Permanência no planeta Terra, DEFINIÇÃO, por Leopoldo Fróis

22 08 2011

Hoje recebi do Centro Espírita Caminhos de Luz-Pedreira-SP-Brasil um e-mail  profundo  do espírito Leopoldo Fróis que nos leva a refletir sobre nossa existência em nosso estado de espírito atual.

Não pude deixar de colocar nesse humilde blog palavras tão espetaculares sobre a nossa permanência na Terra. Assim vamos a mensagem abaixo e logo após deixo o texto original de Emmanuel na introdução dessa bela obra psicografada por Chico Xavier em 1951 a venda na internet e nas livrarias e também a biografia do Leopoldo Fróis.

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DEFINIÇÃO

Disse alguém que a permanência na Terra é semelhante a um baile de máscaras, em que alguns entram, enquanto outros saem.

Para mim, no entanto, que me consagrei ao teatro na última romagem por aí, suponho mais razoável a comparação do mundo a velho e sempre novo cenário, onde representamos nossos papéis, ensaiando para exercer funções gloriosas de almas conscientes na eternidade.

Cada existência é uma parte no drama evolutivo. Cada corpo é um traje provisório, e cada profissão uma experiência rápida.

A vida é a peça importante.

O período de tempo, que medeia entre uma entrada pelo berço e uma saída pelo túmulo, é precisamente um ato para cada um de nós no conjunto.

Muito importante é a arte de viver cada qual o seu próprio papel.

Há lamentáveis distúrbios, no elenco e na platéia, sempre que um dos artistas invada as atribuições do colega no argumento a ser vivido no palco, sobrevindo verdadeiras calamidades, com desagradável perda de tempo, em todas as ocasiões em que se despreze aquela norma.

A representação reclama inteligência, fidelidade, firmeza, emoção e eficiência, com aproveitamento integral dos lances psicológicos, e alta capacidade de autocrítica.

Nunca chorar no instante de rir e jamais sorrir no momento da lágrimas.

Providenciar tudo a tempo.

Tonalizar a voz e medir os gestos, para não converter a tragédia em truanice; respeitar as convenções estabelecidas, a fim de que o artista não desça da galeria do astro ao terreiro do bufão.

Segundo o parecer dos sensatos homens da antiguidade, o sapateiro não se deve exceder no salão do pintor, e o pintor, a seu turno, precisa comedir-se na tenda do sapateiro.

Encarnando um juiz, um político, um sacerdote, um beletrista, um negociante ou um operário, não será aconselhável apresentarmos obra muito diferente do trabalho daqueles que nos precederam, investidos em obrigações idênticas: correríamos o risco da excentricidade e do apedrejamento.

Compete ao nosso bom senso talhar o figurino, tendendo para o melhor, sem escandalizar, contudo, os moldes anteriores.

O comerciante não deve absorver o papel do filósofo, embora o admite e lhe siga as regras. O homem de idéias, por sua vez, não deve furtar o papel do mercador, apesar de convidá-lo à meditação.

Atulhando o edifício em que funciona o teatro, há sempre grande massa de bonecos, no almoxarifado da instituição. É a turba compacta de pessoas que nada fazem pela própria cabeça, constituída por ociosos de todos os feitios, a formarem o “grand-guignol” da vida comum, habitualmente manejados por hábeis ventríloquos da inteligência.

E, enchendo o subterrâneo ou cercando as gambiarras e os tangões, temos o exército dos que arrastam escadas e pedras, móveis e cortinas, na qualidade de tecelões do verdadeiro urdimento para as mutações necessárias. São eles os espíritos acovardados ou preguiçosos, que renunciam ao ato de escolher o próprio caminho e que abominam o conhecimento, a elevação e a aventura, entronizando o comodismo em ídolo de suas paixões enfermiças. Demoram-se longo tempo na imbecilidade e na teimosia, suportando pesos atrozes pela compreensão deficiente.

No proscênio, focalizados por luzes de grande efeito, movimentam-se os atores e as atrizes da ação principal. São pessoas que se impõem no palco vivo. Discutem. Apaixonam-se. Gritam. Criam emoções para os outros e para si mesmos. Agitam-se, imponentes, na grandeza ou na miséria, na glória ou na decadência. Respiram, conscientes da missão que lhes cabe.

São geralmente calmos na direção e persistentes na ação. Transitam, através dos bastidores, obstinados e serenos, com segurança matemática. Pronunciam frases bem meditadas, usam guarda-roupa adequado e não traem a mímica que lhes compete.

Homens e mulheres, acordados para a vida e para o mundo, caminham para os objetivos que traçaram a si mesmos. Entre eles vemos príncipes e sábios, rainhas e fadas, ricaços e pobretões, poetas e músicos, comendadores e caravaneiros, noivas e bruxas, artífices e palhaços. Com diferenças na máscara e no coração, cada um deles funciona dentro da posição que a peça lhes designa. Cada qual responde pela tarefa que lhe é peculiar.

O espírito, que, durante alguns dias, desempenhou com maldade e aspereza a função da governança, volta à mesma paisagem na situação do dirigido. O juiz que interferiu, indebitamente, no destino de muitas pessoas, regressa ao palco nalgum caso complicado, para conhecer, com mais precisão, o tribunal onde colaborou vestindo a toga, depressa restituída a outros julgadores. O operário inconformado, que se entrega à indisciplina e à rebelião, volta, às vezes, ao grande teatro da vida, exibindo o título de administrador, a fim de conhecer quantas aflições custa o ato de responsabilizar-se e dirigir. O médico distraído na ambição do lucro efêmero volve em algum catre de paralítico, de modo a refletir na importância da Medicina. Sacerdotes indiferentes ao progresso das almas retornam curtindo a desventura dos órfãos da fé. Homens endemoninhados, que atravessam a cena quais faunos bulhentos, perturbando as ninfas da virtude e impossibilitando-lhes o ministério maternal, não raro se vestem com trajes femininos e comparecem, de novo, ao palco, sabendo, agora, quanto doem na mulher o abandono e o menosprezo, a ironia e a humilhação.

