Mais um aviso sobre a (falta de) segurança no automobilismo

27 07 2009
Kubica nasce novamente

Kubica nasce novamente (pés foram salvo por pouco) ao contrário das fotos abaixo

f11Muitos fãs das corridas de F1 e outras categorias de automobilismo podem ficar decepcionados com minha opinião. O automobilismo é uma atividade primitiva e medieval. Por mais tecnologia que se use, uma atividade que já gerou mortes por pura competição, dinheiro e prazer acaba sendo algo mundanamente negativo e maléfico.

f16É certo que produz avanços tecnológicos na área automotiva que são aplicados nos carros “comuns” . Mas esses avanços não poderiam existir sem mortes? Os investimentos em velocidade são muito desproporcionais em relação a segurança humana. Somente com algumas mortes, iniciam algum procedimento de pesquisa em segurança. Por que os investimentos em segurança não iniciam antes das mortes? Por que já não desenvolveram um “teto” protetor ultra resistente em forma de uma cabine? Quantas mortes já não ocorreram pelo piloto ter a cabeça livre no ar, sendo protegido apenas pela aerodinâmica e por Deus? Ou mesmo correr através de controle remoto, sem um ser humano dentro de um protótipo… com a tecnologia de hoje seria fácil.

f15Fatalidades existem, mas deve-se pensar em tudo, em todas as possibilidades. Mesmo assim, os riscos de correr a mais de 200 km/h são grandes demais para se considerar um esporte. Esporte é saúde, ética, disciplina, amizade, educação, corpo e mente unidas numa competição saudável. O automobilismo é corrida por dinheiro, risco de vida, anti-ética, competição avassaladora. Pilotos são empregados e peças descartáveis para as grandes montadoras. Decididamente não é um esporte. Não é a toa que muitos vídeos de acidentes estão sendo retirados do youtube…

f13 A morte de Ayrton Sena certamente foi um aviso. Ele era prodígio. Subiu apenas pela competência, pela habilidade. Nas vésperas de sua morte mostrava um perfil preocupado com a segurança que era deixada para segundo plano. A crise no automobilismo era grande e morreu para que investimentos em segurança fossem desenvolvidos. Sua morte não foi em vão. Contudo quantos campeões mundiais terão que morrer para chamar a atenção para o absurdo de risco que existe no automobilismo? Tanta tecnologia para uma atividade tão primitiva. Não é esporte. Não vejo muita diferença dos  pilotos em relação aos gladiadores chicoteando seus cavalos. Contudo na era medieval praticavam essas corridas pela própria vida. E o público carniceiro, continua o mesmo… Lastimável a foto do Massa ferido nas primeiras páginas de todos os lugares.

f17 Decididamente sigo o conselho do Ayrton e nunca mais assisti uma corrida de qualquer tipo de categoria automobilística. Ayrton venceu o mundo alertando para a falta de segurança e risco dessa competição e deixando uma Instituição de caridade que irradia muita luz nesse planeta tão sombrio.

Quantos não continuam se arriscando nessa atividade? E muitas vezes não dispõe do conhecimento espiritual necessário para a passagem para o outro plano. É certo que ninguém sabe o dia que a morte irá bater a porta. Por isso a importância da instrução sobre como é a vida no outro lado. E essa informação já temos.

Chico Xavier no Brasil foi uma grande pessoa iluminada com a capacidade de “escutar” os espíritos. Com apenas quarta série primária, publicou mais de 400 obras por meio de psicografia – onde os espíritos (pessoas mortas*) utilizam da escrita pela mão do Chico para escrever textos. Suas obras espirituais portanto nos esclarecem de como é a vida nesse mundo. A séria André Luiz, Emmanuel e outros grandes espíritos sabedores de muitas verdades que desconhecemos por total nos esclarecem  com é a vida no plano espiritual, suas leis, de onde vimos, para onde vamos… Sem falar na codificação iniciada pelo “Livro dos Espíritos”.

ssenn .  Ayrton e todos que já partiram nos convidam a sabermos mais sobre a vida após a morte, sobre quem somos e para onde vamos. Fica a nosso critério dar prioridade a esse conhecimento de grande importância para todos nós, ainda vivos num corpo físico…

Independente de religião ou crença, a ciência do Espírito está disponível nas obras da codificação disponíveis para download nos links ao lado e nas mais de 400 obras de Chico Xavier.

A instrução é dever de cada um de nós para vivermos e aproveitarmos melhor essa vida tão curta.

Sucesso e paz a todos nós, especialmente o Felipe Massa, para que possa estar ganhando saúde plena e criando consciência reflexiva do verdadeiro sucesso dessa vida. Abaixo deixo um vídeo do Chico Xavier para reflexão.

