, ao palco, sabendo, agora, quanto doem na mulher o abandono e o menosprezo, a ironia e a humilhação.

O papel mais pesado é sempre aquele que se reserva aos heróis e aos santos, porque esses atores infelizes vivem cercados pelas exigências do teatro inteiro, embora, no fundo, sejam também personalidades frágeis e humanas.

O que conforta de maneira invariável é que há lugar e missão para todos. Cada criatura dá espetáculo para as demais. Entretanto, para a tranqüilidade de todos, ninguém se lembra disso. E a peça vai sendo admiravelmente representada, sob recursos de supervisão que estamos muito longe de aprender.

Eis-me, pois, amigo, nestas páginas, que estimularão entre as pessoas sensatas a certeza da sobrevivência da alma.

Não tenho qualquer mensagem valiosa a enviar-lhe. Digo-lhe apenas, usando a experiência pessoal que o tempo hoje me confere, que esse mundo é, realmente, um grande teatro. Represente o seu papel com serenidade e firmeza e, decerto, você receberá tarefa mais importante no ato seguinte.

Pelo Espírito Leopoldo Fróis – Do livro: Falando à Terra, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

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Livro FALANDO A TERRA

No campo da vida, os escritores guardam alguma semelhança com as árvores.

Não raro, defrontamos com troncos vigorosos e erectos, que agradam à visão pelo conjunto, não oferecendo, porém, qualquer vantagem ao viajor. Ora são altos, mas não possuem romaria agasalhante. Ora se mostram belos; todavia, não alimentam. Ora exibem flores de vário colorido, que, no entanto, não frutificam.

São os artistas que escrevem para sí mesmos, perdidos nos solilóquios transcendentes ou nas interpretações pessoais. Inacessíveis ao interesse comum. De quando em quando, topamos espinheiros. São verdes e atraentes de longe; contudo, apontam acúleos pungentes contra quantos lhes comungam da intimidade enganadora.

Temos aí os intelectuais que convertem os raios da inteligência nos venenos  das teorias sociais de crueldade ou nos tóxicos da literatura fescenina, com que favorecem o crime passional e a mentira aviltante.

Por fim, encontramos os benfeitores do mundo vegetal, consagrados à produção de benefícios para a ordem coletiva. São sempre admiráveis pelos braços com que acolhem os ninhos, pela sombra com que protegem as fontes, e pelos frutos com que nutrem o solo, os vermes, os animais e os homens.

São os escritores que trabalham realmente para os outros, esquecidos do próprio “eu”, integrados no progresso geral. Sustentam as almas, transformam-nas, vestem-nas de sentimentos novos, improvisam recursos mentais salvadores e formam ideais de santificação e aprimoramento, que melhoram a Humanidade e aperfeiçoam o Planeta.

Este livro é constituído de galhos espirituais dessas árvores frutíferas. Os autores que o compõem, falando à Terra, estimulam o coração humano à sementeira de vida nova. É a voz amiga de almas irmãs que voltam dos cumes resplandecentes da imortalidade, despertando companheiros que a adormeceram no vale sombrio. Almas, que ajudam e consolam, animam e esclarecem.

Não temos, todavia, qualquer dúvida. Não obstante o mérito do que exprimem, muita gente prosseguirá sonâmbula e entorpecida.

É que o despertar varia ao infinito…

A gazela abre os olhos ao canto do pássaro. A pedra, entretanto, somente acorda a explosões de dinamite.

Resta-nos, porém, a confortadora certeza de que, se há milhões de almas anestesiadas nos enganos da carne, já contamos, no mundo, com milhares de companheiros que possuem “ouvidos de ouvir”.

EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 18 de abril de 1951

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Leopoldo Fróis – Biografia – Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldo_Fr%C3%B3es

Leopoldo Fróes desde pequeno, sempre sonhou em ser ator, mas seus pais eram completamente contra isso e não permitiram que ele seguisse seus sonhos. Formou-se então em Direito e seu pai lhe conseguiu um cargo diplomático.

Foi trabalhar em Paris, mas nunca era visto na Embaixada. Começou sua carreira de ator, então estreando no teatro em Portugal, em O rei maldito.

Em 1915, voltou ao Brasil e foi contratado pela Companhia de Dias Bragas. Depois de um tempo montou sua primeira empresa com a atriz Lucília Peres, de quem se separou depois de dois anos.