O papel mais pesado é sempre aquele que se reserva aos heróis e aos santos, porque esses atores infelizes vivem cercados pelas exigências do teatro inteiro, embora, no fundo, sejam também personalidades frágeis e humanas.

O que conforta de maneira invariável é que há lugar e missão para todos. Cada criatura dá espetáculo para as demais. Entretanto, para a tranqüilidade de todos, ninguém se lembra disso. E a peça vai sendo admiravelmente representada, sob recursos de supervisão que estamos muito longe de aprender.

Eis-me, pois, amigo, nestas páginas, que estimularão entre as pessoas sensatas a certeza da sobrevivência da alma.

Não tenho qualquer mensagem valiosa a enviar-lhe. Digo-lhe apenas, usando a experiência pessoal que o tempo hoje me confere, que esse mundo é, realmente, um grande teatro. Represente o seu papel com serenidade e firmeza e, decerto, você receberá tarefa mais importante no ato seguinte.

Pelo Espírito Leopoldo Fróis – Do livro: Falando à Terra, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Acesse o nosso site: www.caminhosluz.com.br

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Livro FALANDO A TERRA

No campo da vida, os escritores guardam alguma semelhança com as árvores.

Não raro, defrontamos com troncos vigorosos e erectos, que agradam à visão pelo conjunto, não oferecendo, porém, qualquer vantagem ao viajor. Ora são altos, mas não possuem romaria agasalhante. Ora se mostram belos; todavia, não alimentam. Ora exibem flores de vário colorido, que, no entanto, não frutificam.

São os artistas que escrevem para sí mesmos, perdidos nos solilóquios transcendentes ou nas interpretações pessoais. Inacessíveis ao interesse comum. De quando em quando, topamos espinheiros. São verdes e atraentes de longe; contudo, apontam acúleos pungentes contra quantos lhes comungam da intimidade enganadora.

Temos aí os intelectuais que convertem os raios da inteligência nos venenos  das teorias sociais de crueldade ou nos tóxicos da literatura fescenina, com que favorecem o crime passional e a mentira aviltante.

Por fim, encontramos os benfeitores do mundo vegetal, consagrados à produção de benefícios para a ordem coletiva. São sempre admiráveis pelos braços com que acolhem os ninhos, pela sombra com que protegem as fontes, e pelos frutos com que nutrem o solo, os vermes, os animais e os homens.

São os escritores que trabalham realmente para os outros, esquecidos do próprio “eu”, integrados no progresso geral. Sustentam as almas, transformam-nas, vestem-nas de sentimentos novos, improvisam recursos mentais salvadores e formam ideais de santificação e aprimoramento, que melhoram a Humanidade e aperfeiçoam o Planeta.

Este livro é constituído de galhos espirituais dessas árvores frutíferas. Os autores que o compõem, falando à Terra, estimulam o coração humano à sementeira de vida nova. É a voz amiga de almas irmãs que voltam dos cumes resplandecentes da imortalidade, despertando companheiros que a adormeceram no vale sombrio. Almas, que ajudam e consolam, animam e esclarecem.

Não temos, todavia, qualquer dúvida. Não obstante o mérito do que exprimem, muita gente prosseguirá sonâmbula e entorpecida.

É que o despertar varia ao infinito…

A gazela abre os olhos ao canto do pássaro. A pedra, entretanto, somente acorda a explosões de dinamite.

Resta-nos, porém, a confortadora certeza de que, se há milhões de almas anestesiadas nos enganos da carne, já contamos, no mundo, com milhares de companheiros que possuem “ouvidos de ouvir”.

EMMANUEL
Pedro Leopoldo, 18 de abril de 1951

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Leopoldo Fróis – Biografia – Fonte: Wikipédia – http://pt.wikipedia.org/wiki/Leopoldo_Fr%C3%B3es

Leopoldo Fróes desde pequeno, sempre sonhou em ser ator, mas seus pais eram completamente contra isso e não permitiram que ele seguisse seus sonhos. Formou-se então em Direito e seu pai lhe conseguiu um cargo diplomático.

Foi trabalhar em Paris, mas nunca era visto na Embaixada. Começou sua carreira de ator, então estreando no teatro em Portugal, em O rei maldito.

Em 1915, voltou ao Brasil e foi contratado pela Companhia de Dias Bragas. Depois de um tempo montou sua primeira empresa com a atriz Lucília Peres, de quem se separou depois de dois anos.

Fez grande sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo entre 1917 e 1927. No cinema, trabalhou em Perdida(1916) e Minha noite de núpcias(1931). Escreveu para o teatro duas peças em três atos:Mimosa e Outro amor. Deve-se a Leopoldo Fróis a primeira tentativa séria, depois de João Caetano, de dar à arte cênica e sobretudo a dicção brasileira valor de curso estético.

Leopoldo Fróes faleceu no dia 1º de março de 1932. Durante a filmagem do filme Noite de Núpcias, o ator apanhou resfriado que evoluiu para uma tuberculose, sendo internado no Sanatório Davos-Platz, onde veio a falecer.[1]

Causa social

Além de todo esse fascínio pelos palcos, por atuar, interpretar e improvisar, Leopoldo Fróes tinha grande paixão pelo social. Em 1918, conseguiu juntar alguns amigos do meio artístico e jornalistas, como: Eduardo Leite, Mário Magalhães, Irineu Marinho, entre outros, para abraçarem uma causa social. Fundaram então o “Retiro dos Artistas”, uma associação que pudesse acolher os artistas que não tinham mais amparo, que precisassem de ajuda.

