A mente humana ainda é um universo que a ciência, apesar de todos os seus avanços, ainda não conseguiu desvendar muitos fatos. E o sonho é algo que ainda intriga a muitos. Por que sonhar? Qual o significado de determinado sonho? E aquele fato onde um dos integrantes dos “Mamonas Assassinas” disse em uma gravação de vídeo antes do acidente fatal que tinha sonhado com um acidente de avião? Existe então o sonho que nos alerta de algo? E quando os sonhos são totalmente sem sentido? E ainda quando sonhamos com pessoas que nos parecem familiar? ? ?
Algumas respostas já nos são reveladas pela ciência. Mas as explicações trazidas pelo Espiritismo são de grande relevância para essa questão. Assim relatamos aqui detalhes nos revelados por espíritos através de médiuns como o Chico Xavier e o outros ainda da Codificação Básica da obra Espírita onde Allan Kardec em mesmas perguntas, feitas a vários médiuns diferentes, em locais ainda diferentes, comparando-as uma a uma codificou a obra “Livro dos Espíritos”:
(Allan Kardec) 343._ Os Espíritos amigos que nos seguem durante a vida são alguns dos que vemos em sonho, que nos demonstram afeição e se apresentam a nós com aparências desconhecidas?
(Espírito) – Muito freqüentemente são os mesmos. Vêm vos visitar, assim como visitais um prisioneiro.
No “Livro dos Espíritos” onde Allan Kardec interroga o Espírito da Verdade através de vários médiuns temos uma revelação relativa aos sonhos muito interessante. Mas não para por ai. A Doutrina Espírita nos ajuda a entender muitos casos relativos aos sonhos, sendo ferramenta pela qual estaremos examinando minuciosamente para termos mais esclarecimentos sobre os sonhos que todos temos.
Certamente ocorrem impressões do subconsciênte das atividades praticadas durante o dia, contudo também existe muitas coisas além disso.
(Allan Kardek) 396._ Certas pessoas acreditam ter uma vaga lembrança de um passado desconhecido que se apresenta a elas como a imagem passageira de um sonho, que se procura, em vão, reter. Essa idéia é apenas ilusão?
(Espírito) – Algumas vezes é real; mas muitas vezes é também ilusão contra a qual é preciso ficar atento, porque pode ser o efeito de uma imaginação superexcitada.
Verificamos que o próprio Espírito Superior alerta que muitas vezes o sonho também é ilusão, outras vezes pode ser algo real que o próprio espírito do indivíduo tenha vivenciado em vidas passadas. Não querendo ser sensacionalista adverte que a maioria das vezes é fruto da imaginação sim.
Contudo como saber se estamos sentindo um sonho real ou imaginário ? E se existem pessoas que sonham com acontecimentos fatais, como no caso do Mamonas Assassinas, o destino traçado então existe realmente ?
São questionamentos como esses que nos fazem cada vez mais estudar a Doutrina Espírita na tentativa de entender os acontecimentos que nos rodeiam… Quem somos, de onde vimos, para onde vamos? O que nos espera depois da morte? E antes do nascimento, o que somos ? …
Muitas respostas nos são reveladas pelos Espíritos Superiores colocando em xeque paradigmas e dogmas construídos a séculos pelas interpretações dos homens. Mas o Espiritismo nos foi enviado para somar informações e acertar as interpretações de Escrituras de mais de dois mil anos. No caso específico dos sonhos, seria interessante um conhecimento mais detalhado da obra espírita, com pelo menos a leitura do “Livro dos Espíritos” disponível para download no link ao lado direito desse bloq e nas livrarias a um preço irrisório.
Portanto, localizando o assunto na obra “Livro dos Espíritos”, é interessante observar que no capítulo 8 que trata da Emancipação da Alma, temos especificamente detalhes sobre os sonhos revelados pelos Espíritos.
(Allan Karde) 401 _ Durante o sono, a alma repousa como o corpo?
(Espírito da Verdade) _ Não, o Espírito nunca fica inativo. Durante o sono, os laços que o prendem ao corpo se relaxam e, como o corpo não precisa do Espírito, ele percorre o espaço e entra em relação mais direta com outros Espíritos.
Verificamos assim que o nosso Espíritos (alma) durante o sono está mais livre para literalmente se movimentar por onde quiser. E na pergunta abaixo temos uma resposta altamente profunda abrindo grandes perspectivas de raciocínios:
“(Allan Kardec) 402 _ Como avaliar a liberdade do Espírito durante o sono?
