Carência Afetiva dos filhos

5 01 2012

Não é difícil verificar a carência afetiva nas crianças nos dias atuais. Os pais trabalham numa jornada de trabalho altíssima forçando na maioria das vezes os filhos a frequentarem creches ou estar na casa de parentes durante um período excessivo.

E quando os pais chegam, os assuntos e tarefas da casa impedem a devida atenção aos filhos.

Quando finalmente dispõem de tempo muitos pais não se interessam em usar de seu tempo livre para brincar com seu filho.

Dos brinquedos que deu para seu filho, quantos você brincou com ele ?

Outras vezes não é culpa diretamente dos pais, o cansaço do dia atrapalha. Contudo em muitas horas livres os pais preferem trocar a dedicação para o filho por um programa de televisão, conversa no celular, ou mesmo a internet.

Se estivesse no lugar do seu filho você acha que o tempo que brinca com ele é suficiente?

Devemos lembrar que a criança na idade infantil torna-se branda, acessíveis ao conselhos da experiencia e dos que devam fazê-los progredir. Nessa fase é que se pode reformar os caracteres e reprimir as más tendências. Tal o dever que Deus impôs aos pais, missão sagrada de que terão de dar contas. (1)

Quando a criança chegar a adolescência os pais já não terão a facilidade de educar e moldar o espírito para o bem almejado superando seus defeitos.

Na idade infantil os pais devem ter atenção redobrada com os filhos, conhecendo-os suas características, seus defeitos e qualidades para incentivar e corrigir.

E uma das melhores maneiras de educar, está justamente na vivência conjunta dos pais, no lúdico educativo do lar, no brincar educando. As emoções criam laços indestrutíveis no ser. Quando os pais brincam com os filhos, eles estão dizendo para o filho implicitamente que eles o amam, e explicitamente devem aproveitar o momento para transmitir valores morais e éticos tão importante nos dias atuais.

É certo que o ato de brincar com os filhos, além de estarem educando-os, estão tornando seus filhos adultos sadios e confiantes em si mesmos afastando-os muitas doenças psicológicas.

Adultos depressivos, melancólicos, indecisos, com dificuldades de convivência e outros problemas podem ter suas causas originadas na infância. Pensemos nisso.

Abaixo uma entrevista de Divaldo Franco sobre família. Imperdível.

Referências

(1) KARDEC, Allan – Livro dos Espíritos.  Rio de Janeiro. Federação Espírita Brasileira

Anúncios




Malhando o colega, o professor, o irmão, os pais… E os resultados da maledicência ?

30 08 2009

Na reforma íntima, que todos devemos praticar, uma das questões mais comum refere-se a maledicência. Quem nunca colocou uma pessoa “para baixo” apontando um defeito  pessoal de um colega, ou ainda pior, algo negativo de alguem sem a devida certeza ? Ainda muitas vezes tal procedimento negativo é feito diante de outras pessoas ou para outras pessoas sem o principal interessado ao menos saber…

E por incrível que pareça geralmente falamos mal do próximo sem perceber. Algo automático já entranhado em nossa mente pelos processos educativos  falhos ou errôneos. Assim todos, sem exceção devemos estar atentos a essa questão. A todo momento devemos nos perguntar e vigiar para não agredir ninguém.

Quero que fique claro que educar, dando o bom exemplo e solicitando uma melhor atitude é uma coisa. Falar mal e apontar as características pessoais negativas é outra.

O melhoramento pessoal é uma tarefa de todos nós através do auto-conhecimento e da prática da reforma íntima para combater todos os nossos desvios que inevitavelmente temos.

Devemos ter em mente que ao falar negativamente do próximo estamos produzindo energias ou fluidos negativas contra uma pessoa. Toda ação possui uma reação, que retorna a nós mesmos (3° Lei Newton). Portante iremos colher isso no futuro, além de estarmos abrindo oportunidades para doenças físicas.

Deixo o convite para termos mais atenção a esse problema com a leitura abaixo de uma passagem da vida de Judas pelo espírito Irmão X. Logo após um pequeno resumo da trajetória desse Espírito tão importante.