Fez grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo entre 1917 e 1927. No cinema, trabalhou em Perdida(1916) e Minha noite de núpcias(1931). Escreveu para o teatro duas peças em três atos:Mimosa e Outro amor. Deve-se a Leopoldo Fróis a primeira tentativa séria, depois de João Caetano, de dar à arte cênica e sobretudo a dicção brasileira valor de curso estético.

Leopoldo Fróes faleceu no dia 1º de março de 1932. Durante a filmagem do filme Noite de Núpcias, o ator apanhou resfriado que evoluiu para uma tuberculose, sendo internado no Sanatório Davos-Platz, onde veio a falecer.[1]

Causa social

Além de todo esse fascínio pelos palcos, por atuar, interpretar e improvisar, Leopoldo Fróes tinha grande paixão pelo social. Em 1918, conseguiu juntar alguns amigos do meio artístico e jornalistas, como: Eduardo Leite, Mário Magalhães, Irineu Marinho, entre outros, para abraçarem uma causa social. Fundaram então o “Retiro dos Artistas”, uma associação que pudesse acolher os artistas que não tinham mais amparo, que precisassem de ajuda.

Em 1919, Leopoldo junto com seu grupo de amigos, conseguiu a doação de um terreno em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, aonde foi montado então o Retiro, que teve como primeiros moradores o casal Madalena e Domingos Marchisio.

O Retiro dos Artistas existe até hoje. Com aproximadamente trinta e cinco casas, o lugar presta assistência a muitos artistas idosos que não têm lugar para morar.





Novo filme sobre Chico Xavier

29 03 2011

As Mães de Chico Xavier

A psicografia a cada dia torna-se mais divulgada e ainda existem muitas pessoas que simplesmente não sabem o que significa ou esforçam-se para não acreditar.

Outros ainda até mesmo acreditam, mas simplesmente não aprofundam o conhecimento sobre o assunto deixando uma grande oportunidade de vida passar pelos minutos da vida.

Nesse novo filme sobre Chico Xavier temos uma nova oportunidade de nos aprofundarmos na obra de Chico Xavier e em suas psicografias.

O grande problema é a grandeza desse pequeno ato de coragem interior.

Acreditar em psicografia estremece bases enraizadas por anos de leituras repetitivas e orações decoradas.

Pois a psicografia é a comunicação com o mundo espiritual na prática!

Desculpem os mais críticos, mas a psicografia é um fato real e todas as suas consequências. Temos até mesmo psicografias de Chico Xavier aceitas em tribunal perante juiz de direito. Sem contar nos casos e psicografias, é claro, que só o próprio espírito poderia revelar através do Chico mensagens de consolação para tantos familiares saudosos de seus entes queridos desencarnados.

Nesse filme temos isso. Casos reais relatados que certamente emocionam e quebram muitos paradigmas.

Chico Xavier é Espírita. Chico Xavier é praticante da Doutrina Espírita, codificado por Allan Kardec em 1853. Chico Xavier é nosso grande divulgador da terceira revelação, o consolador prometido por Jesus – o Espiritismo – que não veio para derrubar religiões – para para somar o verdadeiro conhecimento das palavras de Jesus.

Conhecimentos esses da obra espírita baseados em método científico, pois todo ato que pode ser repetido, observado merece comprovação científica. Mesmo que não haja entendimento científico de como ocorre a psicografia – seu método já é suficiente para abrirmos nossas mentes.

O próprio Allan Kardec na codificação do Livro dos Espíritos, a obra fundamental de perguntas e respostas, em sua prática crítica coletava psicografias de vários médiuns diferentes, em várias cidades diferentes – fazendo a mesma pergunta ao mesmo espírito (superior) e comparando as respostas para verificar sua exatidão e comprovação – que era realmente daquele espírito sem interferência do médium.

Foi um trabalho de mestre em missão nesse planeta especialmente para essa codificação disponível para download abaixo.

Que todos ao assistirmos esse belo filme possamos refletir nas verdades da psicografia e consequentemente na realidade do mundo espiritual e do Espiritismo. Bebamos dessa fonte de luz vinda do mestre Jesus – todas as religiões, todas as crenças, toda a humanidade em renovação para o esclarecimento cristão.

Site Oficial

http://www.asmaesdechicoxavier.com.br/

Download das Obras básicas da Doutrina dos Espíritos por Allan Kardec

http://www.espirito.org.br/portal/codificacao/





Crítica das Críticas do filme Nosso Lar

4 10 2010

Ninguém atira pedras e árvores sem frutos.