(Espírito) – Pelos sonhos. Quando o corpo repousa, o Espírito tem mais condições de exercer seus dons, faculdades do que em vigília; tem a lembrança do passado e algumas vezes a previsão do futuro; adquire mais poder e pode entrar em comunicação com outros Espíritos, neste mundo ou em outro. Quando dizeis: tive um sonho esquisito, horrível, mas que não tem nada de real, enganais-vos; é, muitas vezes, a lembrança dos lugares e das coisas que vistes ou que vereis numa outra existência, ou num outro momento. O corpo, estando entorpecido, faz com que o Espírito se empenhe em superar suas amarras e investigar o passado ou o futuro. Pobres homens, que pouco conheceis dos mais simples fenômenos da vida! Julgai-vos sábios e, entretanto, vos embaraçais com as coisas mais simples; ficais perturbados com a pergunta de todas as crianças: o que fazemos quando dormimos? Que são os sonhos? O sono liberta, em parte, a alma do corpo. Quando dormimos, estamos momentaneamente no estado em que o homem se encontra após a morte. Os Espíritos que logo se desligam da matéria, quando desencarnam, têm um sono consciente. Durante o sono, reúnem-se à sociedade de outros seres superiores e com eles viajam, conversam e se instruem; trabalham até mesmo em obras que depois encontram prontas, quando, pelo desencarne, retornam ao mundo espiritual. Isso deve vos ensinar uma vez mais a não temer a morte, uma vez que morreis todos os dias, segundo a palavra de um santo. Isso para os Espíritos elevados; mas para o grande número de homens que, ao desencarnar, devem permanecer longas horas nessa perturbação, nessa incerteza da qual já vos falaram, esses vão, enquanto dormem, a mundos inferiores à Terra, onde antigas afeições os evocam, ou vão procurar prazeres talvez ainda mais baixos que os que têm aí; vão se envolver com doutrinas ainda mais desprezíveis, ordinárias e nocivas que as que professam em vosso meio. O que gera a simpatia na Terra não é outra coisa senão o fato de os homens, ao despertar, se sentirem ligados pelo coração àqueles com quem acabaram de passar de oito a nove horas de prazer. Isso também explica as antipatias invencíveis que sentimos intimamente, porque sabemos que essas pessoas com quem antipatizamos têm uma consciência diferente da nossa e as conhecemos sem nunca tê-las visto com os olhos. Explica ainda a nossa indiferença, pois não desejamos fazer novos amigos quando sabemos que há outras pessoas que nos amam e nos querem bem. Em uma palavra, o sono influi mais na vossa vida do que pensais. Durante o sono, os Espíritos encarnados estão sempre se relacionando com o mundo dos Espíritos e é isso que faz com os Espíritos Superiores consintam, sem muita repulsa, em encarnar entre vós. Deus quis que em contato com o vício eles pudessem se renovar na fonte do bem, para não mais falharem, eles, que vêm instruir os outros. O sono é a porta que Deus lhes abriu para entrarem em contato com seus amigos do céu; é o recreio após o trabalho, enquanto esperam a grande libertação, a libertação final que deve devolvê-los a seu verdadeiro meio. O sonho é a lembrança do que o Espírito viu durante o sono; mas notai que nem sempre sonhais, porque nem sempre vos lembrais do que vistes, ou de tudo o que vistes. É que vossa alma não está em pleno desdobramento. Muitas vezes, apenas fica a lembrança da perturbação que acompanha vossa partida ou vossa volta, à qual se acrescenta a do que fizestes ou do que vos preocupa no estado de vigília; sem isso, como explicaríeis esses sonhos absurdos que têm tanto os mais sábios quanto os mais simples? Os maus Espíritos se servem também dos sonhos para atormentar as almas fracas e medrosas. Além disso, vereis dentro em pouco se desenvolver uma outra espécie de sonhos; ela é tão antiga quanto a que já conheceis, mas a ignorais. O sonho de Joana D’arc, o sonho de Jacó, o sonho dos profetas judeus e de alguns adivinhos indianos; esse sonho é a lembrança da alma quase inteiramente desligada do corpo, a lembrança dessa segunda vida de que falamos.”
Essa resposta da pergunta 402 do Livro dos Espíritos nos faz dispostos certamente a entrar em contato com a Obra Espírita; e para que já entrou em contato, para uma nova leitura do “Livro dos Espíritos” – por se tratar de uma obra literalmente produzida por seres muito superiores a nós, com respostas igualmente complexas, diretas, esclarecedoras e motivadoras. Podemos assim dispor de uma ferramenta teórica para estudarmos e assim entendermos melhor a nós mesmos. Basta um pouco de vontade.
No caso dos sonhos, vimos que “morremos diariamente” nos sonhos. Logo, nosso espírito se liberta do corpo se dirigindo para onde está nosso coração, nossos hábitos diários.
Quem tem pensamentos elevados, buscando o bem estar comum, produzindo ações construtivas, orando para nosso Pai celeste, certamente durante os sonhos estará se dirigindo a planos mais altos, e ao acordar, estará descansado e com bem estar mental e físico. Ainda recebe boas inspirações durante todo o dia em forma de idéias e acasos para o sucesso pessoal.
Em contrapartida, pessoas que somente pensam e sensações, prazeres, objetos materiais, dinheiro, estará se dirigindo durante o sono a locais sombrios e espíritos igualmente presos as sensações. Certamente ao acordar, irá parecer cansado e desmotivado, pois seu espírito gastou ainda mais energias em atividades ligadas as sensações e negatividade durante o sono. Suas boas inspirações durante o dia serão minimizadas pela falta de sintonia com bons espíritos…
Vejam assim a grande importância da compreensão dos sonhos e da mensagem Espírita para nosso próprio bem. A responsabilidade acaba assim sendo inteiramente nossa. Tudo de ruim que nos acontece não é culpa de um Deus, mas de nossos próprios pensamentos e ações.