Em 1919, Leopoldo junto com seu grupo de amigos, conseguiu a doação de um terreno em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, aonde foi montado então o Retiro, que teve como primeiros moradores o casal Madalena e Domingos Marchisio.

O Retiro dos Artistas existe até hoje. Com aproximadamente trinta e cinco casas, o lugar presta assistência a muitos artistas idosos que não têm lugar para morar.





Carlos Juliano Torres Pastorino e sua obra prima proibida

13 05 2010

Quem nunca entrou em contato com alguma obra do Pastorino, como a série “Minutos de Sabedoria” ?Abaixo uma pequena biografia desse grande Espírito:

“Filho de José Pastorino e sua esposa, Eugênia Torres Pastorino, estudou no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro onde, em 1924, recebeu os diplomas de Geografia, Corografia e Cosmografia, e pouco depois, o de bacharel em Português.

Foi para Roma a fim de cursar o Seminário, vindo a diplomar-se, em 1929, pelo cardeal Basilio Pompili, para a Ordem Menor de Tonsura. Ordenou-se em 1934. Em 1937 ante a recusa do Papa Pio XII em receber o Mahatma Gandhi em seu traje habitual decidiu abandonar a batina, raciocinando que o célebre pacifista indiano vestia-se como Jesus, e que, como este jamais se sujeitaria ao rigor formalista da Igreja Católica.

De volta ao Brasil, lecionou Latim e Grego no Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura. Lecionou ainda Espanhol. Nesse período começou a exercer atividades jornalísticas, como correspondente dos Diários Associados. Foi adido cultural e jornalístico da Academia Brasileira de Belas Artes.

Sócio de inúmeras sociedades esperantistas, no país e no exterior, foi delegado especializado (“Faka Delegito”) da Universidade Esperanto Asocio, com sede nos Países Baixos. Nessa militância, foi fundador da Sociedade Brasileira de Esperanto, no Rio de Janeiro.

No dia 31 de maio de 1950, concluiu a leitura de “O Livro dos Espíritos”, que recebera por empréstimo de um colega do Colégio Pedro II. Nessa data declarou-se espírita, e guardava-a com muito carinho. Passou a freqüentar o “Centro Espírita Júlio César”, no bairro do Grajaú, que foi a sua escola inicial de Espiritismo.

Em 8 de janeiro de 1951, com um grupo de amigos, fundou o “Grupo Espírita Boa Vontade”, posteriormente renomeado como “Grupo de Estudos Spiritus” que, com a ajuda do coronel Jaime Rolemberg de Lima, deu origem ao Lar Fabiano de Cristo, à CAPEMI e ao boletim espírita SEI (Serviço Espírita de Informações). Fundou a Livraria e Editora Sabedoria e a revista com o mesmo nome. Realizou palestras sobre a doutrina não apenas no estado do Rio de Janeiro como em outros no país.

Chegou a projetar a construção de uma Universidade Livre, em Brasília, para onde se mudou em 1973 mas faleceu antes de ver concretizado esse sonho.

Pastorino teve cinco filhos, de dois casamentos.” Fonte: Wikipédia

O mais interessante contudo, com os anos de estudos espíritas, foi a publicação da obra “Técnicas da Mediunidade” – uma semente plantada – para que “a capacidade do ser humano entrar em contato com os espíritos” seja estudada de forma científica. Tratando de uma verdadeira obra prima de estudos sobre a natureza humana ainda desconhecida por muitos com bases em conteúdos da teoria física e biológica atual.

Uma obra de tamanha importância que não poderia tão facilmente ganhar público – publicada em 1968 teve as edições póstumas proíbidas por forças naturais negativas que acham alimento nas portas abertas do preconceito que todos temos.

Contudo sua obra é facilmente acessível via download na internet, no link abaixo, por exemplo, e em milhares de outras fontes de troca de dados. Já se foi o tempo em que os livros eram queimados em praças públicas, a internet é democrática bastante para nos ajudar e eternizar fontes importantes como essa:

http://autoresespiritasclassicos.com/Pastorinho/Tecnicas%20da%20Mediunidade/Torres%20Pastorino%20-%20A%20Obra%20-%20T%C3%A9cnica-da%20Mediunidade.htm

Certamente o Autor aguarda os estudos mais profundos de ordem científico – técnico que devem ser trilhados em suas bases sugestivas dessa grande obra.

Abaixo uma passagem em audio dos “Minutos de Sabedoria”:





Gripe Suína, das aves e outras Pandemias. O que realmente devemos saber urgênte!

4 08 2009

O PLANETA ATUAL

O mundo atual e sua produção em larga escala de um tipo de produto vegetal e animal somente (monocultura) aliado ao desmatamento certamente está criando um cenário pavoroso que tende a piorar cada vez mais nesse planeta. Ninguém mais consegue plantar sem usar defensivos agrícolas danosos para todos. Poucos conseguem criar animais sem vacinas em larga escala e um alto controle veterinário.

E agora as conseqüências da ganância do homem chega a ele próprio. O inicio das reações de décadas de danos ao meio ambiente começa a sua colheita. E mesmo que o homem parasse agora com toda a poluição e desmatamento ainda sim teríamos que sofrer com essas reações, pois o início delas ocorreram desde a revolução industrial.

TODA AÇÃO POSSUI REAÇÕES

Foram mais de 700 mortos pela gripe suína no mundo, quando ainda estavam fazendo uma contagem séria, e a tendência é ainda mais tenebrosa. Infelizmente o futuro da humanidade é de muito mais sofrimento e mortes. Não precisa ser adivinho para saber o que vêm por ai. Basta usar a lógica matemática. Enquanto estiverem produzindo e desmatando irracionalmente, enquanto existirem “depósitos” de milhões de animais de uma mesma raça aglomerados sendo “cevados por hormônios” para alimento humano, doenças e mais doenças surgirão para o homem – que fica sempre a um passo atrás da solução – correndo atrás de remédios químicos depois de centenas de mortes a cada pandemia.