Assim chegou ao cinema o filme Nosso Lar, com uma verba de dar inveja e efeitos visuais e sonoplastia de primeira linha.

Admito que não assisti o filme de imediato, por motivos pessoais, somente na última semana pude ir ao cinema. Contudo as críticas negativas eram tantas e tantas, inclusive de pessoas espíritas que fiquei desestimulado. E por um lado isso foi bom.

Pois o filme é excelente no seu objetivo e superou em muito minhas expectativas. Eu estava pessoalmente esperando o que foi mostrado – que retratasse em conformidade com o Livro Nosso Lar, psicografado por  Chico Xavier a vida do Médico André Luiz após sua morte física.

Muitos dizem que o filme ficou como uma “propaganda do Espiritismo” e que não se adapta ao público maior. Penso ser um engano, pois na realidade o filme está idêntico ao livro. Não teria como adaptar o filme para um público que não acredita na vida após a morte sem ferir o enredo do livro – que deve e foi preservado inteiramente no que foi exposto.

Não é fácil traduzir um livro para a telona com textos profundos e técnicos sem perder sua essência – e exatamente essa questão que a FEB auxiliou. Não é questão de prejudicar quem não é Espírita ou quem não acredita no espiritismo e quer ver o filme apenas para se divertir. É questão de preservar a obra.

Muitos foram assistir o filme na intensão de ver seres extraterrestres atirando raios em fantasmas e espíritos mutantes para no final o mocinho André simplesmente conseguir poderes extra-sensoriais e sair voando pelo espaço. Esse publico, sinto muito, melhor alugar o Matrix novamente.

Nosso Lar não é ficção. É um relato real de um espírito.  É didático sim. A realidade não é tão emocionante quanto um roteiro planejado e imaginado para fazer o expectador pular da poltrona a todo momento.

Logo, o filme em sua excelência é real. Psicografia não é algo fictício. É provado pela Justiça Brasileira no caso em que um falecido em psicografia – através do Chico Xavier – declarou a inocência do amigo devido a um acidente com arma em que foi morto. (Quem não viu no Globo Reporter?).

A direção do Wagner Assis foi corajosa, pois sabia das críticas desde o início. Mas ultrapassando a barreira do vendável agarrou com braço seguro a questão da preservação da integridade do livro e deu o primeiro passo para colocar o cinema do Brasil entre os grandes do mundo.

Muitos críticos acham uma dificuldade analisar um filme “religioso.” Outra questão equívoca. O Espiritismo não é religião. É a ciência que estuda o mundo espiritual e seus fenômenos. Suas consequências são religiosas porque vão ao encontro com a prática de Jesus. Assim como nas  ciências econômicas,  ciências contábeis, ciências sociais, existe a ciência espírita. O filme deve ser criticado sim, para contínuo aperfeiçoamento do cinema brasileiro em geral…

Então o filme poderia ser melhor?  É claro! Afinal tudo nessa vida pode melhorar. Inclusive, e principalmente,  nós mesmos – deixando os excessos  que praticamos, com a bebida, comida,  e outros tipos de atitudes menos favorecedoras ao nosso organismo físico-mental-espiritual de lado. Afinal, acredito que ninguém queira, após a morte física, entrar direto no “umbral” como um suicida indireto…





Por que os Padres não podem casar ?

19 05 2010

Hoje a noite essa pergunta me veio a mente e imediatamente visualizei mentalmente a vida do Chico Xavier. Talvez a direção de Roma queira impor que todos os seus sacerdotes sejam como um Chico Xavier – que tenham dedicação integral a Deus.

Contudo verifico vários problemas nessa questão.

É certo que a família exige cuidados e muita dedicação, principalmente quando os filhos começam a surgir e com eles toda uma necessidade de atenção e educação.

Contudo para a real dedicação de vida a Deus realmente devemos ter o exemplo do Chico Xavier, simplesmente por sabermos o que ele fez durante todas as suas horas de vida – Trabalhava num pequeno escritório e ao chegar a sua casa já tinha pessoas esperando por ele. Dedicava-se todo seu tempo a caridade e ao auxílio ao próximo de forma concreta e direta. Sem falar nas noites perdidas psicografando seus mais de 400 livros provenientes de Espíritos de elevado conhecimento. Toda sua renda com as obras eram doadas aos pobres.