DO APRENDIZADO DE JUDAS

“Não obstante amoroso, Judas era, muita vez, estouvado e inquieto. Apaixonara-se pelos ideais do Messias, e, embora esposasse os novos princípios, em muitas ocasiões surpreendia-se em choque contra eles. Sentia-se dono da Boa-Nova e, pelo desvairado apego a Jesus, quase sempre lhe tornava a dianteira nas deliberações importantes. Foi assim que organizou a primeira bolsa de fundos da comunhão apostólica e, obediente aos mesmos impulsos, julgou servir à grande causa que abraçara, aceitando a perigosa cilada que redundou na prisão do Mestre.

Apesar dos estudos renovadores a que sinceramente se entregara, preso aos conflitos íntimos que lhe caracterizavam o modo de ser, ignorava o processo de conquistar simpatias. Trazia constantemente nas lábios, uma referência amarga, um conceito infeliz.

Quando Levi se reportava a alguns funcionários de Herodes, simpáticos ao Evangelho, dizia, mordaz: – São víboras disfarçadas. Sugam o erário público, bajulam sacerdotes e deixam-se pisar pelo romano dominador… A meu parecer, não passam de espiões.. O companheiro ouvia tais afirmativas, com natural desencanto, e os novos colaboradores dele se distanciavam menos entusiasmados. Generosa amiga de Joana de Cusa ofereceu, certo dia, os recursos precisos para a caminhada do grupo, de Cafarnaum a Jerusalém. Porém, recebendo a importância, o apóstolo irrefletido alegou, ingratamente: – Guardo a oferta; contudo, não me deixo escarnecer. A doadora pretende comprar o reino dos Céus, depois de haver gozado todos os prazeres do reino da Terra. Saibam todos que este ó um dinheiro impuro, nascido da iniqüidade. Estas palavras, pronunciadas diante da benfeitora, trouxeram-lhe indefinível amargura.

Em Cesareia, heróica mulher de um paralítico, sentindo-se banhada pelos clarões do Evangelho, abriu as portas do reduto doméstico aos desamparados da sorte. Órfãos e doentes buscaram-lhe o acolhimento fraternal. O discípulo atrabiliário, no entanto, não se esquivou à maledicência: – E o passado dela? – clamou cruelmente – o marido enfermou desgostoso pelos quadros tristes que foi constrangido a presenciar. Francamente, não lhe aceito a conversão. Certo, desenvolve piedade fictícia para aliciar grandes lucros. A senhora, duramente atingida pelas descaridosas insinuações, paralisou a benemerência iniciante, com enorme prejuízo para os filhos do infortúnio.

Quando o próprio Messias abençoou Zaqueu e os serviços dele, exclamou Judas, indignado, às ocultas: – Este publicano pagará mais tarde. Escorcha, os semelhantes, rodeia-se de escravas, exerce avareza, sórdida e ainda, pretende o Raiz, o Divino!… Não irá longe… Enganara o Mestre, não a mim… Alimentando tais disposições, sofria a desconfiança de muitos. De quando em quando, via-se repelido delicadamente.

Jesus, que em silêncio lhe seguia as atitudes, aconselhava prudência, amor e tolerância. Mal não terminava, porém, as observações carinhosas, chegava Simão Pedro, por exemplo, explicando que Jeroboão, fariseu simpatizante da Boa-Nova, parecia inclinado a ajudar o Evangelho renascente. – Jeroboão? – advertia Judas, sarcástico – aquilo é uma raposa de unhas afiadas. Mero fingimento! Conheço-o há vinte anos. Não sabe senão explorar o próximo e amontoar dinheiro. Houve tempo em que chegou a esbordoar o próprio pai, porque o infeliz lhe desviou meia pipa de vinho!…