Solução? Inúmeras. Contudo enquanto o egoísmo ainda estiver acima de tudo estamos longe do fim.

O QUE DEVEMOS SABER URGENTE ?

A educação ambiental, higiene pessoal, alimentação sadia, hábitos saudáveis, na busca de um sistema imunológico forte, tudo é essencial. Contudo o mais urgente não é nada agradável para muitos, por simples medo. Devemos saber o que somos, de onde vimos e para onde vamos. Enfim, devemos estudar de modo científico a vida e principalmente a morte.

Pelo mundo que estamos vivenciando certamente devemos ter mais conhecimento sobre nossa existência nesse planeta. Desde antes do nascimento até depois da morte. E a Doutrina Espírita nos livros publicados que formam sua obra são bases fundamentadas em pesquisas científicas sobre esse assunto. É uma obra onde todos, de todas as filosofias e religiões devem buscar estudar e reavaliar seus paradigmas.

Quem não conheçe o Chico Xavier, uma pessoa humilde, com quarta séria primária, onde através de psicografias publicou mais de 400 livros . Desde poesias até explicações detalhadas de como é a vida no mundo espiritual.

Antes de mais nada devemos afastar o aspecto temível da morte. Existem pessoas que transferem o assunto para um futuro remoto. Contudo devemos ter a certeza de que todos morreremos um dia. Isso já é motivo bastante para estudarmos o assunto.

Três obras são de grande importância para que possamos tomar ciência de como é o processo da morte num primeiro momento:

“Livro dos Espíritos”, Allan Kardec – A obra principal da codificação do Espiritismo. Capitulo III iniciando com a pergunta 149.

“Quem tem medo da morte”, Richard Simonetti – De forma simples, objetiva, e didática Simonetti nos revela todos os segredos da morte baseado em estudos da Doutrina Espírita.

“Ninguém Morre”. Francisco Cândido Xavier – Relatos reais de mensagens de pessoas que morreram para seus familiares recebido por psicografia de Chico Xavier.

As sínteses geram grande risco de dúvidas e contestações por justamente faltar maiores detalhes. Contudo mesmo com esse risco deixo aqui alguns pontos que devemos refletir:

  • Somos espíritos eternos. Já existíamos antes de nascer e ao morrer nosso espírito continua vivo, porém sem estar preso a um corpo físico.
  • A morada definitiva dos espíritos situa-se no Plano Espiritual. A vida num corpo físico é um momento transitório evolutivo.
  • Tudo que fizermos enquanto encarnados irá produzir reações contra nós mesmos. Boas atitudes geram boas reações. Más ações igualmente sofrimentos teremos no futuro espiritual e inclusive numa próxima vida. Com ferro fere com ferro será ferido, assim se gera carmas…
  • Nosso Pai Celeste é puro amor igualmente para todos nós. Todos os nossos sofrimentos, de nascença ou não são devidos a atitudes nossas em vidas passadas, e não por maldade dos Deuses.
  • A reencarnação é deduzida pelos sofrimentos que nos acontecem, pois são reações de atitudes indevidas nossas em vidas passadas; e também deduzida pelas nossas boas e más tendências, que são reflexos de vivências nossas em vidas anteriores. Quem não viu aquele garoto de 3 anos tocando piano clássico? Certamente foi um grande músico em vida anterior.
  • Quanto mais conhecimento dessas realidades, mais fácil será o passagem para o plano espiritual, pois todo conhecimento afasta o medo.
  • A pior morte de todas é o suicídio, onde o espírito irá continuar a receber todas as sensações e dores de sua morte até sua energia vital findar, indo para uma zona obscura. Orações em favor deles ajudam muito.
  • Ao nascermos, passamos por um processo de esquecimento de todas as vidas anteriores para que possamos ter o mérito de passar por essa curta vida material produzindo boas ações.
  • Ao morrermos, aos poucos nos lembramos de todas as nossas vidas anteriores e do que inicialmente idealizávamos fazer enquanto num corpo físico. Grandes decepções surgem desse momento. Devemos estar preparados para acertar aos poucos.
  • Quem conhece a obra de Francisco Cândido Xavier, o Chico, certamente sabe que a vida após a morte existe. Fica o convite para conhecer um pouco da obra.
  • Ao morrermos, muitos ainda pensam que estão vivos, pois a energia de nosso espírito, o perispírito, toma forma de nossa última encarnação. Assim devemos ter o hábito de orar, pois todos temos um espírito protetor – um “anjo da guarda”.
  • Criou muitas dúvidas ainda? Quer acabar com o medo da morte e se preparar para quando chegar esse momento? Fica o convite para o estudo da Doutrina Espírita. Download da obra básica da codificação nos links ao lado e abaixo alguns vídeos interessantes:

Livro dos Espíritos:

Chico Xavier:

Richard Simonetti

Mensagem de Dr. Bezerra de Menezes:

“Cristãos decididos
…Estamos sendo convocados pelos Espíritos nobres para ser os lábios pelos quais a palavra de Jesus chegue aos corações empedernidos.
Estamos sendo convocados para ser os braços do Mestre, que afaguem, que se alonguem na direção dos mais aflitos, dos combalidos, dos enfraquecidos na luta.
Estamos colocados na postura do bom samaritano, a fim de podermos ser aquele que socorra o caído na estrada de Jericó da atualidade.
Nunca houve na história da sociedade terrena tantas conquistas de natureza intelectual e tecnológica!
Nunca houve tanta demonstração de humanismo, de solidariedade, tanta luta pelos direitos humanos!
É necessário, agora, que os cristãos decididos arregacem as mangas e ajam em nome de Jesus.
Em qualquer circunstância, que se interroguem: – em meu lugar que faria Jesus?
E, faça-o, conforme o amoroso Companheiro dos que não têm companheiros, faria.
Filhos da alma!
Estamos saturados de tecnologia de ponta, graças, à qual, as imagens viajam no mundo quase com a velocidade do pensamento, e a dor galopa desesperada o dorso da humanidade em desalinho.
O Espiritismo veio como Consolador para erradicar as causas das lágrimas.
Sois os herdeiros do Evangelho dos primeiros dias, vivenciando-o à última hora.
Estais convidados a impregnar o mundo com ternura, utilizando-vos da compaixão.
Periodicamente, neste planeta de provas e expiações, as mentes em desalinho vitalizam microorganismos viróticos que dão lugar a pandemias  destruidoras.
Recordemo-nos das pestes que assolaram o mundo: a peste negra, a peste bubônica, as gripes espanhola, a asiática e a deste momento de preocupações, porque as mentes dominadas pelo ódio, pelo ressentimento, geram fatores propiciatórios à manifestação de pandemias desta e de outra natureza.
Só o amor, meus filhos, possui o antídoto para anular esses terríveis e devastadores acontecimentos, desses flagelos que fazem parte da necessidade da evolução.
Sede vós aquele que ama.
Sede vós, cada um de vós, aquele que instaura o Reino de Deus no coração e dilata-o em direção da família, do lugar de trabalho, de toda a sociedade.
Não postergueis o dever de servir para amanhã, para mais tarde.
Fazei o bem hoje, agora, onde quer que se faça necessário.
As mães afro-descendentes, as mães de todas as raças, em um coro uníssono, sob o apoio da Mãe Santíssima, oram pela transformação da Terra em Mundo de Regeneração.
Sede-lhes filhos dóceis à sua voz quão dócil foi o Crucificado Galileu que, ao despedir-se da Terra, elegeu-a mãe do evangelista do amor, por extensão, a Mãe Sublime da Humanidade.
Muita paz, meus filhos.
Que o Senhor de bênçãos nos abençoe.
O servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra”

(Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, ao final da conferência pública em torno da maternidade, realizada no Grupo Espírita André Luiz, no Rio de Janeiro, na noite de 13 de agosto de 2009.)





Primo Levi e seu testemunho do Holocausto

16 12 2008

Em memória das vítimas do holocausto faço essa divulgação:

Acima um documentário sobre “Holocausto nunca mais” em português.

Segue abaixo a conclusão do meu trabalho de Ciência Política baseado na obra de Primo Levi. É um livro de leitura obrigatória por se tratar de um fato histórico real que todos temos o dever cultural de saber:

(…)

3) Conclusão

O livro “Os Afogados e os Sobreviventes” não é apenas uma boa leitura, mas certamente um documento histórico de grande valor referencial ao holocausto. Percebe-se fatos que nenhum filme ou livro histórico tradicional revela. São reais experiências de um indivíduo que sofreu todos os martírios da vivência do local como um judeu. Recebeu todo o preconceito, toda a ação política destrutiva e ainda conseguiu se libertar dela por meio de obras de grande valor para a humanidade, por esclarecer e registrar fatos que nunca devem ser apagados ou deformados do real acontecimento como mesmo objetiva.

Certamente o autor Primo Levi é um verdadeiro vencedor, sobrevivendo por situações devido a seu conhecimento de químico e não apenas por sorte, mas acima de tudo por ter uma missão de revelar ao mundo tal sociedade infernal para que nunca mais alguém tenha que passar por isso novamente.

“(…) quem briga com o mundo todo reencontra sua dignidade, mas paga-a a um preço altíssimo, porque está seguro de ser derrotado.” (Levi, 1990, p.117).

Com essas palavras de Levi podemos ir muito além dos limites desse trabalho, fazendo lembrar o maior dos filósofos – Jesus – pois já nasceu sabendo que iria ser morto pelos homens por “brigar” com o mundo na tentativa de mudá-lo para o convívio do “amai-vos uns aos outros”. Sua segurança em ser derrotado materialmente era total; contudo tinha também absoluta segurança de que seria vencedor no mundo espiritual, mantendo-se sereno diante dos piores tormentos: “Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” João 16,33.

E apesar de ser publicamente ateu pelas suas próprias palavras, Primo Levi também venceu o mundo, venceu sua dura prova. Ainda deixa transparecer conhecimento de causas e efeito nas relações humanas afirmando que “não conheço atos humanos que possam cancelar um crime;” e mostrando grande evolução moral com ser humano em “(…);exijo justiça, mas não sou capaz, pessoalmente, de brigar nem de dar o troco.”

Assim, espera-se que a obra de Primo Levi continue divulgando ao mundo a grande tragédia planejada do holocausto e suas relações sociais e políticas para que possam estar criando sempre consciências mais críticas e dialéticas.

Finalizo o presente trabalho com um diálogo do Primo Levi revelando um sentimento de fé inconsciente ao afirmar que algo o protege:

“Deu para perceber, naquele instante e imediatamente, o que todos nós pensávamos e dizíamos dos alemães. O cérebro que dirigia esses olhos azuis, essas mãos bem cuidadas, dizia: “Esse algo que está na minha frente pertence a um gênero que, obviamente, convém eliminar. Neste caso específico, deve-se, antes, examinar se ele não contém ainda algum elemento aproveitável”. Em minha cabeça, como sementes num porongo vazio: “Os olhos azuis e o cabelo louro são, essencialmente maus. Nenhuma possibilidade de comunicação. Sou especialista em Química Mineral. Sou especializado em sínteses orgânicas. Sou especializado..”

E o interrogatório começa. Em seu canto boceja e resmunga Alex, terceiro espécime zoológico.

– Wo sind Sie geboren? (Onde o senhor nasceu?) Ele me trata de Sie, de “senhor”: o Doktor Ingenieur Pannwitz não tem senso de humor. Maldito seja, ele não faz o menor esforço para falar um alemão mais compreensível.