Assim fica fácil verificarmos a impossibilidade de ter uma família. Como o Chico Xavier teria tempo para se dedicar e educar filhos ?

Sua própria vida doou para a caridade ao próximo.

Esse certamente é o objetivo. Contudo como não ter vida sexual ativa, não ter família, nem filhos se o indivíduo não  possui uma atividade contrutiva? Como passar por esse modo de vida sem prática incessante da caridade ao próximo? Como não pensar em sexo se o indivíduo – ao contrário do Chico Xavier – tiver tempo ocioso nesse mundo atual?

Certamente os crimes que se verificam com Padres abusando de menores e outros desvios de comportamento não irão terminar enquanto essa imposição existir sem vocação e sem doação de vida à atividade viva da caridade e total ocupação do tempo disponível diário para com o próximo.

Me perdooem os Católicos Romanos por me meter nesse assunto. Mas toda discussão é para elevação certamente e como ex-católico desejo que todas as religiões possam evoluir continuamente.

Assim que o exemplo de vida do Chico Xavier possa não apenas estar iluminando todos os brasileiros, mas também os brasileiros de todas as religiões para que a inspiração no trabalho com a caridade seja buscada.

Que Deus esteja sempre em nós.

Assim Seja.





Assisti Chico Xavier e vi o trailler “Nosso Lar”

22 04 2010

Depois de passar muitos imprevistos – finalmente consegui assistir ao filme Chico Xavier. A segunda semana do filme ainda temos lotação completa nessa quarta-feira de feriado. Com muita expectativa cheguei ao cinema uma hora antes já comprando os ingressos. Após uma fila básica para entrar consegui um dos melhores lugares. Pronto estava finalmente naquele cinema para verificar algo que já estava prevendo há algum tempo – os livros Espíritas possuem tamanha riqueza de informação que o cinema um dia iria descobrir toda essa riqueza de conteúdo e roteiro – real.

Esse é o começo. E tive certeza disso ao  iniciar na telona o trailer do filme “Nosso Lar”, que conta a narrativa do Espírito do médico André Luiz indo para o plano espiritual em psicografia de Chico Xavier. Para quem já leu o livro a emoção de ver aquelas rápidas imagens é muito forte, uma verdadeira materialização do que nos passa na mente quando lemos o livro.  A qualidade impressiona! O filme foi preparado no Canadá, onde os efeitos visuais são desenvolvidos pela empresa Intelligent Creatures, a mesma responsável por filmes como Fonte da Vida, Babel e Watchmen.

É uma obra de avançado entendimento, pois coloca informações de realidade difícil de acreditar  – para quem não possui um estudo espírita. Mas certamente é um belo começo e instiga a procura pela base Espírita – O Livro dos Espíritos e toda obra de Kardec – para quem está começando.

Mas vamos ao filme do Chico Xavier:  Belíssimo.

O discurso de “documental” do filme de Dr. Bezerra de Menezes não se aplicou nesse caso. O filme de Chico Xavier é uma verdadeira obra de arte do cinema brasileiro. Verifica-se técnicas apuradas, com narrativas em tempos diferentes, roteiro cuidadoso, toques de humor selecionados misturando com a realidade difícil vivenciada pelo ser humano caridoso e desbravador que foi e é – o Chico Xavier.

As aparições dos Espíritos para Chico foram muito bem detalhistas, até mesmo na questão da aparência do Emmanuel. Também as dificuldade com a Igreja Católica, muito bem abordada, soando como realmente a essência do Espiritismo busca – um convite a todas as religiões que bebam a água do conhecimento Espírita para sua purificação da mensagem original de Jesus.

O filme conseguiu lágrimas, risos, emoções de motivação, sem falar no belo convite de Emmanuel ao trabalho quando explica que precisamos apenas de três qualidades para um bom trabalho na caridade:

1) disciplina

2) disciplina

3) disciplina …

E no final nos questionamos – o que estamos fazendo de caridade atualmente ? Qual o tempo de nossas vidas que doamos ao próximo? Que tipo de prioridades temos em nossas vidas… Pois a caridade não é apenas dinheiro, mas tempo. E assim saímos desse filme não apenas  satisfeitos pela diversão, mas certamente mais fortes na busca de nós mesmos !

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Download do Livro Nosso Lar:

http://www.sej.org.br/livros/lar_br.pdf

Outros Livros Espíritas psicografados por Chico Xavier entre outros para download:

http://www.espiritismogi.com.br/livrosd.htm