Pilotos mortos somente na Fórmula 1:

Luigi Fagioli (Itália), 54 anos. Equipe: Alfa Romeu. Treinos do GP de Mônaco, em 1952.
Fellice Boneto (Itália), 50 anos. Equipe: Maserati. GP do México, em 1953.
Onofre Marimón (Argentina), 31 anos. Equipe: Maserati. Treinos do GP da Alemanha, em 1954.
Alberto Ascari (Itália), 36 anos. Equipe: Lancia. Treinos particulares em Monza, Itália, em 1955.
Eugenio castellotti (Itália), 27 anos. Equipe: Ferrari. Treinos particulares em Modena, Itália, em 1957.
Luigi Musso (Itália), 34 anos. Equipe: Ferrari. GP da França, em 1958.
Peter Collins (Grã-Bretanha), 27 anos. Equipe: Ferrari. GP da Alemanha, em 1958.
Stuart Lewis-Evans (Grã-Bretanha), 28 anos. Equipe: Vanwall. GP do Marrocos, em 1958.
Jean Behra (França), 38 anos. Equipe: Ferrari. Treinos do GP da Alemanha, em 1959.
Chris Bristow (Grã-Bretanha). Equipe: Cooper. GP da Bélgica, em 1960.
Alan Stacey (Grã-Bretanha). Equipe: Lotus. GP da Bélgica, em 1960.
Harry Schell (EUA), 39 anos. Equipe: Cooper. Treinos particulares em Silverstone, Inglaterra, em 1960.
Wolfgang von Trips (Alemanha), 32 anos. Equipe: Ferrari. GP da Itália, em 1961.
Ricardo Rodriguez (México), 20 anos. Equipe: Ferrari. Treinos do GP do México, em 1962.
Carel Godin de Beaufort (Holanda), 30 anos. Equipe: Porsche. Treinos do GP da Alemanha, em 1964.
John Taylor (Grã-Bretanha), 33 anos. Equipe: Brabham. GP da Alemanha, em 1966.
Lorenzo Bandini (Itália), 32 anos. Equipe: Ferrari. Em conseqüência de um acidente no GP de Mônaco, em 1967.
Bob Anderson (Grã-Bretanha), 36 anos. Equipe: Brabham. Treinos particulares em Silverstone, Inglaterra, em 1967.
Joseph Schlesser (França), 40 anos. Equipe: Honda. GP da França, em 1968.
Piers Courage (Inglaterra), 28 anos. Equipe: Tomaso. GP da Holanda, em 1970.
Jochen Rindt (Áustria), 28 anos. Equipe: Lotus. Treinos do GP da Itália, em 1970.
Bruce McLaren (Nova Zelândia), 33 anos. Equipe: McLaren. Treinos particulares em Goodwood, Inglaterra, em 1970.
Joe Siffert (Suíça), 35 anos. Equipe: BRM. Prova de campeões na Inglaterra, em 1971.
François Cevert (França), 29 anos. Equipe: Tyrrell. Treinos do GP dos EUA, em 1973.
Roger Williamson (Grã-Bretanha), 25 anos. Equipe: March. GP da Holanda, em 1973.
Peter Revson (EUA), 35 anos. Equipe: Shadow. Treinos particulares em Kyalami, África do Sul, em 1974.
Helmut Koinigg (Áustria), 25 anos. Equipe: Surtees. Treino do GP dos EUA, em 1974.
Mark Donohue (EUA), 38 anos. Equipe: Penske. Treinos do GP da Áustria, em 1975.
Tom Pryce (Inglaterra), 28 anos. Equipe: Shadow. GP da África do SUL, em 1977.
Ronnie Peterson (Suécia), 34 anos. Equipe: Lótus. Em conseqüência de um acidente no GP da Itália, em 1978.
Patrick Depailler (França), 35 anos. Equipe: Alfa Romeo. Treinos particulares em Hockenheim, Alemanha, em 1980.
Gilles Villeneuve (Canadá), 30 anos. Equipe: Ferrari.Treinos do GP da Bélgica, em 1982.
Ricardo Paletti (Itália), 23 anos. Equipe: Osella. GP do Canadá, em 1982.
Elio de Angelis (Itália), 28 anos. Equipe Brabham. Treinos particulares em Paul Ricard, França, em 1986.
Roland Ratzemberger (Áustria), 31 anos. Equipe: Simtek. Treinos do GP de San Marino, Itália, em 1994.
Ayrton Senna (Brasil), 34 anos. Equipe: Williams. GP de San Marino, Itália, em 1994.

Ainda 33 espectadores foram mortos.

E agora na Stock Car Brasil a imprudência com corridas sob forte chuva aliada a outros fatores levam outro piloto ao desencarne:

“Gustavo Sondermann teve sua morte cerebral anunciada pelo corpo médico do Hospital São Luiz, onde foi atendido. Segundo o boletim médico oficial, o paulista, que chegou ao local com quadro estável, teve complicações por conta do acidente. A Confederação Brasileira de Automobilismo decretou luto oficial de sete dias.” G1 dia 04/04/2011

Atualizando com mais outra tragédia, o corredor Dan Wheldon numa – fatal crash – na Formula Indy faleceu em grave acidente. Por ser piloto com grandes chances de vencer a temporada 2011 fica o alerta para a falta de segurança em corridas de todas as modalidades.

Todas as modalidades de automobilismo deveriam ser repensadas.

Que a piedade Divina possa estar no amparo de todos esses pilotos que dedicaram suas vidas a velocidade e ao desenvolvimento tecnológico do automobilismo no mundo. Que possam estar cientes de sua nova condição de espírito fora do corpo físico em vida espiritual – nessa passagem violenta e repentina – auxiliados pelos seus espíritos protetores e benfeitores espirituais.

Assim Seja.