A verdade, porém, é que as circunstâncias, pouco a pouco, obrigaram-no a insular-se. Os próprios companheiros andavam arredios. Ninguém lhe aprovava as acusações impulsivas e as lamentações sem propósito. Apenas o Cristo não perdia a paciência. Gastava longas horas, encorajando-o e esclarecendo-o afetuosamente… Numa tarde quente e seca, viajavam ambos, nos arredores de Nazaré, cansados de jornada comprida, quando o filho de Kerioth indagou, compungido: – Senhor, por que motivos sofro tão pesadas humilhações? Noto que os próprios companheiros se afastam cautelosos de mim… Não consigo fazer relações duradouras. Há como que forçada separação entre meu espírito e os demais… Sou incompreendido e vergastado pelo destino… E levantando os olhos tristes para o Divino Amigo, repetia : – Por quê?!… Jesus ia responder, condoído, observando que a voz do discípulo tinha lágrimas que não chegavam a cair, quando se acercaram, subitamente, de poço humilde, onde costumavam aliviar a sede. Judas que esperava ansioso aquela bênção, inclinou-se, impulsivo e, mergulhando as mãos ávidas no líquido cristalino, tocou inadvertidamente o fundo, trazendo largas placas de lodo à tona. Oh! Oh! Que infelicidade! – gritou em desespero.

O mestre bondoso sorriu calmamente e falou: – Neste poço singelo, Judas, tens a lição que desejas. Quando quiseres água pura, retira-a com cuidado e reconhecimento. Não há necessidade de alvoroçar a lama do fundo e das margens. Quando tiveres sede de ternura e amor, faze o mesmo com teus amigos. Recebe-lhes a cooperação afetuosa sem cogitar do mal, a fim de que não percas o bem supremo. Pesado silêncio caiu entre o benfeitor e o tutelado. O apóstolo invigilante modificou a expressão do olhar, mas não respondeu. ” (Pelo Espírito Irmão X – Do livro: Luz Acima, Médium: Francisco Cândido Xavier.)

SOBRE: Humberto de Campos (pseudônimo: Irmão X)

Humberto de Campos nasceu na pequena localidade de Piritiba, no Maranhão, em 1886.

Foi menino pobre. Estudou com esforço e sacrifício. Ficou órfão de pai aos 5 anos de idade. Sua infância foi marcada pela miséria. Em sua “Memórias”, ele conta alguns episódios que lhe deixaram sulcos profundos na alma.

Tempo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro, então Capital da República, onde se tornou famoso. Brilhante jornalista e cronista perfeito, suas páginas foram “colunas” em todos os jornais importantes do País.

Dedicou-se inteiramente à arte de escrever, e por isso eram parcos os recursos financeiros. A certa altura da sua vida, quando minguadas se fizeram as economias, teve a idéia de mudar de estilo.

Adotando o pseudônimo de Conselheiro XX, escreveu uma crônica chistosa a respeito da figura eminente da época – Medeiros e Albuquerque-, que se tornou assim motivo de riso, da zombaria e da chacota dos cariocas por vários dias.

O Conselheiro, sibilino e mordaz, feriu fundo o orgulho e a vaidade de Medeiros, colocando na boca do povo os argumentos que todos desejavam assacar contra Albuquerque. O sucesso foi total.

Tendo feito, por experiência, aquela crônica, de um momento para outro se viu na contingência de manter o estilo e escrever mais, pois seus leitores multiplicaram, chovendo cartas às redações dos jornais, solicitando novas matérias do Conselheiro XX.

Além de manter o estilo, Humberto se foi aprofundando no mesmo, tornando-se para alguns, na época, quase imortal, saciando o paladar de toda uma mentalidade que desejava mais liberdade de expressão e mais explicitude na abordagem dos problemas humanos e sociais.

Quando adoeceu, modificou completamente o estilo. Sepultou o Conselheiro XX, e das cinzas, qual Fênix luminosa, nasceu outro Humberto, cheio de piedade, compreensão e entendimento para com as fraquezas e sofrimentos do seu semelhante.

A alma sofredora do País buscou avidamente Humberto de Campos e dele recebeu consolação e esperança. Eram cartas de dor e desespero que chegavam às suas mãos, pedindo socorro e auxílio. E ele, tocado nas fibras mais sensíveis do coração, a todas respondia, em crônicas, pelos jornais, atingindo milhares de leitores em circunstâncias idênticas de provações e lágrimas.