– Eu me formei em Turim em 1941, summa cum laude – e, ao dizer isso, tenho a clara sensação de que ele não vai acreditar. Realmente, nem eu estou acreditando. Basta olhar minhas mãos sujas e lanhadas, minhas calças de prisioneiro, incrustadas de barro. Sou eu, porém, eu, bacharel de Turim, aliás, principalmente neste instante, não há dúvida quanto à minha identificação com ele, já que o reservatório das minhas lembranças de Química Orgânica, apesar de longa inatividade, inesperadamente atende dócil ao pedido. E, ainda, bem reconheço esta lúcida exaltação que me aquece as veias, essa espontânea mobilização de todos os recursos lógicos e de todas as noções, que os companheiros de escola invejam. A prova vai indo bem. Na medida em que dou conta disso, parece-me crescer em tamanho. Agora ele me pergunta qual foi o argumento da minha tese. Devo fazer esforço violento para despertar estas seqüências de lembranças tão profundamente longínquas: é como se procurasse recordar os acontecimentos de uma encarnação anterior.

Algo me protege. Minhas pobres velhas “medidas de constantes dielétricas” interessam particularmente a este loiro ariano de sólida existência; pergunta-me se falo inglês, mostra me o livro de Gattermann – e isso também é absurdo, inverossímil, que aqui, aquém da cerca de arame farpado, existe um livro de Gattermann absolutamente idêntico ao livro no qual estudava na Itália, no quarto ano da faculdade, em minha cada.

– Acabou-se (Levi, 1988, p.108-9).”

4) Referências:

– LEVI, Primo. Os afogados e os sobreviventes. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990

– ____________. É isto um homem? Rio de Janeiro: Rocco, 1988

– WEFFORT, Francisco (org). Clássicos da política. Vol I e II. São Paulo: Ática, 1998.

– WIKIPEDIA, Normas do ABNT para trabalhos de monografia. Disponível em <http://pt.wikipedia.org/wiki/Normas_do_Abnt&gt;. Acesso em 10/11/08.

– __________. Adolf Hitler. Disponível em: – <http://pt.wikipedia.org/ wiki/Adolf_hitler>.

-___________.Thomas Hobbes. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/ wiki/Thomas_Hobbes>.

-___________. Nicolau Maquiavel . Disponível em: < http://pt.wikipedia.org/ wiki/Maquiavel>





Combatendo nossos medos

7 08 2007

Assisti uma palestra sobre o medo. Muito interessante a quantidade de medos que as pessoas podem alimentar. Contudo, ao término da mesma, veio em minha mente uma frase que estava escrito no msn de uma amiga espírita:

“A dúvida infunde medo e impede a plena conexão com Deus em nossa intimidade.” (quem souber o autor me avise!)

Que bela frase – toda a explicação de uma palestra inteira está contida nela. Analisemos nossos medos. Todos são causados por dúvidas! Combata a ação da dúvida e acabará imediatamente com a reação do medo.

Portanto, todos os nossos esforços devem ser focados na liquidação total de nossas dúvidas. A angústia, nervosismo, receios e medos são devidos das nossas dúvidas. Por que esperar mais tempo? Não deixemos que nossas dúvidas sejam esquecidas e possam se transformar em fobia e problemas de saúde.

Fica aqui um convite para que todos possamos tirar nossas dúvidas imediatamente, hoje, agora, pois o momento ideal é sempre o agora ! Busquemos a paz combatendo todos as dúvidas. Abaixo alguns links sobre dois dos maiores medos da maioria das pessoas: o medo da morte e de falar em público.

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1) Medo da Morte

E para quem tem medo de espíritos e principalmente do que possa existir após a morte, estude a Doutrina Espírita e tire todas as dúvidas. Troque a dúvida pelo conhecimento. Nas duas principais obras o autor Allan Kardec faz perguntas ao espírito auto-intitulado de “Espírito da Verdade”. A mesma pergunta era dirigida a esse mesmo espírito superior através de pessoas (médiuns) diferentes em locais igualmente diferentes e comparadas uma a uma até ser publicada…

Livro dos Espíritos –  Codificação inicial do ensinamentos provenientes dos espíritos.

Livro dos Médiuns –  Análise de todos os tipos de fenômenos e de mediunidade.

O excelente livro “Quem tem medo da morte” – Richard Simonetti – Explica como é o pós-morte de forma resumida, prática, didática e ilustrada com desenhos. Leitura obrigatória a todos os mortais!

Palestra “O medo de morrer” – http://www.espirito.org.br/portal/palestras/celd/o-medo-de-morrer.html

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2) Medo de falar em público

Outro grande medo, o maior, segundo pesquisas resume-se no ato de falar em público. Coincidentemente me deparei com a palestra do Alkindar de Oliveiro sobre o tema “Fale em público sem ter medo de ter medo” ao preparar essa publicação. E o melhor é que está disponível para qualquer um baixar pela internet e ouvir no seguinte endereço:

http://www.kardec.com/Audio/fale01.wma

Outras palestras, vídeos e audios na CSSC (Christian Spiritist Study Center) – www.kardec.com . Uma atitude de ação construtiva através do Centro Espírita nos Estados Unidos .

Nesse campo não tenho muito o que dizer, pois sou um pequeno aprendiz, mas creio que a dúvida, em caso de apresentações em público, será eliminada quando o palestrante estiver seguro do conteúdo a se transmitir. É o primeiro passo. Depois, é questão de motivação e ensaios…

Palestras diveras:

http://www.caminhosluz.com.br

Sucesso a todos !

 

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Morremos todos os dias quando dormimos.





Nossos Sofrimentos e Nossos Inimigos

5 06 2007

O Antagonista

O adversário em quem você julga encontrar um modelo de perversidade talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão.

Reconhecemos o fato de que, muitas vezes, a pessoa se nos torna indigna simplesmente por não nos adotar os pontos de vista.