- O que habitualmente produzimos e pensamos, certamente teremos reações disso em nosso futuro pessoal e espiritual -
Fica assim o convite a leitura da obra “Livro dos Espíritos” para aprofundamento da questão dos sonhos e de outra questões e ainda a maior observação por cada um de nós nos sonhos que produzimos. E mais além, nos pensamentos e hábitos que temos durante o dia. Observemos nossos sonhos, como se parecem, suas características, se foi colorido ou preto e branco, realista ou sombrio.
Estamos com pesadelos? Quantas caridades produzimos nesse dia??
Sonhamos com tragédias? O que podemos fazer de boas atitudes para com o próximo para ajudá-los e assim nos ajudar?
Nenhum sonho surge? Por que não nos aprofundarmos em uma filosofia de vida e estudo religioso?
Bons sonhos, ou melhor, boa viagem! Abaixo um vídeo do Richard Simonetti:
Homenagem desse Blog aos integrantes do grupo musical Mamonas Assassinas que tanto divertiu os jovens e ainda deram esse testemunho referente aos sonhos antes de sua partida. Que Deus esteja iluminando-os de luz e harmonia:

Letra: Em Algum Lugar – Mamonas Assassinas
Cifras Intro: D G C G (a musica toda é assim)
D G C G D
Sei que algum dia
Alguém me fará sorrir
Um dia verei a vida terminar
Então irei chorar tudo que resta em mim
Lembrarei que ainda posso imaginar
( C G )
D G C G D
Posso ver nos olhos de cada pessoa
Algo mais uma ilusão
Posso ver chorando, lutando à toa
Algo mais uma desilusão. (2x)
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OBS: Contribuições e questionamentos no link “Comentário” abaixo.


Muitos fãs das corridas de F1 e outras categorias de automobilismo podem ficar decepcionados com minha opinião. O automobilismo é uma atividade primitiva e medieval. Por mais tecnologia que se use, uma atividade que já gerou mortes por pura competição, dinheiro e prazer acaba sendo algo mundanamente negativo e maléfico.
É certo que produz avanços tecnológicos na área automotiva que são aplicados nos carros “comuns” . Mas esses avanços não poderiam existir sem mortes? Os investimentos em velocidade são muito desproporcionais em relação a segurança humana. Somente com algumas mortes, iniciam algum procedimento de pesquisa em segurança. Por que os investimentos em segurança não iniciam antes das mortes? Por que já não desenvolveram um “teto” protetor ultra resistente em forma de uma cabine? Quantas mortes já não ocorreram pelo piloto ter a cabeça livre no ar, sendo protegido apenas pela aerodinâmica e por Deus?
Fatalidades existem, mas deve-se pensar em tudo, em todas as possibilidades. Mesmo assim, os riscos de correr a mais de 200 km/h são grandes demais para se considerar um esporte. Esporte é saúde, ética, disciplina, amizade, educação, corpo e mente unidas numa competição saudável. O automobilismo é corrida por dinheiro, risco de vida, anti-ética, competição avassaladora. Pilotos são empregados e peças descartáveis para as grandes montadoras. Decididamente não é um esporte. Não é a toa que muitos vídeos de acidentes estão sendo retirados do youtube…
A morte de Ayrton Sena certamente foi um aviso. Ele era prodígio. Subiu apenas pela competência, pela habilidade. Nas vésperas de sua morte mostrava um perfil preocupado com a segurança que era deixada para segundo plano. A crise no automobilismo era grande e morreu para que investimentos em segurança fossem desenvolvidos. Sua morte não foi em vão. Contudo quantos campeões mundiais terão que morrer para chamar a atenção para o absurdo de risco que existe no automobilismo? Tanta tecnologia para uma atividade tão primitiva. Não é esporte. Não vejo muita diferença dos pilotos em relação aos gladiadores chicoteando seus cavalos. Contudo na era medieval praticavam essas corridas pela própria vida. E o público carniceiro, continua o mesmo… Lastimável a foto do Massa ferido nas primeiras páginas de todos os lugares.
Decididamente sigo o conselho do Ayrton e nunca mais assisti uma corrida de qualquer tipo de categoria automobilística. Ayrton venceu o mundo alertando para a falta de segurança e risco dessa competição e deixando uma Instituição de caridade que irradia muita luz nesse planeta tão sombrio.
Ayrton e todos que já partiram nos convidam a sabermos mais sobre a vida após a morte, sobre quem somos e para onde vamos. Fica a nosso critério dar prioridade a esse conhecimento de grande importância para todos nós, ainda vivos num corpo físico…


Isaac Newton. Sua Terceira Lei é aplicada no plano espiritual gerando bases lógicas para provar a reencarnação. Em sua explicação nos disse: "O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano."

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