Fez-se amado por todo o Brasil, especialmente na Bahia e São Paulo. Seus padecimentos, contudo, aumentavam dia-a-dia. Parcialmente cego e submetendo-se a várias cirurgias, morando em pensão, sem o calor da família, sua vida era, em si mesma, um quadro de dor e sofrimento. Não desesperava, porém, e continuava escrevendo para consolo de muitos corações.

A 5 de dezembro de 1934, desencarnou. Partiu levando da Terra amargas decepções. Jamais o Maranhão, sua terra natal, o aceitou. Seus conterrâneos chegaram mesmo a hostilizá-lo.

Três meses apenas de desencarnado, retornou do Além, através do jovem médium Chico Xavier, este, com 24 anos de idade somente, e começou a escrever, sacudindo o País inteiro com suas crônicas de além-túmulo.

O fato abalou a opinião pública. Os jornais do Rio de Janeiro e outros estados estamparam suas mensagens, despertando a atenção de toda gente. Os jornaleiros gritavam. Extra, extra! Mensagens de Humberto de Campos, depois de morto! E o povo lia com sofreguidão…

Agripino Grieco e outros críticos literários famosos examinaram atenciosamente a produção de Humberto, agora no Além. E atestaram a autenticidade do estilo. “Só podia ser Humberto de Campos!” – afirmaram eles.

Começou então uma fase nova para o Espiritismo no Brasil. Chico Xavier e a Federação Espírita Brasileira ganharam notoriedade. Vários livros foram publicados.

Aconteceu o inesperado. Os familiares de Humberto moveram uma ação judicial contra a FEB, exigindo os direitos autorais do morto!

Tal foi a celeuma, que o histórico de tudo isto está hoje registrado num livro cujo título é “A Psicografia ante os Tribunais”, escrito por Dr. Miguel Timponi.

A Federação ganhou a causa. Humberto, constrangido, ausentou-se por largo período e, quando retornou a escrever, usou o pseudônimo de Irmão X.

Nas duas fases do Além, grafou 12 obras pelo médium Chico Xavier.

“Crônicas de Além-Túmulo”, “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, “Boa Nova”, “Novas Mensagens”, “Luz Acima”, “Contos e Apólogos” e outros foram livros que escreveu para deleite de muitas almas.

Nas primeiras mensagens temos um Humberto bem humano, com características próprias do intelectual do mundo. Logo depois, ele se vai espiritualizando, sutilizando as idéias e expressões, tornando-se então o escritor espiritual predileto de milhares.

Os que lerem suas obras de antes, e de depois, de morto, poderão constatar a realidade do fenômeno espírita e a autenticidade da mediunidade de Chico Xavier.

O mesmo estilo, o mesmo estro!

Fonte: Revista REFLEXÕES. Edição n.º 5 – Maio de 1999 – Fernandópolis.






Mecanismos do Perdão.

18 07 2008

Um dos ensinamentos de Jesus menos compreendidos e talvez um dos mais importantes para a evolução espiritual é o PERDÃO.

O perdão nos liberta de nossos ofensores. O perdão nos liberta de obsessões. O perdão é combustível de alta qualidade para nossa evolução espiritual.

Vejamos bem – como numa grande produção cinematográfica, estamos sendo filmados o tempo todo. A cada segundo que passa todos os movimentos são gravados no tempo do universo. E pela lei da ação e reação temos…

“Lex III: Actioni contrariam semper et aequalem esse reactionem: sine corporum duorum actiones in se mutuo semper esse aequales et in partes contrarias dirigi. (A toda ação há sempre oposta uma reação igual, ou, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas a partes opostas.)” Isaac Newton

Assim também ocorre em nossas relações pessoais pela lei da Causa e Efeito, toda prática tanto negativa quanto positiva receberá de volta uma reação em nós mesmos.

A Doutrina Espírita nos trouxe diversos casos de ações desastrosas, como assassinatos, roubos, corrupção, revelando o que ocorreu com o indivíduo que praticou essas ações após sua morte física.

Em todos os casos, ficam gravados no “filme” do universo as práticas de cada um. E como uma bola que lançamos para o alto, pela lei da gravidade irá cair, assim também pela lei universal da causa e efeito iremos resgatar todo o mal que fizemos nem que seja em uma vida futura. O mal que se pratica volta como ações do mal, o bem volta como ações do bem sobre nós, uma compensando a outra.