Nunca despreze o opositor, por mais ínfimo que pareça.

Respeitamos o inimigo, porque é possível seja ele portador de verdades que ainda desconhecemos, até mesmo em relação a nós.

Se alguém feriu a você, perdoe imediatamente, frustrando o mal no nascedouro.

A crítica dos outros só poderá trazer-lhe prejuízo se você consentir.

A melhor maneira de aprender a desculpar os erros alheios é reconhecer que também somos humanos, capazes de errar talvez ainda mais desastradamente que os outros.

O adversário, antes de tudo, deve ser entendido por irmão que se caracteriza por opiniões diferentes das nossas.

Deixe os outros viverem a sua própria vida e eles deixarão você viver a existência de sua própria escolha.

Quanto mais avança, a ciência médica mais compreende que o ódio em forma de vingança, condenação, ressentimento, inveja ou hostilidade está na raiz de numerosas doenças e que o único remédio eficaz contra semelhantes calamidades da alma é o específico do perdão no veículo do amor.

Francisco Cândido Xavier. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz

Durante nossa vida é comum entrarmos em contato com pessoas difíceis e muitas vezes criarmos verdadeiros inimigos. Nessa mensagem de André Luiz vimos quanto é importante estarmos atento a esses acontecimentos e nos controlarmos emocionalmente para conseguir tirar a lição verdadeira da situação de conflito.

Deve-se ter em mente ainda que tudo o que fizermos ao próximo na realidade estamos fazendo a nós mesmos. Pois pela lei da ação e reação devemos ter a certeza de que tudo o que praticamos com o nosso próximo iremos gerar futuramente uma reação disso.

Praticando boas ações retorna boas reações a nós mesmos. Ruins retorna ruins. Muitos acontecimentos detestáveis nos acontecem, muitos até mesmos acidentes nos ferem psicologicamente ou fisicamente – tendemos a maldizer o nosso “Anjo da Guarda” ou até mesmos Deus por ter deixado tal acontecimento acontecer conosco. Essa ira interior deve ser raciocinada para aceitar o que não se pode mudar mais.

Afinal todos os nossos sofrimentos são causados por nós mesmos em vidas anteriores !

Não adianta reclamar com Deus por estar sofrendo tanto. Na realidade os nossos sofrimentos são em quase maioria reações de má ações nossas em vidas passadas. Lembra? Toda ação produz reações e iremos recebê-la de volta, nem que seja em outra vida… essa é a lei da ação e reação o qual somos todos regidos.

Contudo, nossas ações boas atuais são contra-pesos à nossas ações negativas dessa vida e das vidas passadas. Por isso o Espiritismo prega tanto a caridade, pois somente ela salva, perdoa e apaga nossos pecados.

Portanto se está sofrendo o único caminho é seguir o exemplo de Jesus e praticar caridade. Deus é nosso Pai Celeste e sofre por termos que sofrer pelos nossos erros.

Fica o convite para que todos possamos praticar a caridade ao próximo, seja material a um pobre necessitado, seja dedicando um pouco do tempo a visitar um orfanato, asilo, uma conversa amiga, um apoio moral às pessoas ao nosso redor.

“Fora da caridade não há salvação”

 





Anjos da Guarda & Doris Guisse sendo amparada…

27 04 2007

G1 Apresentadora caiu do oitavo andar sobre o telhado da garagem ao tentar salvar o gatinho da família. (G1)

A Doris, que Jesus possa estar iluminando seu ser espiritual para que descubra nesse renascimento muitas forças contínuas para a caridade e amor, estando assim mais próxima de Deus.

Aproveitando esse acidente vamos tirar algumas lições.

Todos nós temos um Anjo da Guarda responsável por nós – um espírito mais elevado que nós – com a missão de nos guiar e proteger enquanto estivermos encarnados ao nosso corpinho. Um trabalhador do meu grupo já foi atropelado, voou longe e caiu no chão. Quando houve esse acontecimento mais de um médium do meu grupo em conversa informal, me disse que o espírito protetor unido a outros espíritos tiveram que trabalhar muito, se mobilizando para que o acidente não tivesse maiores conseqüências. E realmente não teve. Assim também acredito que no caso da Doris Giesse ocorreu o mesmo. Não era a sua hora e houve com certeza grande mobilização de espíritos não apenas superiores, mas afins a ela, que guiaram sua queda.

Desse assunto portanto enumeramos alguns itens que devemos estar cientes a respeito de nosso “anjo da guarda”:

– Lei da Atração: A comunicação no plano espiritual se dá através do pensamento. E pela lei da atração, de acordo com nossos pensamentos, estaremos atraindo para perto de nós espíritos afins a eles. Se pensamos de forma constante em sexo, maldades e sentimentos ruins, com certeza ao nosso lado estará espíritos inferiores a nós mesmos sugerindo em nossa mente todos os tipos de obscuridades e erros, podendo até mesmo criar uma obsessão espiritual. Se pensamos em boas ações, no nosso trabalho, com fé, estaremos sintonizados com espíritos igualmente bons e principalmente ligados ao nosso espírito protetor. Exercitemos nossos pensamentos, não é por acaso que Jesus nos recomenda: “Orai e Vigiai!!!” – pois devemos vigiar os pensamentos. E orar para que os pensamentos ruins se afastem.

– Todos nós temos um Anjo da Guarda e nós podemos ouvi-lo, pois muitos dos nossos pensamentos são provenientes do nosso protetor que está imputando em nossa mente para no ajudar e guiar.