Assim, como condição de agressor ou praticante de um mal, independente de serem perdoados ou não, por qualquer um que seja, a lei física do universo é impossível de ser apagada, pois está gravada no tempo. O final desse “filme” só mudará para um “final feliz” se o agressor se arrepender e praticar ações positivas o bastante para anular sua má ação. Daí a função dos Padres e Pastores numa confissão. Eles deveriam auxiliar os seus fieis estimulando-os a praticarem boas ações suficientes para quitarem suas dívidas. Infelizmente muitos confundem boas ações com sacrifícios físicos individuais – o que não leva a lugar algum no alcance do verdadeiro perdão.

E por isso no Espiritismo não existe o “perdão” por palavras. O alcance do perdão para quem pratica um mal é aprendido pelos estudos da Doutrina Espírita. Assim aprende-se, que o verdadeiro perdão depende apenas de nós mesmos – pois devem ser alcançados pelas ações na prática do bem e da caridade para contrabalançar e resgatar o mal feito.

“Quem achar a sua vida perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim achá-la-á.” – Mateus 10:39

Ainda assim, temos o caso da situação da vitima, pois se ela não perdoar provavelmente estará ligado ao seu ofensor numa próxima etapa ou numa vida futura para reparação, podendo inclusive se tornar um agressor caso busque a vingança ou o revide imediato – se comprometendo no “filme” da vida igualmente ou até pior do que o seu agressor. Realmente é muito complexo a situação para explicar em poucas palavras…

Então é normal muitas dúvidas surgirem…

Como educar um filho que recebe um agressão física na escola do seu colega?

Como agir diante de uma violação física de maior intensidade?

Como deve proceder o profissional da segurança pública que lida com bandidos fortemente armados? (…)

Resposta difícil, contudo para nos auxiliar em nossas reflexões, temos o exemplo de Jesus – que diante dos soldados agressores na hora de sua prisão não só impediu que seus discípulos usassem a violência, mas ainda curou um soldado “inimigo” ferido… Assim venceu o mundo…

50 – Jesus, porém, lhe disse: Amigo (jUDAS), a que vieste? Nisto, aproximando-se eles, lançaram mão de Jesus, e o prenderam.
51 – E eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou da espada e, ferindo o servo do sumo sacerdote, cortou-lhe uma orelha.
52 – Então Jesus lhe disse: Mete a tua espada no seu lugar; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.
53 – Ou pensas tu que eu não poderia rogar a meu Pai, e que ele não me mandaria agora mesmo mais de doze legiões de anjos?
(…)

Portanto não devemos em hipótese nenhuma retribuir violência com violência. Todo e qualquer ato de violência que produzimos, seja para quem for, até mesmo um bandido – estaremos nos comprometendo na lei da ação e reação. Por isso Jesus diz com tanta clareza nesse momento de conflito em sua prisão – todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. É a lei da ação e reação. Quem mata grava na lei do universo um ação nessa vida onde a reação será sua morte numa vida futura. Mais clareza nas palavras de Jesus do que isso, para aquela época onde não existia conhecimentos sobre as leis da física, é impossível.

Que possamos refletir sempre em nossas ações do passado, buscar corrigi-las com ações produtivas no futuro para o bem comum e assim subir mais um pequeno degrau em nossa evolução Espiritual.

“Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” Chico Xavier em psicografia.

Talvez quem não tenha contato com o Espiritismo possa entrar em conflito com ideias enraizadas. Nesse caso sugiro a leitura do “Livro dos Espíritos” onde foi codificado a base da Doutrina para poder analisar com mais cautela todas as revelações que o Espírito da Verdade nos trouxe. Afinal o Espiritismo é uma mensagem de Jesus para todos.

Bons pensamentos e ações para o bem !

Referências:

– “Livro dos Espíritos”. codificado por Allan Kardec.

– “Bíblia”. Livro do apóstolo Mateus.

– “Lindos Casos de Chico Xavier” de Ramiro Gama.

– Wikipedia. Terceira Lei de Isaac Newton.