– O Anjo da Guarda sempre nos ouve, pois todos os nossos pensamentos são acessíveis a ele. Nos comunicamos através de pensamentos. Por isso quando pensamos coisas ruins ele se afasta, pois não se afina com eles; e ficamos a mercê de espíritos menos informados, que não se importam com o nosso bem, e até possíveis obsessores. Devemos ter cuidado, pois também eles, podem imputar pensamentos em nossa mente! Muitas ações nossas infelizes são praticadas devido a estarem nos impulsionando, principalmente ligadas aos excessos como sexo, drogas, depressões… Um bom combate a isso é a música. Cantar nos liga a uma faixa de freqüência mais elevada. E o melhor combate chama-se caridade, pois o ócio das horas vagas nos leva a maus pensamentos.

– Como saber se os nossos pensamentos são proveniente de uma sugestão do nosso anjo da guarda, de um espírito inferior, ou mesmo de nossa mente? Jesus já nos dizia para amar ao próximo como a si mesmo, pois nos colocando sempre no lugar do próximo. E imaginando as reações que possam resultar pela prática desses pensamentos ao próximo podemos distinguir pensamentos bons dos maus.

– Muitas vezes o nosso Anjo da Guarda quer nos ajudar, mas não pode – pois muitos acidentes graves são necessários para quitarmos uma má ação nossa no passado e assim estarmos livre dessa dívida. Muitos acontecimentos ruins e doenças, na verdade, é a cura de nosso espírito – nossa pessoa futura! Mas também o Anjo da Guarda não vai nos ajudar se agirmos com imprudência, pois o livre-arbítrio existe e não nos livra de acidentes se estamos procurando. Como por exemplo, pela prática de esportes pra lá de radicais sem cuidados necessários, “pegas” de corrida de carro nas ruas, desafios, excesso de velocidade, e etc. Toda imprudência já entra no campo do suicídio.

– Com a certeza da existência do nosso Anjo da Guarda, não vamos ignorá-lo, conversemos com ele, todos os dias, como um amigo invisível que é. Antes de nascermos todos nós somos ajudados por eles e sabemos de muitas provas e expiações que iremos enfrentar na Terra. Daí alguns sonhos reveladores antes de algum acidente inevitável (Lembram-se do grupo Mamonas onde um integrante sonhou com queda de avião um dia antes?). E como um treinador-amigo combinamos com nosso Anjo da Guarda que faríamos tudo de bom, aceitaríamos nossos sofrimentos e aproveitaríamos o máximo de nossas riquezas. Ao reencontrá-lo não fiquemos envergonhados de nossas ações improdutivas, impaciência, ira e falta de fé.

Outro assunto é referente às especulações. Muitas pessoas gostam de especular acidentes correlacionando com depressão, suicídio, etc. Pois digo uma coisa: Nunca devemos ter pensamentos pré-determinados ou supostos sobre alguma coisa e principalmente sobre alguém! Assim procedendo em pensamentos, sem o saber da verdade, estaremos vibrando e sintonizando negativamente atraindo a nós mesmos maus espíritos.

Mas como forma de alerta geral, gostaria de teclar algumas coisas sobre depressão e suicídio:

Primeiro que o suicídio é uma das piores mortes que alguém pode realizar. O resultado no plano espiritual irá ser terrível. Na verdade a pessoa não irá ver nenhum anjinho nem muito menos Jesus, Maria, nem mesmo seu espírito protetor – iluminado, puro, sorrindo !! NÃO ! Irá direto para uma zona onde se encontram todos os suicidas. Isso por ainda terem vida (energia vital), mas seu espírito já estar solto do corpo, já se decompondo. Além de ver seu corpo no estado que deixou, irá vê-lo se deteriorando ao poucos, sentirá todas as dores e sensações da forma de sua morte por todo o tempo de vida que ainda iria ter. Além disso irá estar junto com outros suicidas nas formas que ficaram ao morrer – mutilados, cortados, quebrados… Um verdadeiro filme de terror real para seu espírito. E terá que reencarnar com muitos problemas para quitar sua ação auto destrutiva. Muitos dos que possuem doenças mentais, síndromes, foram suicidas no pretérito. O alerta está dado.

Outro assunto complexo é a depressão. Toda pessoa que sofre de depressão, além dos remédios e tratamento médico, deveria passar por um tratamento numa casa espírita séria (filiada a FEB). As obsessões podem ser uma grande causa de depressão. Espíritos a quem nós fizemos mal no passado ou mesmo nessa vida podem estar 24 horas nos atacando pela menor chance que possa surgir. Uma das causas chama-se aborto. Deve-se tomar muito cuidado com os métodos contraceptivos. Alguns não são recomendados, pois não pode haver a fecundação. Caso haja a fecundação já existe vida, e o cancelamento disso é aborto. Muitas depressões são causadas por abortos que as mulheres fazem, sem mesmo saber. O espírito que iria vir se revolta e torna-se um inimigo no plano espiritual.

A melhor solução para obsessões ainda chama-se caridade, ações para o bem. Mas no caso da depressão, a própria doença impede o ser desse ato. É um caso muito difícil em que toda família deve ajudar, seja por meio de orações individuais, reuniões familiares para oração e estudo (culto no lar) sempre no mesmo horário e com freqüência certa, além de muito carinho, compreensão e cuidados. Para maior esclarecimento sobre depressão na visão espírita de forma completa clique em http://www.jesusdenazare.org/pdf/Depress%E3o-Artigo.PDF

Que um dia todos possam estar cientes das leis de Deus, do Universo, com a fé raciocinada que o Espiritismo fornece – pois é uma fé baseada em estudos doutrinados em bases científicas e filosóficas vindo do Espírito da Verdade, enviado por Jesus.

Se alguém tiver um amigo com essas possibilidades divulguem essas palavras e o link abaixo citado, já estará fazendo uma grande caridade.

Referências:

Livro dos Espíritos (download)

Leitura para as crianças: Aprenda a conversar com seu Anjo. Raul Teixeira.

Outros Links:

http://www.nenossolar.com.br/ciencias/artdvies.html

http://www.jesusdenazare.org/biblioteca.htm